Equinor recebe licença para Peregrino 2

A petroleira norueguesa Equinor e a chinesa Sinochem receberam nesta sexta-feira, licença prévia do Ibama para a Fase 2 da ampliação do sistema de produção do campo de petróleo Peregrino, na bacia de Campos – RJ.

Nesta sexta-feira, 5 de julho, o Ibama emitiu a licença prévia para a fase 2 do sistema de produção do campo de Peregrino, operado pela Equinor em águas profundas da Bacia de Campos. A instalação da terceira plataforma fixa deve ampliar a produção do campo em 270 milhões de barris recuperáveis.

O projeto prevê a instalação de uma terceira plataforma fixa para perfuração de novos poços, com ampliação da produção da jazida em cerca de 270 milhões de barris, em reservas recuperáveis, acrescentou o Ibama.

Também está prevista a instalação de um trecho de gasoduto que fornecerá gás ao empreendimento para geração de energia, reduzindo o consumo de diesel e as emissões atmosféricas, ainda segundo o Ibama.

A Equinor é a operadora do campo de Peregrino, com 60%, enquanto a Sinochem detém 40%. O desenvolvimento da fase 2 do campo tem investimento estimado em 3,5 bilhões de dólares, com início da produção estimado para o final de 2020, segundo informações do site da empresa norueguesa.

O ativo é o maior campo operado pela Equinor fora da Europa, com uma capacidade de produção de 100 mil barris por dia (bpd), ainda de acordo com a companhia

Equinor quer colocar gás no mercado nacional

A norueguesa estuda instalar um FPSO para produção de gás e condensado na área do bloco exploratório BM-C-33, onde está a descoberta de Pão de Açúcar, em águas profundas da Bacia de Campos. Os estudos iniciais da empresa apontam para uma unidade de produção com capacidade de produzir entre 16 e 20 milhões de m³/dia de gás natural, com 8 a 12 risers. O primeiro gás poderia ser produzido, a depender de outros fatores, a partir de 2026.

A empresa também está licenciando duas plataformas do tipo FPSO para produzir o petróleo e gás em Carcará, no pré-sal da Bacia de Santos. A primeira unidade de produção, com capacidade para 220 mil barris por dia de petróleo e 15 milhões de m³/dia de gás natural, será a maior do país e deve entrar em operação em julho de 2024.

A segunda plataforma, que pode representar um segunda fase de desenvolvimento de Carcará, ainda está em estudo pelo consórcio liderado pela Equinor.

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