A Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em parceria com o Banco Central, a Secretaria Nacional do Consumidor e o Procon, anunciou hoje um mutirão para renegociar suas dívidas, que acontecerá entre 1º e 31 de março.
Durante esse período, os brasileiros poderão renegociar suas dívidas em atraso diretamente com os bancos, por meio dos canais na internet, telefone e agências, bem como pelo portal do governo (consumidor.gov.br). As modalidades de crédito elegíveis incluem cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e outras formas de financiamento, exceto aqueles que possuam garantias patrimoniais (como veículos, motocicletas ou imóveis).
O número de parcelas, porcentagem de desconto e demais questões serão negociadas diretamente entre o cliente e a instituição financeira. Esse é o segundo mutirão realizado este ano; o primeiro ocorreu em novembro de 2022. De acordo com a Febraban, foram renegociados 2,3 milhões de contratos durante aquela edição da campanha.
Dados recentes apontam que cerca de 65,1 milhões de brasileiros estão inadimplentes. O mutirão é uma ótima forma para quem deseja renegociar suas dívidas e regularizar sua situação financeira.
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Economia | Renegociação de dívidas
O Banco Central do Brasil anuncia o início de um projeto-piloto com a moeda digital Real Digital em março, de acordo com o presidente Roberto Campos Neto. O novo sistema não necessita de regulamentação adicional, pois será baseado na já existente dos depósitos.
O Banco Central do Brasil (BC) confirmou que o projeto-piloto da sua futura moeda virtual oficial, chamada de Real Digital, começará em março de 2023. O presidente do BC Roberto Campos Neto disse que a moeda estará funcionando para o público até 2024.
“Em termos de próximos passos, no mês que vem, a gente vai ter o piloto funcionando”, explicou Campos Neto durante um evento em uma universidade em Brasília. “A medida em que a gente vai tendo segurança, a ideia é ter alguma coisa funcionando no máximo no final de 2024”, completou.
A criação da moeda digital conta com o apoio de diversas instituições e será baseada em depósitos tokenizados – bloqueados e emitidos como tokens – com a intenção de melhorar a eficiência e a inclusão digital. Desse modo, Campos Neto destaca que não será necessário criar uma regulamentação específica para lançar a moeda digital, já que ela herdará toda a regulamentação dos depósitos.
Portanto, os brasileiros podem esperar por uma pronta implementação do Real Digital no país até o fim de 2024, pois o projeto-piloto já estará funcionando no próximo mês. O Presidente do Banco Central (BC) do Brasil, Roberto Campos Neto, anunciou nesta segunda-feira (27) que o projeto piloto para a criação de uma moeda digital oficial brasileira – o Real Digital – será iniciado ainda em março deste ano.
O objetivo é que até 2024 essa moeda esteja totalmente implantada e funcionando para o público. O desenvolvimento do projeto conta com a parceria de diversas instituições financeiras. De acordo com Campos Neto, o real digital é um extensão da moeda física usada atualmente pelas pessoas, e terá custos menores de intermediação, maior eficiência e inclusão digital, além da possibilidade de monetização desses recursos.
Apesar disso, não haverá remuneração por parte dos bancos para os recursos mantidos no Real Digital. Também não será necessário criar uma nova regulamentação para lançar a moeda digital no país, pois ela herda todas as regras já existentes para depósitos. Assim, a partir de março deste ano, mais detalhes sobre o Real Digital começam a ser divulgados, com previsão de sua implantação completa até 2024.


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