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Engenheiro do ITA que atuou na Embraer lidera expansão do Free Flow com inteligência artificial nacional e tecnologia para pedágios sem cancela no Brasil

Escrito por Corporativo
Publicado em 27/02/2026 às 16:17
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Especialista em sistemas aviônicos transforma experiência na Força Aérea e na Embraer em soluções brasileiras para concessões rodoviárias e gestão inteligente de pedágios.

A transição do setor aeronáutico para a infraestrutura rodoviária marcou a trajetória de Ailton Queiroga.
Além disso, o engenheiro formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) estruturou, em 1989, a COMPSIS.

Anteriormente, ele atuou na Embraer nos anos 1980.
Ainda assim, participou do desenvolvimento de sistemas aviônicos do caça AMX, na Itália.

Posteriormente, também contribuiu com sistemas eletrônicos de navegação para caças da Força Aérea Brasileira.
Segundo o próprio executivo, a base sempre foi engenharia de precisão e confiabilidade absoluta.

Além da formação no ITA, ele concluiu mestrado em engenharia eletrônica na Holanda.
Desde então, passou a aplicar tecnologia crítica em ambientes de alta complexidade.

Da aviação militar à tecnologia Free Flow nas rodovias

Com o passar dos anos, a COMPSIS ampliou seu foco.
Assim, levou o rigor da indústria aeroespacial para a mobilidade rodoviária.

Ainda nos anos 2000, participou da implantação de uma pista com Free Flow em Sydney, na Austrália.
Na ocasião, atuou ao lado de grupos globais como Siemens e Philips.

Enquanto isso, o modelo de pedágio sem cancela ainda era distante no Brasil.
Entretanto, a empresa acumulava experiência internacional.

Posteriormente, o mercado brasileiro de concessões evoluiu.
Consequentemente, a empresa consolidou mais de 15 soluções nacionais para gestão e arrecadação de pedágios.

Entre os projetos implementados, destaca-se o Free Flow do Rodoanel Mário Covas, em São Paulo.
Além disso, o sistema já registrou mais de 5 milhões de transações em operação real.

Ecossistema integrado com inteligência artificial brasileira

Atualmente, a COMPSIS opera um ecossistema integrado com múltiplas inteligências artificiais.
Dessa forma, aplica automação, governança e precisão em ambientes rodoviários complexos.

Segundo a empresa, trata-se do único sistema nacional com IAs especializadas atuando simultaneamente.
Assim, a arrecadação ganha mais acurácia e velocidade.

Além do Free Flow, o portfólio inclui soluções de:

  • Arrecadação de pedágios automatizada
  • Gestão de rodovias por imagem
  • Monitoramento viário inteligente
  • Automação operacional rodoviária

Paralelamente, foi criada a plataforma IVA COMPSIS.
Nesse sentido, ela integra módulos como SAT, DAI, G-Fila, leitura de Placas ONU e SVI.

Conforme detalhado pela companhia, o DAI apresenta um dos menores índices de falso negativo do mercado.
Além disso, o SVI permite assinatura veicular por imagem para controle e pagamentos.

Tecnologia adaptada à realidade brasileira

O sistema Free Flow identifica veículos leves e comerciais em tempo real.
Inclusive, mantém precisão sob chuva intensa, sol forte e operação noturna.

Além disso, reconhece caminhões com eixos suspensos ou rodagem dupla.
Para isso, integra sensores, câmeras LPR dianteiras e traseiras, antenas RFID e algoritmos de IA.

Segundo Queiroga, a inteligência artificial foi treinada com milhões de transações reais.
Em alguns trechos operacionais, veículos comerciais chegam a representar cerca de 40% do fluxo.

Portanto, a tecnologia foi desenvolvida para cenários de alta complexidade.
Consequentemente, mantém desempenho elevado mesmo em condições adversas.

Contexto estratégico e expansão do mercado

Atualmente, o setor de concessões rodoviárias projeta dezenas de bilhões de reais em investimentos.
Nesse cenário, a COMPSIS afirma estar estruturada para atender à expansão.

Com mais de 35 anos de atuação, a empresa reforça foco em tecnologia nacional.
Além disso, prioriza eficiência operacional e redução de custos.

De acordo com Queiroga, o objetivo é liderar a transformação digital da arrecadação rodoviária.
Assim, busca otimizar controle, simplificar manutenção e elevar a experiência do usuário.

Dessa maneira, a trajetória iniciada na aviação militar se conecta diretamente às rodovias brasileiras.
E, nesse contexto de modernização da infraestrutura, a tecnologia nacional pode ganhar ainda mais protagonismo.

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