No automotive outlook 2025: ecossistema gira em torno da SDV, montadoras adotam arquitetura zonal, IA e software-first.
O setor automotivo está passando por uma virada histórica em 2025, fornecedores e desenvolvedores de tecnologia concentrados em uma transformação que reposiciona todo o mercado.
Assim, a tendência apontada pelo automotive outlook 2025: ecossistema gira em torno da SDV indica que a centralização de processamento, as arquiteturas zonais e as plataformas virtuais formam o novo núcleo da indústria.
Arquiteturas zonais lideram o automotive outlook 2025: ecossistema gira em torno da SDV
A base dessa transformação é a troca das antigas arquiteturas distribuídas — que utilizavam dezenas ou centenas de unidades de controle eletrônico (ECUs) software em um único framework.
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Ele destaca que as arquiteturas distribuídas são incompatíveis com a necessidade de atualizações rápidas e coordenadas.
Simplificação, redução de custos e mais eficiência: os pilares da mudança
O automotive outlook 2025: ecossistema gira em torno da SDV também mostra que a simplificação é decisiva para a adoção das arquiteturas zonais.
O executivo lembra que muitos carros já possuem cerca de 100 milhões de linhas de código, e esse número pode chegar a 1 bilhão com o avanço da IA.
Peso, cabos e redundância: problemas que o SDV começa a resolver
Em alguns veículos de última geração, já existem até 150 ECUs. Esse excesso gera quilômetros de cabos, aumenta custos, piora o desempenho e pode afetar a confiabilidade. Com o SDV, isso muda.
Assim essa simplificação também cria espaço para IA, sistemas de assistência avançada ao motorista e recursos de autonomia.
Do hardware para o software: a inversão que guia o automotive outlook 2025: ecossistema gira em torno da SDV
Outro ponto central é a inversão do processo tradicional. Em vez de desenvolver hardware e depois adaptar software, o SDV permite começar pelo software e só depois migrar para o hardware.
Isso cria um novo paradigma: equipes podem desenvolver e testar aplicações na nuvem, sem precisar aguardar placas físicas, o que reduz custos e acelera todo o ciclo.
Desafios para OEMs tradicionais no processo de transição
Embora novos fabricantes de elétricos consigam adotar a arquitetura centralizada desde o início, montadoras tradicionais precisam fazer a mudança de forma gradual.
A BMW, por exemplo, mostrará essa transição com a estreia da linha Neue Klasse, que já utiliza chicotes mais simples e arquitetura zonal.
O papel da IA e a evolução para plataformas virtuais mais complexas
Pois o automotive outlook 2025: ecossistema gira em torno da SDV também lista a inteligência artificial como combustível para a adoção das novas arquiteturas.
Além disso, chiplets e plataformas virtuais começam a ganhar espaço para permitir que diferentes sistemas sejam testados em paralelo, acelerando o time-to-market.
Usuário no centro: experiência personalizável e mais segurança
Assim com funções definidas por software, a experiência do motorista se torna mais personalizável.
Schweiger reforça:
“A segurança está no topo das preocupações dos OEM.”
Regulações e monitoramento do motorista entram na pauta global
Com o aumento da automação, cresce a necessidade de monitorar o condutor e garantir que o uso da tecnologia seja seguro.
Vachani, da Arm, destaca que L2+, L3 e sistemas de direção sem intervenção devem ganhar mais espaço, especialmente com a harmonização de regras internacionais.
