A volta à Terra acende o alerta dos médicos após a missão lunar: perda muscular acelerada, queda da pressão, tontura e redução do volume do coração mostram como o espaço cobra rápido seu preço dos astronautas
A missão Artemis II chegou ao fim com o retorno dos quatro astronautas depois de uma viagem de 10 dias ao redor da Lua. Mesmo sendo um período curto, a passagem pelo espaço já foi suficiente para provocar mudanças importantes no organismo.
Os efeitos aparecem em várias partes do corpo. Entre os pontos que mais chamam atenção estão a perda de massa muscular, a queda da pressão arterial e a redução do esforço do coração, que passa a trabalhar de outro jeito fora da Terra.
10 dias no espaço já são suficientes para mudar o corpo
Quem passa temporadas longas na Estação Espacial Internacional costuma enfrentar desgastes físicos conhecidos. Mas, neste caso, o que chama atenção é que uma missão bem mais curta também deixa marcas claras.
-
Empreendedor mirim de 8 anos de Piracicaba ganhou a primeira galinha aos 2, montou um negócio com 80 aves de 23 raças, vende ovos até para a diretora e quer ser agrônomo na Esalq
-
Sem experiência com reformas, Allison e Nick compram ônibus escolar por US$ 5 mil, aprendem tudo pelo YouTube, investem US$ 45 mil na transformação, criam banheiro completo com banheira e passou a viver na casa sobre rodas com dois cachorros
-
Brasil remove 12 milhões de m³ de sedimentos do fundo do mar em megaoperação de R$ 333 milhões que abre caminho para navios maiores e transforma dragagem em reforço costeiro no maior alargamento de praia já feito no país
-
Apenas 3 pessoas na rua: o condado de Chester, nos EUA, atinge o “zero funcional” da situação de rua crônica em 2026 com Moradia Primeiro, após derrubar o uso de abrigos em 52%
A falta de gravidade altera a forma como o sangue circula, muda a percepção de equilíbrio e reduz a exigência sobre músculos e ossos. O resultado é um corpo que precisa se adaptar rápido e depois readaptar tudo ao voltar para a Terra.
Músculos podem perder até 20% em apenas 15 dias
Os médicos acompanham com atenção o impacto sobre o sistema musculoesquelético. A estimativa é que a massa muscular possa cair até 20% em apenas 15 dias no espaço.
Os mais afetados são os músculos usados para manter o corpo em pé na Terra. Entram nesse grupo quadríceps, costas e panturrilhas, regiões que perdem função importante quando a gravidade deixa de atuar como aqui embaixo.
Coluna cresce entre 5 e 7 centímetros e os ossos também sofrem
Sem a pressão normal do peso corporal, a coluna tende a se alongar. Os discos entre as vértebras se expandem e a estatura dos astronautas pode aumentar entre 5 e 7 centímetros durante a permanência fora da Terra.
Esse efeito costuma ser temporário e desaparece no retorno. Já os ossos também sentem o impacto, com perda de mineralização que pode chegar a 2% por mês, especialmente nas extremidades inferiores.
Ouvido interno falha e o cérebro sente a desorientação
No espaço, o corpo perde referências básicas de cima e baixo. Isso acontece porque o ouvido interno, que ajuda no equilíbrio e na noção de posição, deixa de funcionar da mesma forma quando a gravidade some.
Segundo El Mundo, jornal espanhol com cobertura de saúde e atualidades, essa adaptação pode provocar náuseas, dor de cabeça, tontura e desorientação por até três dias. Também pode haver aumento da pressão dentro do crânio, com piora das cefaleias e visão borrada.
Coração encolhe, pressão cai e o rosto pode inchar
A redistribuição do sangue e dos fluidos é uma das mudanças mais visíveis. Por isso, alguns astronautas aparecem com o rosto mais inchado durante transmissões, efeito ligado a um pequeno edema facial.
A pressão arterial também cai de forma acentuada. Ao mesmo tempo, o coração passa a trabalhar com menos esforço, já que não precisa vencer a gravidade para empurrar o sangue da parte inferior do corpo para a cabeça.
Volume do coração pode cair cerca de 15% após a missão
Com menor exigência, o coração também muda. O órgão pode perder cerca de 15% de volume, um sinal de que o corpo inteiro entra em outro padrão de funcionamento durante a estadia no espaço.
Esse conjunto de alterações não significa dano permanente em todos os casos, mas reforça como até missões curtas exigem monitoramento médico rigoroso. O retorno à Terra vira uma etapa tão importante quanto a própria viagem.
A experiência da Artemis II mostra que poucos dias fora do planeta já bastam para mexer com músculos, ossos, equilíbrio, circulação e coração. O impacto prático é direto para futuras viagens tripuladas.
Mais do que uma curiosidade sobre a vida no espaço, esse tipo de resposta do corpo ajuda a medir limites e riscos reais. E isso muda a leitura sobre missões curtas na órbita lunar.

Pra quem não sabe o problema da falta de gravidade pode ser contornado por uma gravidade artificial gerada pela força centrípeta em uma nave rotatória (ou pelo menos uma parte dela em que os astronautas ficariam a maior parte do tempo). O problema é que a nave teria que ser maior e mais complexa para tal em relação aos atuais modelos. Mas o maior problema é a radiação, sem a proteção do campo magnético da Terra a nave fica muito exposta à radiação solar e por períodos prolongados isso é extremamente danoso ao corpo humano
Kkkk assim eles “confirmaram que a terra é plana”
Como vc é ****, meu Deus
A ARTEMIS ERA A IRMÃ GÊMEA DE APOLLO; ASSIM COMO A MISSÃO, TUDO MITOLOGIA.
AÍ NA MATÉRIA VOCÊ JÁ SE VÊ AS DESCULPAS E MENTIRAS PARA QUEREREM DIZER OU PROVAR PORQUE NÃO FORAM MAIS VEZES A LUA OU AO ESPAÇO E AGORA VÃO DIZER, QUE POR ISSO NÃO IRÃO MAIS.
ESTÁ FOI MAIS UMA BELA ARTE DE HOLLYWOOD E DEVE TENDER UMA BAITA SÉRIE PARA A NETFLIX.