Escultura Beijo Voador surge em Chongqing e leva pessoas a uma experiência de voo: dois corpos, um príncipe e uma fada, erguem pratos que sobem e giram sobre a queda vertical do Wujiang, com mais de 1.000 metros, no ponto alto, descendo lentamente, gerando risos, gritos, medo e curiosidade online.
A escultura Beijo Voador virou assunto global de um dia para o outro ao ser mostrada como uma atração que suspende visitantes diante da queda vertical do rio Wujiang. O percurso é descrito como uma “experiência de voo” em um cenário de penhasco com mais de 1.000 metros a partir da base.
No local, a escultura Beijo Voador aparece dividida em duas partes principais, com um personagem masculino e outro feminino, e opiniões diferentes circulando sobre o que ela representa e como “jogar”. Entre risadas, gritos e registros no celular, a atração provoca debates sobre o limite entre arte monumental e engenharia extrema.
Onde fica e por que a altura domina a narrativa

O relato situa a escultura Beijo Voador em Chongqing, ao lado do Wujiang, com ênfase constante na paisagem e na sensação de vazio.
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A queda vertical citada é de 1.000 metros, valor repetido como referência de impacto visual e psicológico para quem observa de baixo e para quem embarca.
A própria montanha é descrita como um ponto alto da região, e o movimento de subida faz a estrutura “tomar” o horizonte.
A altura vira o elemento que transforma a visita em teste de coragem, com admiração misturada a medo conforme o prato se afasta do ponto de partida.
Dois corpos, dois personagens e interpretações diferentes sobre o tema

A escultura Beijo Voador é apresentada com “dois corpos”, como se fossem dois gigantes lado a lado.
Muita gente diz que seria Cowherd e Weaver, mas o relato afirma que, na prática, é um casal, com visual de príncipe e fada.
O figurino reforça a leitura: o personagem masculino aparece como príncipe, enquanto o feminino é citado como fada, formando a imagem de “beijo” que dá nome à atração.
Essa ambiguidade alimenta discussões, porque a obra funciona ao mesmo tempo como narrativa visual e como máquina de passeio.
Como funciona o “jogo” e o que o visitante faz na prática
Quem chega busca entender “como jogar” a escultura Beijo Voador, e o relato aponta que há versões diferentes circulando na internet.
Alguns dizem que há helicóptero, outros associam o movimento ao braço do personagem que sobe, e a observação no dia mostra a operação real no local.
A extremidade de cada lado é um prato, e o embarque ocorre no ponto mais alto indicado.
A mesa sobe, gira e aproxima os dois lados, enquanto o “oposto”, do príncipe, também se eleva.
O sistema é descrito como operação oposta, controlada por um bastão de controle em cada lado, coordenando subida e descida.
Subida, giro, gritos e tontura: a reação vira parte da atração
Durante o movimento, a escultura Beijo Voador é descrita como sensação de “voar”, com gente atrás na fila e pessoas registrando tudo com câmera de celular.
No alto, a paisagem é chamada de linda, mas a intensidade aparece nos sons: dá para ouvir os gritos enquanto a plataforma paira sobre o vale.
Na descida, o retorno é lento, e a sensação muda para instabilidade corporal, com menção a tontura e ao tempo necessário para “voltar ao normal”.
A percepção do relevo também muda: a montanha passa a parecer pequena, com linhas sinuosas lembrando traços de mapa, reforçando o impacto visual do percurso.
Riso, crítica e debate sobre design ousado
A escultura Beijo Voador não gera só aplauso, e o relato destaca que há muita gente rindo da proposta, comparando o “jogo” a pratos e tocadores de disco.
Ao mesmo tempo, a experiência é tratada como algo “incomparável” por quem desembarca, sugerindo que o valor está no contraste entre estranhamento e adrenalina.
Entre arte e engenharia, a atração vira conversa justamente por ser impossível de ignorar: dois personagens gigantes, pratos giratórios, altitude extrema e reações humanas visíveis em cada etapa do trajeto.
Você encararia a escultura Beijo Voador a mais de 1.000 metros sobre o Wujiang ou passaria longe desse “voo” no penhasco?


Mas e a segurança dos usuários as pessoas estão sem cinto sem corda sem nada adrenalina ou loucura eu não iria kkkk
Primeiro que achei horrenda a escultura. Segunda, não poria minha vida na mão de dispositivos eletrônicos, mecânicos, operados por humanos.
Nunca me encantei com novidades ****
Magnífico!! 😍👏🏻