Estrutura aérea própria integra estratégia de mobilidade do empresário e inclui jatos com matrículas associadas à marca, aeronaves de diferentes alcances e helicópteros usados em deslocamentos nacionais e internacionais ligados à operação da rede varejista.
Além das megalojas espalhadas pelo país, o empresário Luciano Hang utiliza uma estrutura própria de aviação executiva para deslocamentos ligados à rotina corporativa e compromissos fora de Santa Catarina, incluindo aeronaves registradas com identificação associada à Havan e voos de diferentes alcances.
A composição da frota reúne aviões com perfis distintos, combinando um jato capaz de cruzar longas distâncias, um modelo empregado em agendas domésticas e helicópteros usados em trechos curtos, o que reduz tempo de logística em viagens de trabalho e compromissos simultâneos.
Aviação executiva como ferramenta de deslocamento empresarial
A utilização de aeronaves privadas costuma atender a uma demanda comum entre grandes grupos com operações espalhadas, já que permite encaixar visitas a unidades, reuniões e eventos em roteiros mais compactos, sem depender da disponibilidade da malha comercial ou de conexões.
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Nesse contexto, a frota atribuída a Hang e à estrutura ligada à Havan aparece em registros e em publicações sobre aviação, com matrículas que se tornaram conhecidas por referências diretas à marca, especialmente em aeronaves exibidas em aeroportos do Sul.
Ao longo do tempo, o uso recorrente dessas aeronaves também reforçou a associação pública entre a imagem do empresário e a mobilidade aérea, embora detalhes como frequência de voos e custos operacionais não estejam disponíveis de forma consolidada em fontes oficiais abertas.
Learjet 45 PR-HVN e identidade visual da Havan
Um dos aviões mais citados em registros de entusiastas e publicações do setor é o Bombardier Learjet 45 de matrícula PR-HVN, apontado como aeronave vinculada à rede Havan e fotografado em diferentes aeroportos, com menção explícita à identificação.
A matrícula ajuda a explicar por que esse jato foi incorporado ao imaginário em torno do empresário, já que o sufixo remete diretamente ao nome da varejista, elemento que costuma ser usado como estratégia de reconhecimento em frota corporativa.
Em registros públicos de imagens, o PR-HVN aparece associado ao modelo Learjet 45 e à operação pela Havan, o que reforça a ideia de que o avião funciona como base para deslocamentos rápidos em território nacional, especialmente em rotas curtas e médias.

Challenger 350 PR-HNG e voos de alcance intermediário
Outra aeronave apontada como parte do conjunto é o Bombardier Challenger 350 com matrícula PR-HNG, descrito em publicação especializada como avião particular pertencente à rede Havan, com registro de ano e identificação em referência direta ao operador.
Na prática, esse tipo de jato costuma ocupar um espaço intermediário na aviação executiva, oferecendo alcance e capacidade maiores que modelos leves, mas sem a mesma estrutura de um superjato intercontinental, o que favorece agendas nacionais com mais passageiros.
As citações sobre o PR-HNG em páginas de aviação se concentram na identificação do modelo e do vínculo com a Havan, sem detalhar a rotina de uso, o que limita qualquer afirmação sobre rotas, frequência de deslocamentos ou objetivos específicos de cada viagem.
Global 6000 PP-LHG e viagens internacionais
Quando o assunto é alcance internacional, a aeronave mais associada a Hang é o Bombardier Global 6000 de matrícula PP-LHG, referência que aparece em registros e menções sobre o modelo em materiais de aviação que citam a Havan.
O Global 6000 é classificado como jato executivo de grande porte e longo alcance e, por se tratar de aeronave voltada a trajetos extensos, costuma ser descrito como opção para viagens internacionais, embora detalhes operacionais específicos dependam da configuração e do planejamento do voo.
Mesmo com a associação recorrente entre a matrícula e o empresário, não há documento público facilmente acessível que consolide em um único lugar a lista completa de aeronaves em nome de Hang ou da Havan.
Helicópteros e logística em agendas simultâneas
Além dos jatos, helicópteros também aparecem ligados à estrutura de mobilidade da empresa, especialmente por permitirem deslocamentos ponto a ponto em trajetos curtos, sem a necessidade de infraestrutura aeroportuária ampla, o que costuma ser útil em agendas apertadas.
Um episódio que deu visibilidade a esse tipo de operação ocorreu durante as enchentes no Rio Grande do Sul, quando a própria empresa informou que enviou dois helicópteros para o estado, em meio a postagens enganosas sobre a quantidade de aeronaves.

A checagem indicou que vídeos compartilhados nas redes sociais misturavam aeronaves de diferentes origens e que apenas parte do material mostrava helicópteros efetivamente utilizados pela Havan, o que reforça a necessidade de cautela ao atribuir imagens e matrículas.
Frota aérea como suporte à expansão da rede
Com lojas distribuídas em várias regiões, uma estrutura aérea própria tende a encurtar deslocamentos para inspeções, inaugurações e encontros com equipes, ainda que a dimensão exata desse impacto dependa de fatores internos, como planejamento de agenda e disponibilidade de tripulação.
Ao reunir aeronaves com perfis diferentes, a operação consegue alternar entre custos, alcance e capacidade conforme a necessidade, evitando empregar um jato de longo alcance em trechos onde um modelo intermediário ou um helicóptero seria suficiente, quando disponíveis.
Como o texto descreve uma estrutura milionária, vale registrar que valores de aquisição, custos mensais e despesas de manutenção não aparecem de forma confirmada e padronizada em fontes oficiais abertas.

