Suspenso a 250 metros de altura em Chongqing, The Crystal reúne 300 metros de extensão, cerca de 40 mil toneladas, mirante panorâmico, jardins suspensos e restaurantes em uma estrutura apoiada sobre torres
O prédio deitado na China, conhecido oficialmente como The Crystal, transformou a paisagem de Chongqing ao suspender uma estrutura de 300 metros a 250 metros de altura, com peso aproximado de 40 mil toneladas, mirante panorâmico, jardins suspensos, restaurantes e soluções de engenharia para estabilidade contra ventos e abalos sísmicos.

Prédio deitado na China foi montado no solo antes de ser elevado
A construção do The Crystal exigiu uma estratégia diferente da montagem tradicional em grande altitude. Conforme as informações atribuídas ao Safdie Architects, os segmentos metálicos foram montados no solo antes do içamento até o topo dos arranha-céus principais.
A opção por montar partes da estrutura em superfície firme reduziu a complexidade do trabalho em altura.
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Depois dessa etapa, macacos hidráulicos foram usados para elevar milhares de toneladas de aço de forma controlada até a posição final.
O processo envolveu uma sequência de montagem, elevação e fixação aérea. A estrutura foi consolidada nas torres com sistemas de travamento preparados para suportar as exigências de uma obra suspensa em grande altitude.
Estrutura de 300 metros concentra lazer, observação e uso turístico
O The Crystal tem comprimento total de 300 metros lineares e abriga funções voltadas ao público. Entre os espaços citados no material-base estão jardins suspensos, restaurantes e uma plataforma de observação transparente.
O mirante panorâmico oferece vista de 360 graus, transformando a parte superior do complexo em uma atração turística dentro da própria estrutura. O projeto também inclui uma piscina infinita climatizada em ambiente coberto.
A combinação de lazer, observação e circulação elevada diferencia o prédio deitado na China de uma ponte comum entre edifícios.
A estrutura funciona como um corredor suspenso com áreas de permanência e visitação.

Segurança depende de sistemas contra ventos e abalos sísmicos
A integração entre o corredor suspenso e as torres exigiu soluções voltadas à estabilidade. O material-base informa que sistemas flexíveis permitem ao bloco oscilar de forma segura, sem comprometer as estruturas verticais.
A estabilidade do corredor também é acompanhada por monitoramento eletrônico. Sensores medem a pressão do ar e acionam contrapesos mecânicos internos, reduzindo a oscilação percebida dentro do complexo.
Os vidros estruturais da fachada passaram por testes em túneis de vento, segundo o material consultado. As camadas protetoras foram projetadas para resistir a pressões climáticas em grandes altitudes.
Obra reforça Chongqing como destino de arquitetura suspensa
Desde a inauguração, o complexo passou a integrar a imagem urbana de Chongqing. A proposta de unir torres por uma grande estrutura horizontal criou uma atração associada à engenharia civil e ao turismo arquitetônico.
O material-base afirma que visitantes procuram o local para conhecer a experiência de caminhar sobre uma estrutura suspensa.
Hotéis e restaurantes locais também teriam ajustado serviços para atender à demanda gerada pelo fluxo turístico.
A escala da obra é o principal ponto de interesse público: uma estrutura de 40 mil toneladas, posicionada a 250 metros de altura, com funções comerciais, turísticas e de lazer reunidas no topo de edifícios.
O projeto também aparece como exemplo de uso aéreo do espaço urbano, ao conectar edifícios por meio de uma construção horizontal. No caso de Chongqing, o diferencial está na dimensão física e na variedade de usos internos.
Esta matéria foi elaborada com base em informações de Safdie Architects e no material-base fornecido, com dados, números e declarações preservados conforme o material consultado.


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