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Esse hatch da Honda saiu de linha, mas segue valorizado por quem busca um japonês confiável, com câmbio automático sem sustos e espaço de sobra por até R$ 50 mil

Escrito por Valdemar Medeiros
Publicado em 22/06/2025 às 00:02
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Entenda por que o Honda Fit segunda geração ainda é um dos usados mais procurados do país. Um hatch da Honda que une espaço, economia e a confiabilidade de um carro japonês com câmbio automático, por até R$ 50 mil (no mercado de usados)

Mesmo fora de linha desde 2021, o Honda Fit segunda geração continua sendo um dos modelos usados mais valorizados do mercado brasileiro. Considerado um carro japonês confiável, o hatch da Honda ainda atrai compradores que buscam um veículo automático, econômico, versátil e com ótimo espaço interno — tudo isso com preços que, dependendo da versão e do estado de conservação, podem girar em torno de R$ 50 mil.

Essa valorização não é por acaso: o Fit conquistou uma legião de admiradores ao longo dos anos, especialmente na sua segunda geração, produzida entre 2008 e 2014. A combinação entre mecânica robusta, câmbio automático eficiente e projeto inteligente faz dele um modelo muito procurado no mercado de usados.

Por que o Honda Fit segunda geração continua valorizado?

Confiabilidade mecânica é um dos maiores atrativos

A reputação da Honda no Brasil está intimamente ligada à confiabilidade de seus modelos. No caso do Honda Fit segunda geração, isso se traduz em uma manutenção simples, baixa incidência de problemas crônicos e facilidade na reposição de peças.

Muitos mecânicos e especialistas do setor automotivo classificam o Fit como um dos carros japoneses confiáveis mais acessíveis no mercado nacional.

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Além disso, os motores 1.4 e 1.5 i-VTEC da segunda geração têm histórico comprovado de durabilidade, mesmo após centenas de milhares de quilômetros rodados.

As versões automáticas, com câmbio de cinco marchas, são reconhecidas por não apresentarem os temidos “trancos” comuns em transmissões automáticas mais antigas.

Espaço interno surpreende até SUVs compactos

Outro destaque é o espaço interno. Com entre-eixos de 2,53 metros e o sistema de bancos “Magic Seat”, o hatch da Honda oferece uma versatilidade incomum para o segmento.

É possível rebater os assentos de diferentes formas, liberando um compartimento de carga plano e amplo, que pode chegar a 906 litros com os bancos traseiros rebatidos. Para quem precisa de um carro urbano, mas com flexibilidade para transportar objetos maiores ou mais altos, o Fit se mostra imbatível.

Custo-benefício: o que esperar com até R$ 50 mil

Preços estáveis mesmo com o tempo

De acordo com dados da Tabela Fipe de junho de 2025, o preço médio do Honda Fit segunda geração varia entre R$ 36 mil (nas versões básicas LX 1.4 2009, por exemplo) e R$ 50 mil (nas versões EXL 1.5 2013/2014). Ou seja, é possível encontrar boas unidades dentro desse orçamento, especialmente com manutenção em dia e baixa quilometragem.

Além disso, comparado a outros hatches da mesma época, o Fit apresenta menor desvalorização anual. É comum que modelos com histórico de revisão completo e conservação impecável sejam vendidos rapidamente, o que mostra a liquidez desse veículo no mercado de usados.

Economia e desempenho equilibrados

O Fit também agrada pelo equilíbrio entre desempenho e economia. Segundo dados do Inmetro, a versão 1.5 automática 2012, por exemplo, tem consumo médio de 9,5 km/l na cidade e 11,6 km/l na estrada com gasolina. Números bastante competitivos, principalmente para um veículo com câmbio automático tradicional e porte generoso.

Ficha técnica – Honda Fit EXL 1.5 Automático (2012)

ItemDetalhes
Motor1.5 16V i-VTEC Flex
Potência116 cv 
Torque15,2 kgfm 
TransmissãoAutomática de 5 marchas
DireçãoElétrica
Suspensão dianteira/traseiraMcPherson / Barra de torção
FreiosDiscos ventilados / tambor
Consumo médio (G)9,5 km/l (cidade) / 11,6 km/l (estrada)
Porta-malas364 litros
Tanque de combustível42 litros
Peso1.101 kg
Comprimento3,90 metros
Entre-eixos2,53 metros

Diferenças entre versões do Honda Fit de segunda geração

A segunda geração do Honda Fit foi comercializada nas versões LX, LXL, EX e EXL, com motores 1.4 e 1.5. As versões mais completas traziam itens como ar-condicionado digital, volante multifuncional, airbags duplos, freios ABS, faróis de neblina e rodas de liga leve. O câmbio automático de cinco marchas estava presente nas versões intermediárias e topo de linha.

Esse hatch da Honda saiu de linha, mas segue valorizado por quem busca um japonês confiável, com câmbio automático sem sustos e espaço de sobra por até R$ 50 mil
Foto: Esse hatch da Honda saiu de linha, mas segue valorizado por quem busca um japonês confiável, com câmbio automático sem sustos e espaço de sobra por até R$ 50 mil

Vale lembrar que, a partir de 2010, o modelo passou a sair de fábrica com freios ABS e airbag duplo em todas as versões, atendendo às exigências de segurança do Contran.

Pontos de atenção no mercado de usados

Apesar da fama de robustez, é importante verificar alguns pontos antes de fechar negócio:

  • Histórico de manutenção: confira se as revisões foram feitas periodicamente e com peças originais.
  • Funcionamento do câmbio automático: ainda que seja confiável, a negligência nas trocas de óleo pode gerar falhas e trancos.
  • Sistema de suspensão: como é um carro leve, buracos e lombadas podem afetar bieletas e amortecedores com o tempo.
  • Lataria e pintura: veículos com uso urbano intenso podem apresentar pequenos amassados e riscos.

Comparações com concorrentes diretos

O que o Fit entrega que outros hatches não oferecem

Se comparado com modelos como o Toyota Etios, Chevrolet Onix (primeira geração) ou Renault Sandero, o hatch da Honda ainda se sobressai em pontos-chave como espaço interno, modularidade, acabamento e desempenho do conjunto motor-câmbio. Mesmo mais antigo que alguns desses concorrentes, ele é frequentemente considerado mais “carro” em termos de projeto e usabilidade.

https://clickpetroleoegas.com.br/saiu-de-linha-em-2011-e-ainda-e-disputado-por-quem-quer-um-seda-medio-robusto-da-chevrolet-com-presenca-de-opala-e-conforto-de-carro-grande-vml97/

Além disso, a confiança na marca e a boa reputação entre os consumidores fazem do Fit uma compra segura. Sua revenda costuma ser mais rápida e com menor desvalorização frente a rivais nacionais.

Vale a pena comprar um Honda Fit usado por até R$ 50 mil?

A resposta é sim — desde que o carro esteja em bom estado e com manutenção em dia. O Honda Fit segunda geração reúne atributos raros de encontrar juntos em um mesmo veículo usado: confiabilidade, espaço interno, economia, liquidez e conforto.

Mesmo não sendo mais fabricado, ele segue entre os carros mais procurados por quem deseja um carro japonês confiável, com câmbio automático e boa dirigibilidade urbana.

O hatch da Honda pode ser uma excelente alternativa para quem busca um veículo versátil, sem abrir mão de qualidade e praticidade. Seja como carro principal ou como segundo veículo da família, o Fit continua fazendo jus à fama que construiu ao longo dos anos.

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emily
emily
22/12/2025 12:04

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Eliza
Eliza
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Valdemar Medeiros

Formado em Jornalismo e Marketing, é autor de mais de 20 mil artigos que já alcançaram milhões de leitores no Brasil e no exterior. Já escreveu para marcas e veículos como 99, Natura, O Boticário, CPG – Click Petróleo e Gás, Agência Raccon e outros. Especialista em Indústria Automotiva, Tecnologia, Carreiras (empregabilidade e cursos), Economia e outros temas. Contato e sugestões de pauta: valdemarmedeiros4@gmail.com. Não aceitamos currículos!

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