A Electrolux amplia sua presença no país com a inauguração de sua maior e mais sustentável fábrica na América Latina, elevando a produção nacional de eletroportáteis e reforçando a posição estratégica do Brasil dentro da operação global.
A Electrolux vive um 2025 de muitas novidades: sendo a maior delas a inauguração de sua maior e mais sustentável fábrica na América Latina, em São José dos Pinhais. Leandro Jasiocha, CEO para a América Latina, falou das novidades em entrevista a CNN Brasil.
O CEO afirmou que o Brasil passou a ocupar um lugar sem precedentes para o grupo sueco.
Em agosto de 2025, quando a empresa anunciou seu projeto industrial, o investimento já chamava atenção.
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Com aporte de R$ 700 milhões até 2026, a nova planta se tornava o maior investimento da Electrolux em quase um século de operações no país. Agora, meses depois, o discurso público da empresa reforça uma estratégia consolidada: ampliar presença, produzir localmente categorias antes dependentes de importação e colocar sustentabilidade no centro da expansão.
Brasil assume liderança global nas vendas da marca
Na CNN, Jasiocha afirmou que o país se tornou o maior mercado do mundo para a marca Electrolux, superando todos os demais. Segundo ele, essa posição elevou o Brasil a um patamar estratégico dentro do grupo.
O executivo explicou que o desempenho brasileiro – presente em mais de 70% dos lares – foi decisivo para impulsionar o novo ciclo de investimentos.
Ele destacou que o projeto inaugurado no Paraná é o maior da história da Electrolux na América Latina, reforçando que o país tem papel decisivo nas metas de crescimento da companhia.
Nova fábrica marca mudança de escala e de portfólio
Com a unidade de São José dos Pinhais já inaugurada e em operação, a empresa avança em categorias que antes eram totalmente importadas.
Liquidificadores e ventiladores passam a ser produzidos localmente, com capacidade final prevista para mais de 5 milhões de itens por ano – número que equivale a 25% do faturamento de eletroportáteis da marca no Brasil.
A instalação ocupa 300 mil m2 de um terreno total de 1,5 milhão de m2 e deve gerar dois mil empregos quando estiver em plena operação.
A companhia afirma que desenvolveu tecnologias específicas para o mercado brasileiro, como ventiladores com alcance de 17 metros e um novo sistema de trituração para liquidificadores.
Jasiocha disse que a produção nacional permitirá preços mais competitivos, ampliando a disputa pela vice-liderança no mercado de eletroportáteis.
Ele também lembrou que a nova planta deve superar todas as outras unidades do grupo em capacidade de produção em volume. Atualmente, a fábrica de São Carlos lidera esse ranking, com 4,5 milhões de unidades em fogões, lavadoras, fornos e cooktops.
Sustentabilidade deixa de ser discurso e vira estrutura de fábrica
Na entrevista à CNN, Jasiocha detalhou que a fábrica paranaense foi projetada para operar dentro dos princípios de sustentabilidade que norteiam o grupo globalmente.
Ele reiterou que a planta utiliza 100% de energia renovável e não envia resíduos para aterros que não sejam certificados. Veículos internos são elétricos, o sistema de climatização dispensa ar-condicionado e utiliza venezianas automatizadas para regular a temperatura, e o complexo inclui 138 mil m2 de áreas nativas preservadas.
O CEO explicou que iniciativas sustentáveis aumentam custos, mas a empresa busca compensar esse impacto por meio de ganhos de eficiência.
Segundo ele, adotar práticas ambientais não significa ignorar a viabilidade econômica, e a Electrolux equilibra ambos os elementos por meio de ajustes na operação.
A empresa também pretende conquistar a certificação ambiental LEED, do Conselho de Construções Verdes dos Estados Unidos, tornando a nova unidade a primeira fábrica do grupo no mundo a obter esse selo.
Globalmente, a companhia estabeleceu a meta de zerar emissões de carbono até 2033, e o modelo adotado no Paraná simboliza o caminho para atingir o objetivo.
Fábrica reforça movimento industrial e reduz dependência de importação
A entrada de liquidificadores e ventiladores na linha de produção brasileira reduz a dependência de importações, algo que amplia a competitividade da marca no mercado nacional.
Jasiocha ressaltou que a empresa estudou hábitos de consumo locais antes de desenvolver os novos produtos, reforçando que a produção nacional foi pensada para atender preferências específicas dos consumidores brasileiros.
Com mais de dez milhões de unidades vendidas por ano nessas categorias, a expectativa da Electrolux é conquistar espaço rapidamente, apostando em tecnologia, escala e logística mais eficiente.

Boa vou relata dói casos que aconteceu na minha família primeiro foi com uma máquina de lavar que com uma 3 anos de uso quebrou 2 vezes o agitador e a outra com 2 anos uma geladeira duples com água na porta teve um vazamento e foi condenada pelos técnicos então apartar destes fatos a família não investe nesta marca
Parabéns Electrolux pela nova unidade !!!
Produtos maravilhosos!!!
Que venha com muitas novidades!!!
Recomendo recomendo recomendo recomendo TODOS OS PRODUTOS ELECTROLUX,amo amo amo 😘