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A WEG de Jaraguá do Sul foi premiada em Nova York por fortalecer as relações entre Brasil e Estados Unidos, emprega mais de 2.250 pessoas em território americano, opera 10 fábricas e 9 centros de distribuição no país e impulsiona a infraestrutura energética dos EUA com produtos e soluções fabricados no local

Publicado em 12/05/2026 às 21:31
Atualizado em 12/05/2026 às 21:35
A WEG foi premiada em Nova York por fortalecer as relações econômicas entre Brasil e Estados Unidos. A multinacional de Jaraguá do Sul emprega mais de 2.250 pessoas nos EUA, opera 10 fábricas e impulsiona a infraestrutura energética americana.
A WEG foi premiada em Nova York por fortalecer as relações econômicas entre Brasil e Estados Unidos. A multinacional de Jaraguá do Sul emprega mais de 2.250 pessoas nos EUA, opera 10 fábricas e impulsiona a infraestrutura energética americana.
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A WEG, multinacional de equipamentos eletroeletrônicos de Jaraguá do Sul, foi reconhecida em Nova York por sua contribuição ao fortalecimento das relações econômicas entre Brasil e Estados Unidos. A premiação, concedida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Câmara de Comércio dos EUA durante o Brasil–U.S. Industry Day, destaca que a WEG emprega mais de 2.250 colaboradores nos Estados Unidos, opera 10 unidades industriais e 9 centros de distribuição.

Segundo informações divulgadas pelo portal da NSC, a WEG recebeu nesta segunda-feira (11) um reconhecimento que poucas empresas brasileiras podem ostentar: a confirmação de que sua presença nos Estados Unidos gera impacto direto na economia, na infraestrutura energética e na cadeia produtiva americana. A premiação foi concedida durante o Brasil–U.S. Industry Day, em Nova York, evento organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Câmara de Comércio dos Estados Unidos, duas das instituições mais relevantes nas relações comerciais entre os países. A iniciativa reconheceu empresas que se destacam por investimentos, geração de empregos, inovação e integração das cadeias produtivas entre Brasil e Estados Unidos.

Para a WEG, o prêmio não é apenas simbólico. A multinacional catarinense mantém uma operação robusta nos Estados Unidos, com mais de 2.250 colaboradores distribuídos em 10 unidades industriais e 9 centros de distribuição espalhados pelo país. Essa presença significa que a WEG não exporta apenas produtos para o mercado americano: ela fabrica, emprega e contribui com impostos em solo americano, participando diretamente da cadeia industrial e energética dos Estados Unidos. Daniel Godinho, vice-presidente de Sustentabilidade e Relações Institucionais da WEG, recebeu o prêmio e destacou que os produtos e soluções da empresa impulsionam a competitividade da indústria e a infraestrutura energética do país.

De Jaraguá do Sul para mais de 135 países

A WEG nasceu em 1961 em Jaraguá do Sul, no norte de Santa Catarina, como fabricante de motores elétricos. Em pouco mais de seis décadas, a empresa se transformou em uma multinacional presente em mais de 135 países, com portfólio que inclui motores, geradores, transformadores, drives, automação industrial, tintas, vernizes e soluções completas para geração e distribuição de energia. A trajetória de internacionalização da WEG é uma das mais bem-sucedidas do setor industrial brasileiro e serve como referência para empresas que buscam expandir operações para mercados desenvolvidos.

A presença nos Estados Unidos é estratégica porque o país é o maior mercado consumidor de equipamentos eletroeletrônicos industriais do mundo. A WEG não compete apenas com fabricantes americanos, mas com gigantes globais como Siemens, ABB e Schneider Electric. O fato de ter sido reconhecida pela própria Câmara de Comércio dos Estados Unidos indica que a empresa catarinense conquistou credibilidade e relevância dentro de um dos mercados mais competitivos do planeta.

O que a WEG faz nos Estados Unidos

Premiação foi realizada em Nova York.
imagem: WEG

A operação da WEG nos Estados Unidos vai muito além de um escritório comercial. As 10 unidades industriais espalhadas pelo país fabricam motores, transformadores, geradores e outros equipamentos que abastecem setores como energia, petróleo, mineração, água e saneamento, agronegócio e construção civil. Os 9 centros de distribuição garantem logística rápida para atender clientes em todo o território americano, reduzindo prazos de entrega e custos de frete.

Os mais de 2.250 colaboradores que a WEG emprega nos Estados Unidos representam um investimento direto na economia local. São engenheiros, técnicos, operadores de produção, profissionais de logística e equipes comerciais que recebem salários americanos, pagam impostos americanos e movimentam a economia das comunidades onde as fábricas estão instaladas. Para o governo dos Estados Unidos, empresas estrangeiras que geram empregos locais e fortalecem a cadeia produtiva nacional são parceiras estratégicas, e o reconhecimento concedido à WEG reflete essa percepção.

Infraestrutura energética: o pilar da presença da WEG nos EUA

Daniel Godinho, ao receber o prêmio em Nova York, fez questão de destacar o papel da WEG na infraestrutura energética americana. Transformadores de potência, geradores para usinas de energia renovável, motores de alta eficiência para sistemas de bombeamento e soluções de automação para redes elétricas são alguns dos produtos que a empresa fornece ao mercado americano. Em um momento em que os Estados Unidos investem pesadamente na modernização de sua infraestrutura elétrica e na transição energética, a presença de um fornecedor como a WEG se torna especialmente relevante.

A demanda americana por equipamentos de geração e distribuição de energia está em alta, impulsionada pelo crescimento de data centers, pela eletrificação de frotas de veículos e pela expansão de fontes renováveis como solar e eólica. A WEG está posicionada para atender essa demanda com fábricas já instaladas no país, o que elimina os riscos de barreiras tarifárias e reduz os prazos de entrega em comparação com importações da Ásia ou da Europa. A fabricação local é, nesse contexto, tanto uma vantagem competitiva quanto uma contribuição direta à segurança energética dos Estados Unidos.

O significado do prêmio para as relações Brasil-EUA

O reconhecimento concedido à WEG durante o Brasil–U.S. Industry Day não se limita à empresa. Ele simboliza o papel que empresas brasileiras podem desempenhar como parceiras estratégicas dos Estados Unidos em setores industriais e energéticos, contribuindo com investimento direto, tecnologia e empregos em vez de manter uma relação puramente exportadora. Para o Brasil, ter empresas como a WEG sendo premiadas em Nova York fortalece a imagem do país como origem de multinacionais competitivas e confiáveis.

Godinho resumiu o significado do momento: “Receber esse prêmio das mãos de duas instituições tão relevantes como a CNI e a Câmara de Comércio dos Estados Unidos é um reconhecimento que nos honra muito.” O vice-presidente da WEG acrescentou que a empresa atua há décadas nos Estados Unidos e que seus produtos e soluções impulsionam a competitividade da indústria e a infraestrutura energética do país, fortalecendo as relações comerciais e a integração produtiva entre as duas nações.

Uma multinacional catarinense no centro da economia americana

A WEG de Jaraguá do Sul saiu de uma fábrica de motores no norte de Santa Catarina para se tornar fornecedora de infraestrutura energética nos Estados Unidos, com mais de 2.250 empregos americanos, 10 fábricas e um reconhecimento formal da Câmara de Comércio dos EUA. A premiação em Nova York confirma que a empresa catarinense não é apenas exportadora de produtos, mas geradora de valor em solo americano, integrando cadeias produtivas que beneficiam ambos os países.

Você sabia que a WEG emprega mais de 2.250 pessoas nos Estados Unidos? Conte nos comentários o que acha da presença de empresas brasileiras na economia americana, se conhece outros produtos da WEG e como avalia o papel de multinacionais catarinenses no cenário global. Queremos ouvir a sua opinião sobre essa conquista.

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Maria Heloisa Barbosa Borges

Falo sobre construção, mineração, minas brasileiras, petróleo e grandes projetos ferroviários e de engenharia civil. Diariamente escrevo sobre curiosidades do mercado brasileiro.

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