O consórcio formado pela petroleiras arrematou quatro blocos onshore, (PAR-T-196, PAR-T-215, PAR-T-86 e PAR-T-99), todos pertencentes a Bacia do Paraná
O grupo formado entre Eneva (70% e operação) e Enauta (30%) foi o primeiro a comprar neste dia (04/12) os blocos terrestres de petróleo, na Bacia do Paraná, do certame no leilão da Oferta Permanente, que conta com 63 petroleiras inscritas. Petrobras informou ontem à noite (04) que concluiu as negociações com o Grupo Mubadala para a venda da RLAM, na Bahia
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O consórcio formado pela petroleiras arrematou quatro blocos onshore, (PAR-T-196, PAR-T-215, PAR-T-86 e PAR-T-99), todos pertencentes a Bacia do Paraná
As petroleiras desembolsaram R$ 2,1 milhões para a aquisição das quatro áreas. Nenhuma outra empresa ou consórcio fez lances por outros blocos oferecidos na Bacia do Paraná.
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Estão sendo ofertados no segundo Ciclo da Oferta Permanente 14 áreas de blocos exploratórios de petróleo de nove bacias: Santos, Espírito Santo, Campos, Paraná, Amazonas, Recôncavo, Sergipe-Alagoas, Potiguar e Tucano.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP, está ofertando dois setores de áreas com acumulações marginais das bacias do Solimões e Recôncavo. Ao todo, 63 empresas estão se inscreveram no leilão.
Sobre Oferta Permanente – ANP
No sistema de Oferta Permanente, a ANP oferece alguns tipos específicos de áreas. São campos devolvidos ou em processo de devolução e blocos exploratórios ofertados em licitações anteriores e não arrematados.
Também fazem parte do certame novos blocos exploratórios de petróleo em estudo na agência. Só ficam de fora as áreas no pré-sal, estratégicas ou localizadas na Plataforma Continental além das 200 milhas náuticas.
Bento Albuquerque, Ministro de Minas e Energia, reforçou a intenção do governo federal em incluir áreas exploratórias de petróleo do pré-sal nesse tipo de certame em um futuro próximo.
