O patrocínio no futebol brasileiro da Bebidas Poty começou com o Mirassol Futebol Clube, mas transformou a empresa de Potirendaba na maior copacker de bebidas do país.
Nas fotos de vitórias recentes do Mirassol Futebol Clube, uma cena se repete: jogadores comemorando, torcida em festa e a Bebidas Poty sempre no peito da camisa. Há mais de 15 anos, o time entra em campo com o mesmo nome estampado no uniforme, em um dos patrocínios mais longos do futebol brasileiro atual. O que começou em 2007 como um pedido informal para ajudar o clube da cidade vizinha se transformou em estratégia de marketing contínua, com a Poty enxergando no esporte um palco ideal para crescer.
O que talvez nem todo mundo perceba é que, por trás desse escudo no peito, está uma empresa fundada em Potirendaba, um município de cerca de 18 mil habitantes no interior de São Paulo, que faturou 1 bilhão e 100 milhões de reais em 2025 e se consolidou como a maior copacker de bebidas do país. Mais do que aparecer na camisa do Mirassol, a Bebidas Poty virou a engrenagem industrial que fabrica e envasa produtos para grandes marcas, enquanto prepara um novo salto de crescimento com investimentos em tecnologia, capacidade produtiva e sustentabilidade.
De favor local a estratégia de marca de longo prazo
A história começa em 2007, quando o CEO da Bebidas Poty, José Luiz Franzotti, recebeu um pedido simples, quase doméstico.
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A empresa fornecia bebidas para a rede de supermercados de Juninho Antunes, que viria a se tornar o gestor do Mirassol. Em meio à relação comercial, surgiu o convite para apoiar o time.
O patrocínio nasceu como um gesto de parceria entre negócios do interior, mas rapidamente ganhou outra dimensão.
A Poty entendeu que fazia sentido transformar aquele favor em estratégia, conectar sua marca ao futebol e ao cotidiano das cidades atendidas.
A partir daí, o apoio se ampliou. Hoje, a empresa patrocina mais de 20 clubes, em sua maioria do interior de São Paulo, e marcas do grupo já apareceram nas camisas de gigantes como São Paulo, Corinthians, Santos e Palmeiras, além de eventos de grande visibilidade como a Fórmula 1.
Quando o Mirassol viveu uma ascensão recente e se tornou sensação do futebol brasileiro, a Bebidas Poty soube aproveitar o hype.
Cada jogo televisionado, cada imagem de arquibancada, cada foto de comemoração reforçava a associação entre desempenho em campo e a marca que, silenciosamente, crescia na indústria.
O patrocínio que começou como um favor se consolidou como um dos cases mais duradouros de exposição esportiva no país.
Do interior de Potirendaba ao bilhão em faturamento
Enquanto a camisa do Mirassol ganhava espaço no noticiário esportivo, a Bebidas Poty construía, dentro de casa, uma curva de crescimento igualmente impressionante.
A empresa que nasceu em Potirendaba, em uma cidade de 18 mil habitantes, alcançou em 2025 um faturamento de 1 bilhão e 100 milhões de reais.
Esse número é resultado de uma combinação de fatores. De um lado, a presença de marca impulsionada pelo esporte amplia reconhecimento, abre portas comerciais e reforça a imagem de proximidade com o consumidor.
De outro, há um projeto industrial consistente, baseado em eficiência, escala e capacidade de atender clientes cada vez maiores. A Poty não se limita mais à venda de refrigerantes e bebidas com rótulo próprio.
Hoje, cerca de 65 por cento da produção da Bebidas Poty é destinada a outras marcas, em um modelo em que a empresa assume a função de copacker.
Na prática, a indústria de Potirendaba se torna a fábrica por trás da embalagem de grandes marcas que aparecem nas prateleiras de todo o país, enquanto a parte restante da produção continua abastecendo o portfólio próprio do grupo.
Como a Bebidas Poty virou a maior copacker de bebidas do país
Tornar-se a maior copacker de bebidas do Brasil não acontece por acaso. Nos últimos três anos, a Bebidas Poty investiu mais de 400 milhões de reais em automação, rastreabilidade e novas linhas de produção.
Esses investimentos se traduzem em uma operação capaz de produzir mais de 6 milhões de caixas por mês, com padrão industrial que atende a exigências de grandes clientes.
Ao atuar como copacker, a Poty assume um papel silencioso, mas estratégico. Marcas conhecidas terceirizam parte da produção e do envase, enquanto a empresa do interior organiza sua planta para entregar volume, regularidade e controle de qualidade em escala nacional.
A força da Bebidas Poty está justamente em ser o motor industrial por trás de rótulos diferentes, usando a mesma infraestrutura para produzir tanto para terceiros quanto para as marcas próprias do grupo.
Essa posição exige tecnologia e previsibilidade. É por isso que automação e rastreabilidade apareceram como prioridades de investimento.
Cada linha de produção precisa entregar exatamente o que o cliente contratou, no volume certo, no tempo certo, com o padrão acordado.
A partir desse arranjo, a empresa fortalece contratos de longo prazo e consolida a imagem de parceira confiável para grandes grupos do setor de bebidas.
Indústria, campo e reciclagem: a potência por trás da garrafa
Além da capacidade industrial, a Bebidas Poty trabalhou a cadeia de valor para além dos muros da fábrica.
A empresa verticalizou parte da operação e passou a investir em etapas que influenciam custo, qualidade e percepção ambiental do produto final.
Um dos movimentos foi a criação de uma fábrica de aromas na região amazônica, ligada ao fornecimento de insumos que se conectam ao portfólio da empresa.
Outro eixo foi o investimento em guaraná produzido com agricultores familiares, aproximando a indústria do campo e incorporando produtores de menor porte em uma cadeia estruturada.
Esses vínculos ajudam a garantir oferta de matéria-prima e fortalecem a narrativa de produto com origem controlada.
No outro extremo da cadeia, a Bebidas Poty estruturou um sistema próprio de reciclagem de embalagens. A iniciativa atua na redução de resíduos, na destinação correta de materiais e na construção de uma imagem de marca atenta à sustentabilidade.
A combinação de eficiência industrial, relação com o campo e preocupação ambiental forma a base de uma potência que vai muito além da exposição em estádio.
O próximo salto da Bebidas Poty
Com o faturamento bilionário já consolidado e a liderança como maior copacker de bebidas do país, a Bebidas Poty se prepara para uma nova mudança de patamar.
Em 2026, a empresa vai inaugurar a maior linha de produção de sua história, com capacidade para triplicar o volume atual.
Essa expansão não é apenas um número a mais no gráfico. Triplicar a capacidade significa abrir espaço para novos contratos, ampliar o atendimento às marcas que já são clientes e reforçar a presença da Poty no mercado nacional.
Em um cenário em que grandes conglomerados procuram parceiros confiáveis para terceirizar parte do portfólio, estar pronto para entregar mais é um diferencial competitivo direto.
Ao mesmo tempo, a presença constante no futebol e em outros eventos esportivos mantém a marca visível para o consumidor final.
O patrocínio ao Mirassol, que começou como favor entre vizinhos, hoje é parte de um tabuleiro maior, em que a Bebidas Poty conecta indústria, esporte, agricultura familiar e reciclagem em um único projeto de longo prazo.
O resultado é um case raro de empresa do interior que transformou um patrocínio local em golaço nacional duradouro, sem abandonar suas raízes geográficas nem a lógica de reinvestir em capacidade produtiva e em cadeia sustentável.
Na sua opinião, o patrocínio da Bebidas Poty ao Mirassol foi mais importante para fortalecer a marca da empresa ou para impulsionar o clube dentro de campo?


Matéria Patrocinada pela empresa
Meio que óbvio, empresa de jornalismo ou comunicação não faz propaganda pra ninguém de graça
Sim , sempre gostei da guarana Poty. Esses dias encontrei a laranja , uma delícia. Até comprei uma camisa do Mirassol, mesmo sendo torcedor do Corinthians.
Engraçado…Eu nunca vi uma bebida dessa marca!!! Kkkkkk
Nem eu
A piracanjuba também envaza os produtos da Nestlé.sem ser notada.