Conheça Maddie Landry, a jovem que criou uma marca de adesivos de sucesso nos EUA, aprendeu a gerenciar os lucros e destina 10% para ações de caridade.
Uma rotina de finanças dividida entre diversão, doações, reinvestimento no negócio e poupança faz parte do dia a dia de Maddie Landry, uma jovem de 12 anos que mora nos Estados Unidos. Incentivada pelo pai, Tom Landry, a estudante aprendeu noções de gestão e organização financeira ao estruturar sua própria marca de adesivos personalizados.
A operação comercial, que começou após a jovem desenhar e inventar histórias para seus personagens na infância, expandiu-se e hoje acumula um faturamento superior a US$ 5.000 (cerca de R$ 25.780), com vendas realizadas na internet, feiras locais e lojas de souvenirs.
O impacto social e a filosofia da família sobre o sucesso
O compromisso com a comunidade é um dos pilares mais importantes do empreendimento. A menina estipulou a meta de doar 10% de todos os seus lucros para causas sociais, o que já resultou no repasse de mais de US$ 500 (cerca de R$ 2.578) para organizações beneficentes localizadas no estado do Maine.
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O crescimento independente da garota no mercado de adesivos trouxe reflexões para seus responsáveis. Em um relato dado ao site Business Insider, o pai da menina expressou sua visão sobre o potencial dos jovens:
“Maddie não precisava da minha pressão nem de perfeccionismo para ter sucesso; ela só precisava de experiência e veja onde isso a levou. As crianças são capazes de muito mais do que imaginamos”, afirmou Tom Landry.
Como Maddie começou com os adesivos?
Toda essa trajetória comercial teve início durante o período da pandemia, época em que a criatividade da menina começou a se destacar através de suas ilustrações.
Aos 7 anos de idade, Maddie teve a ideia de transformar seus desenhos em adesivos, inicialmente com o objetivo exclusivo de usar as peças e presentear seus amigos mais próximos.
Para ajudar a filha, a família se envolveu nas etapas técnicas de fabricação do produto:
- Busca por parceiros: Pesquisaram empresas especializadas no ramo gráfico;
- Seleção de fornecedor: Escolheram uma empresa para fabricar os lotes;
- Digitalização: Aprenderam a escanear as artes em papel para enviá-las para a produção.
Da escola para a banca de rua: o nascimento do negócio
A atividade familiar mudou de rumo quando Maddie levou os primeiros adesivos prontos para o colégio. Os colegas de classe demonstraram interesse imediato pelas figuras colecionáveis e quiseram saber como os itens eram feitos.

Ao perceber que ali existia uma demanda de mercado, a garota sugeriu uma estratégia para iniciar as vendas oficiais:
- Barraca de limonada: Montou uma pequena banca de rua para vender sucos;
- Oferta casada: Utilizou o espaço para comercializar seus produtos artísticos ao mesmo tempo;
- Precedente de doação: Destinou parte do dinheiro arrecadado na banca para uma entidade beneficente local.
Conforme relembrou Tom Landry, a ação na banca de limonada “estabeleceu um precedente para o crescimento futuro do seu negócio”.
A partir dessa experiência na rua, Maddie passou a trabalhar junto com os pais para criar um site próprio, receber pedidos online de adesivos pela internet e gerenciar o faturamento que hoje ajuda dezenas de instituições de caridade.
