O BYD Dolphin Mini pode ser financiado com parcelas fixas de R$ 999 até 31 de maio de 2026. Veja as condições, especificações e o custo total do negócio.
A montadora chinesa BYD mantém até o dia 31 de maio de 2026 uma condição especial de financiamento para o BYD Dolphin Mini, seu hatch elétrico compacto voltado ao uso urbano. Com parcelas fixas de R$ 999 mensais ao longo de cinco anos, a oferta busca tornar a transição para os carros elétricos mais acessível para o consumidor brasileiro — sem a necessidade de assumir prestações elevadas, segundo informações do Mundo do Automóvel para PCD e do site oficial da montadora. A estratégia, segundo a própria fabricante, está centrada na percepção de custo mensal, e não apenas no preço à vista do veículo.
Como funciona o financiamento do Dolphin Mini?
O preço público sugerido do BYD Dolphin Mini na versão GS é de R$ 119.990. Para acessar a condição com parcelas de R$ 999, o comprador precisa dar uma entrada equivalente a 70% do valor do veículo, ou seja, R$ 83.993. O saldo restante é então parcelado em 60 prestações fixas de R$ 999.
Por outro lado, é importante considerar o custo total da operação. Com a incidência de juros de 1,46% ao mês, o valor final pago ao término do contrato chega a R$ 143.933 — uma diferença de cerca de R$ 24 mil em relação ao preço original. Esse tipo de variação é comum em financiamentos convencionais e deve ser levada em conta na hora de planejar a compra.
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| Item | Valor |
| Preço sugerido (versão GS) | R$ 119.990 |
| Entrada (70%) | R$ 83.993 |
| Parcela mensal | R$ 999 |
| Prazo | 60 meses |
| Juros mensais | 1,46% ao mês |
| Valor total pago | R$ 143.933 |
| Validade da oferta | 31/05/2026 |

BYD Dolphin Mini: ficha técnica e autonomia
Além da condição de financiamento, o modelo se destaca por suas especificações voltadas à mobilidade urbana. O motor elétrico dianteiro entrega 75 cv de potência e 13,8 kgfm de torque — números adequados para o trânsito das cidades.
A bateria de 38 kWh, com tecnologia LFP (Lítio-Ferro-Fosfato) e sistema Blade — desenvolvido pela BYD para maior segurança e eficiência —, oferece autonomia de até 280 km conforme os critérios do INMETRO. Portanto, o veículo atende bem a quem utiliza o carro em trajetos diários de curta e média distância.
Outro diferencial apontado pela fabricante é a eficiência energética: o Dolphin Mini é apresentado como o carro mais econômico do mercado brasileiro atualmente, com custo estimado de menos de R$ 0,09 por quilômetro rodado, considerando uma tarifa de R$ 0,85 por kWh e eficiência de 0,41 MJ/km.

Dimensões, porta-malas e plataforma tecnológica
Com 3,78 metros de comprimento e entre-eixos de 2,50 metros, o hatch ocupa um espaço compacto, mas aproveita bem o espaço interno para a categoria. O porta-malas tem capacidade de 230 litros, compatível com a proposta de uso urbano do modelo.
O veículo é construído sobre a e-Platform 3.0, plataforma desenvolvida exclusivamente pela BYD para carros 100% elétricos. Segundo a fabricante, a tecnologia foi criada para otimizar segurança, autonomia e experiência de condução.
Segurança e tecnologia de bordo
O BYD Dolphin Mini reúne um conjunto relevante de itens de segurança e conectividade:
- 6 airbags ao total: 2 frontais, 2 laterais e 2 de cortina;
- Freios a disco nas quatro rodas, com função regenerativa que aproveita a frenagem para recarregar a bateria;
- 61% de aço na estrutura, proporcionando maior resistência em caso de colisão;
- Tela flutuante giratória de 10,1 polegadas com função de tela dividida e controle de voz;
- Carregamento sem fio para celulares, além de entradas USB tipo A e tipo C.
Assim, o modelo combina tecnologia embarcada e segurança passiva em um pacote voltado ao público urbano que busca seu primeiro carro elétrico.

Uma porta de entrada para os elétricos no Brasil
O mercado de veículos elétricos no Brasil vem registrando crescimento consistente nos últimos meses, e o BYD Dolphin Mini se posiciona como uma das alternativas mais acessíveis desse segmento. A combinação de preço competitivo, baixo custo por quilômetro e condição de financiamento com parcela fixa abaixo de R$ 1.000 reforça esse posicionamento.
Para quem considera a transição para um elétrico, a oferta com validade até 31 de maio de 2026 representa uma janela concreta — desde que o comprador esteja preparado para a entrada de 70% e tenha clareza sobre o custo total ao final do contrato.
Com informações do Mundo do Automóvel para PCD e BYD

Chinês e esperto. Este valor de entrada é o custo que eles têm para colocar o carro legalizado aqui no Brasil. O restante que você vai pagar em 5 anos será o lucro. Boa jogada. Com isso eles dobram o lucro em forma de financiamento. E como se eles mesmo lê em emprestasse este valor que faltaria para concluir os 120
Que parcelinha top!! Arrumar a entrada de 70% não é nada relevante