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Em 2020 os polos da Petrobras em águas profundas e ultraprofundas serão 88% de exploração e produção

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Escrito por Paulo Nogueira Publicado em 19/11/2019 às 19:35

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Petrobras exploração e produção de petróleo
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Os polos de exploração e produção em águas rasas devem representar no próximo ano apenas 2% do total, nos planos da Petrobras

Petrobras estima que seus ativos em águas profundas e ultraprofundas representem 88% do total de polos de exploração e produção (E&P) no próximo ano, contra 55% atualmente. A petroleira estatal realiza o maior levantamento sísmico do mundo em Búzios

O anúncio ocorreu nesta terça-feira, 19 de novembro,  por Roberto Ardenghy, diretor-executivo de Relacionamento Institucional da companhia.

A transformação ocorrerá enquanto a estatal realiza um programa bilionário de vendas de ativos, que tem como foco adequar o portfólio para projetos de maior retorno financeiro, essencialmente o pré-sal, nas bacias de Campos e Santos.

“A Petrobras está selecionando aqueles projetos onde tem mais capacidade de recuperar o valor investido, perseguindo custo baixo…”, disse nesta terça-feira o diretor-executivo de Relacionamento Institucional da petroleira estatal, Roberto Ardenghy.

Nos planos da Petrobras, os polos de exploração e produção em águas rasas devem representar em 2020 apenas 2% do total,  contra 8% atualmente. Já os polos em terra devem atingir 10%, ante 37% na mesma comparação.

Durante um evento na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Ardenghy afirmou “Hoje 24% dos nossos campos, em águas profundas, produzem 81% do petróleo que a Petrobras produz, enquanto 76% dos nossos campos, em águas rasas e em terra, produzem apenas 19% do volume produzido.”

Ele também ressaltou durante sua apresentação, o interesse da estatal em avançar com seus projetos em parcerias com empresas estrangeiras.

Segundo o executivo, o anseio é que os ativos em parceria com outras empresas representem 57% do total em 2020, ante 34% atualmente.

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Paulo Nogueira

Técnico em Elétrica desde 2008, formado pelo Instituto Federal Fluminense (IFF), antigo CEFET, uma das mais tradicionais instituições de ensino técnico do Brasil. Atuou por diversos anos nas áreas de petróleo e gás offshore, energia e construção, experiência que hoje aplica na produção de conteúdo especializado sobre o setor energético. Com mais de 8 mil publicações em revistas e portais online, dedica-se à cobertura do mercado de trabalho, petróleo e gás, energia, economia, renováveis e empreendedorismo. Para dúvidas, sugestões ou correções, entre em contato pelo e-mail paulohsnogueira@gmail.com. Este canal não recebe currículos.

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