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Pequena cidade de 24.152 habitantes muda de patamar após chegada de fábrica R$ 22 bilhões que transformou a economia, empregou 10 mil pessoas, segue com 3 mil empregados e já opera no seu máximo

Publicado em 03/12/2025 às 21:58
Atualizado em 03/12/2025 às 22:00
Fábrica de celulose, Ribas do Rio Pardo, Suzano
Imagem: Divulgação
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A instalação da unidade de celulose com investimento de R$ 22 bilhões elevou a produção anual para 2,55 milhões de toneladas e reposicionou Ribas do Rio Pardo, impulsionando empregos, energia excedente e logística integrada no município

Ribas do Rio Pardo passou por uma mudança profunda depois da chegada da nova fábrica de celulose, porque o investimento de R$ 22 bilhões amplificou a atividade econômica local. A cidade, com 24.152 moradores, recebeu a unidade da Suzano que já opera com 2,55 milhões de toneladas anuais.

A planta usa tecnologia da ANDRITZ e alcançou performance máxima em tempo curto. Portanto, virou referência internacional.

O diretor Leonardo Mendonça Pimenta diz que integrar todos os sistemas rapidamente foi conquista notável e destaca o esforço das equipes.

Atingir a capacidade total

A produção nominal de 2,55 milhões de toneladas por ano foi atingida em menos de um ano, algo incomum no setor.

A construção levou 30 meses e reuniu mais de 10 mil trabalhadores no auge das obras, criando um fluxo intenso na região.

Hoje atuam cerca de 3 mil profissionais nas frentes industrial, florestal e logística. Além disso, essa estrutura consolidou Ribas do Rio Pardo no mercado global de celulose, porque ampliou a visibilidade técnica do município.

Tecnologias aplicadas

O complexo reúne sistemas de gaseificação, recuperação química e automação avançada. Há também robótica e processos de digitalização.

A planta SulfoLoop garante autossuficiência no ácido sulfúrico, reforçando eficiência interna e reduzindo dependências externas simples.

Outro ponto é a base florestal com raio médio de 65 quilômetros. Isso reduz custos de transporte e impacto ambiental, já que a distância curta otimiza o deslocamento. O modelo se tornou argumento central na operação.

Energia e logística

A fábrica gera energia verde e mantém excedente de 180 MW médios. Essa sobra pode abastecer cidade com mais de 2 milhões de habitantes, criando marco para o negócio e gerando impacto direto na estratégia industrial.

A logística também ganhou peso. O alinhamento entre plantios, estradas e indústria fortalece o ritmo operacional.

Pequenos ajustes ainda ocorrem, mas o desempenho se mantém consistente e reforça o papel da unidade.

O crescimento recente reposicionou Ribas do Rio Pardo no cenário produtivo. A megafábrica segue como vetor de empregos, inovação e processos ambientais que moldam a rotina local e ampliam projeções futuras.

A trajetória indica novos ciclos de operação e ajusts simples que devem continuar impulsionando o municipio nos próximos anos.

Com informações de GMC Online.

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Romário Pereira de Carvalho

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