Após um ano e meio utilizando motores Cummins recém-instalados, Blaine e Janice decidiram remover todo o sistema de propulsão do superiate de 24 metros abandonado no Alasca para instalar motores híbridos-elétricos, esvaziando completamente o compartimento e iniciando uma nova etapa estrutural
Blaine e Janice estão trocando motores novos por propulsão híbrida em um superiate de 24 metros abandonado no Alasca, após um ano e meio de uso, removendo todo o sistema anterior para modernizar o Tangaroa e reduzir emissões.
Superiate passa por troca completa de propulsão após restauração inicial
O casal adquiriu o Tangaroa, um superiate abandonado, acreditando que iniciariam uma jornada dos sonhos que os levaria à energia híbrida. No entanto, o processo de restauração levou mais tempo do que o previsto, exigindo trabalho contínuo para devolver a embarcação à antiga glória.
Sob a carroceria do superiate, haviam sido instalados dois motores Cummins novos. Mesmo assim, Blaine e Janice decidiram avançar para uma modernização adicional, optando por motores híbridos-elétricos no lugar do sistema anterior.
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A decisão já estava planejada há muito tempo. Após um ano e meio com os motores antigos, consideraram que era o momento adequado para realizar a substituição e preparar o superiate para o futuro.
Vídeo registra remoção dos motores e esvaziamento do compartimento
Um vídeo publicado em 4 de fevereiro de 2026 mostra a equipe retirando os motores antigos e esvaziando completamente o compartimento do motor. O processo inclui a remoção de baterias, transformadores e motores de geradores menores.
A intervenção exige a retirada completa de todos os componentes do sistema anterior. Segundo o registro em vídeo, a operação não é simples e demanda coordenação técnica cuidadosa.
A remoção dos motores novos do superiate representa uma etapa significativa na transição para o sistema híbrido, considerado um avanço rumo à modernização da embarcação.
Superiate híbrido promete operação silenciosa e menos emissões
Com a nova configuração, o Tangaroa deverá operar de forma silenciosa, proporcionando viagens mais tranquilas a bordo do superiate. A propulsão híbrida também permitirá a produção de menos emissões em comparação com os motores a diesel.
A modernização integra o projeto de transformar o superiate abandonado em uma embarcação híbrida, conforme planejado pelo casal desde a aquisição.
A expectativa é que o superiate navegue com sua nova propulsão híbrida após a conclusão das etapas técnicas em andamento.
Desafios logísticos marcaram retirada dos motores
A retirada dos motores antigos não foi uma tarefa simples. Para aumentar a complexidade, o guindaste contratado para remover os motores chegou um dia antes do previsto.
Com a chegada da chuva, foi necessário acelerar os preparativos e correr contra o tempo para deixar tudo pronto. A locomotiva número um, chamada Stella, foi lentamente içada pela escotilha superior até terra firme.
O segundo motor, da Porsche, apresentou maior complexidade na remoção, mas também foi retirado do superiate. Ainda restavam outros itens a serem lançados, mas a etapa representou um avanço relevante no projeto.
A substituição consolida o objetivo de construir a embarcação híbrida planejada desde o início da restauração. O superiate, antes abandonado no Alasca, segue em processo de transformação rumo à nova fase de propulsão.
