A instalação da unidade de celulose com investimento de R$ 22 bilhões elevou a produção anual para 2,55 milhões de toneladas e reposicionou Ribas do Rio Pardo, impulsionando empregos, energia excedente e logística integrada no município
Ribas do Rio Pardo passou por uma mudança profunda depois da chegada da nova fábrica de celulose, porque o investimento de R$ 22 bilhões amplificou a atividade econômica local. A cidade, com 24.152 moradores, recebeu a unidade da Suzano que já opera com 2,55 milhões de toneladas anuais.
A planta usa tecnologia da ANDRITZ e alcançou performance máxima em tempo curto. Portanto, virou referência internacional.
O diretor Leonardo Mendonça Pimenta diz que integrar todos os sistemas rapidamente foi conquista notável e destaca o esforço das equipes.
-
SpaceX define ação a US$ 135 e mira IPO histórico de US$ 75 bilhões para estrear na Nasdaq com valor de mercado trilionário
-
Enquanto o mundo corre para minerar o lítio do Congo e do Chile, o Brasil senta sobre uma das maiores reservas e mal começou a explorar
-
Herdeiro trabalhou aos treze anos em fábrica de sorvete sem revelar ser filho do dono; hoje, aos vinte e cinco, lidera a marca de sorvete para consumo doméstico mais vendida do Nordeste, fatura quase R$ 300 milhões, tem 145 lojas e enfrenta multinacionais com sabores regionais
-
Fabricante gaúcha de fechaduras investe R$ 150 milhões para superar R$ 1 bilhão em faturamento, criar 200 empregos e dobrar armazenagem, enquanto escolhe Santa Catarina para instalar novo centro logístico e acelerar entregas no Sul do Brasil
Atingir a capacidade total
A produção nominal de 2,55 milhões de toneladas por ano foi atingida em menos de um ano, algo incomum no setor.
A construção levou 30 meses e reuniu mais de 10 mil trabalhadores no auge das obras, criando um fluxo intenso na região.
Hoje atuam cerca de 3 mil profissionais nas frentes industrial, florestal e logística. Além disso, essa estrutura consolidou Ribas do Rio Pardo no mercado global de celulose, porque ampliou a visibilidade técnica do município.
Tecnologias aplicadas
O complexo reúne sistemas de gaseificação, recuperação química e automação avançada. Há também robótica e processos de digitalização.
A planta SulfoLoop garante autossuficiência no ácido sulfúrico, reforçando eficiência interna e reduzindo dependências externas simples.
Outro ponto é a base florestal com raio médio de 65 quilômetros. Isso reduz custos de transporte e impacto ambiental, já que a distância curta otimiza o deslocamento. O modelo se tornou argumento central na operação.
Energia e logística
A fábrica gera energia verde e mantém excedente de 180 MW médios. Essa sobra pode abastecer cidade com mais de 2 milhões de habitantes, criando marco para o negócio e gerando impacto direto na estratégia industrial.
A logística também ganhou peso. O alinhamento entre plantios, estradas e indústria fortalece o ritmo operacional.
Pequenos ajustes ainda ocorrem, mas o desempenho se mantém consistente e reforça o papel da unidade.
O crescimento recente reposicionou Ribas do Rio Pardo no cenário produtivo. A megafábrica segue como vetor de empregos, inovação e processos ambientais que moldam a rotina local e ampliam projeções futuras.
A trajetória indica novos ciclos de operação e ajusts simples que devem continuar impulsionando o municipio nos próximos anos.
Com informações de GMC Online.

-
-
-
-
-
-
25 pessoas reagiram a isso.