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Tempo de leitura 5 min de leitura Comentários 3 comentários

A moto de 250 cilindradas que pode alcançar 560 km com um tanque de 14 litros, traz freios a disco nas duas rodas e segue entre as mais conhecidas do Brasil

Escrito por Ana Alice
Publicado em 28/03/2026 às 19:01
Atualizado em 28/03/2026 às 19:04
Yamaha Fazer 250 chama atenção pela autonomia, motor 249 cc e freios a disco nas duas rodas. (Imagem: Ilustração)
Yamaha Fazer 250 chama atenção pela autonomia, motor 249 cc e freios a disco nas duas rodas. (Imagem: Ilustração)
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A Yamaha Fazer 250 segue entre os modelos mais lembrados da categoria no Brasil, combinando motor de 249 cc, boa autonomia e presença constante no mercado de novas e usadas ao longo de diferentes gerações.

A Yamaha Fazer 250, hoje vendida como FZ25 no mercado brasileiro, continua entre as motos de média cilindrada mais conhecidas do país.

Ao longo dos anos, o modelo se firmou pela combinação entre motor de 249 cc, proposta versátil e manutenção já conhecida por boa parte do mercado.

A autonomia também costuma aparecer entre os pontos mais associados à moto, embora esse resultado varie conforme o uso e a forma de pilotagem.

Nos dados mais recentes divulgados pela Yamaha, a FZ25 Connected tem tanque de 14,2 litros.

Em versões anteriores da linha, no entanto, aparecem registros de 14 litros.

É uma diferença pequena, mas importante para não tratar todas as gerações como se fossem exatamente iguais.

O que ajuda a explicar a fama da Fazer 250

Parte da trajetória da Fazer 250 no Brasil passa pelo conjunto mecânico escolhido pela Yamaha.

A moto usa motor monocilíndrico, de quatro tempos, com comando simples no cabeçote e duas válvulas.

Nas especificações da fabricante, o modelo atual também mantém injeção eletrônica e refrigeração a ar com apoio de óleo, fórmula que acompanha a linha há anos.

Na prática, esse conjunto mais simples do ponto de vista construtivo ajuda a explicar por que a moto permanece em circulação com facilidade tanto no mercado de novas quanto no de usadas.

Em plataformas de revenda, por exemplo, é comum encontrar unidades de diferentes anos e com quilometragens variadas.

(Imagem: Divulgação/Yamaha)
(Imagem: Divulgação/Yamaha)

Além do projeto em si, a durabilidade também está ligada ao cuidado de rotina.

A Yamaha prevê revisões periódicas e inspeções regulares, o que influencia diretamente na preservação do conjunto ao longo do tempo.

Por isso, a vida útil da moto depende de uma combinação entre projeto, manutenção e histórico de uso.

Autonomia alta, mas sem resultado fixo para todos os casos

A possibilidade de rodar longas distâncias com um único abastecimento é um dos pontos mais citados quando a Fazer 250 entra na conversa.

A conta de 560 quilômetros com um tanque de 14 litros exige média próxima de 40 km/l, algo que pode ocorrer em condições específicas, como rodagem constante e acelerações moderadas.

Esse número, porém, não aparece como um dado oficial padronizado da Yamaha para todas as situações de uso.

Por isso, o alcance deve ser tratado como estimativa teórica, e não como um resultado garantido em qualquer cenário.

No dia a dia, o consumo muda conforme fatores como trânsito, relevo, peso transportado, calibragem dos pneus e estilo de condução.

Ainda assim, a Fazer 250 mantém histórico de consumo compatível com a proposta da categoria.

Na cidade, a tendência é de maior oscilação por causa das retomadas, frenagens e trechos de tráfego intenso.

Já em rodovia, a constância do giro costuma favorecer médias mais altas, desde que a velocidade permaneça em faixa regular.

Freios a disco nas duas rodas e mudanças entre versões

O sistema de frenagem também passou por mudanças ao longo das gerações.

Nas versões atuais da FZ25, a Yamaha informa freios a disco nas duas rodas com ABS de série.

Esse detalhe é importante porque nem todas as fases da linha podem ser descritas da mesma maneira.

Ou seja, ao falar da Fazer 250, é preciso observar o ano e a configuração de cada modelo.

Nas versões mais recentes, o conjunto inclui disco dianteiro e traseiro, além do sistema antitravamento.

(Imagem: Divulgação/Yamaha)
(Imagem: Divulgação/Yamaha)

Segundo a fabricante, o ABS atua para reduzir a possibilidade de travamento das rodas em frenagens mais intensas ou em pisos de menor aderência.

Isso não elimina a influência das condições da pista, da manutenção ou da pilotagem, mas faz parte do pacote de segurança das configurações atuais.

Outros números ajudam a situar a proposta da moto.

A altura do assento fica em torno de 795 mm, enquanto o peso em ordem de marcha aparece na faixa de 150 kg, de acordo com a ficha da Yamaha.

No motor, as especificações mais recentes apontam potência de até 21,5 cv a 8.000 rpm com etanol na FZ25.

Em anos anteriores, os dados ficam próximos, com pequenas variações conforme a atualização da linha e o combustível utilizado.

Mercado de usadas mantém a moto em evidência

A Fazer 250 também segue presente no mercado de seminovas.

Plataformas de revenda reúnem unidades de diferentes fases da linha, com variações de preço, quilometragem e ano de fabricação.

Esse volume facilita a comparação entre modelos antigos e recentes, inclusive nas mudanças de acabamento, itens de segurança e capacidade do tanque.

Na hora de avaliar uma unidade usada, porém, o nome da moto não basta.

O histórico de revisões, o estado da relação, o funcionamento dos freios, o desgaste dos pneus, a condição da suspensão e sinais de uso severo ajudam mais na leitura real do veículo.

Em modelos dessa faixa de cilindrada, a diferença entre um exemplar bem cuidado e outro sem manutenção adequada costuma aparecer cedo.

Também conta a oferta de peças e a estrutura de assistência da fabricante no país.

A presença da Yamaha no mercado brasileiro e a circulação prolongada da linha ajudam na reposição de componentes e no atendimento em oficinas especializadas.

Isso contribui para manter a Fazer 250 em evidência no mercado de usadas, embora cada unidade precise ser analisada de forma individual.

Revisões e cuidados fazem diferença no uso diário

Nos manuais e canais de serviço, a Yamaha informa inspeções periódicas a cada 5.000 km ou 6 meses.

A fabricante também orienta a troca inicial de óleo aos 1.000 km, com os intervalos seguintes a cada 5.000 km.

Esse cronograma serve como referência básica para a manutenção preventiva.

Entre os pontos que exigem atenção estão a lubrificação e o ajuste da corrente, a checagem dos freios, o acompanhamento da suspensão e a calibragem correta dos pneus.

São cuidados que interferem no consumo, na estabilidade e no desgaste das peças.

Em uma moto voltada tanto para o uso diário quanto para deslocamentos mais longos, a regularidade dessas verificações pesa no funcionamento do conjunto.

Com motor de 249 cc, freios a disco nas duas rodas e capacidade de tanque que varia conforme a geração, a Fazer 250 atravessou diferentes fases do mercado brasileiro mantendo uma proposta de uso versátil.

Ao mesmo tempo, itens como ABS, potência declarada e capacidade do reservatório mudaram entre versões, o que exige atenção ao comparar modelos de anos distintos.

Na prática, entender essas diferenças ajuda a explicar por que a linha continua chamando atenção no segmento de média cilindrada.

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Adriano Roberto de Carvalho
Adriano Roberto de Carvalho
01/04/2026 22:34

Mentira minha f25 tá fazendo 25 km por litro na rodovia

Neto
Neto
01/04/2026 08:03

Se não quebrasse no meio

Wilhan Souza
Wilhan Souza
Em resposta a  Neto
04/04/2026 09:44

Irmão isso aí é mito, as 2022 em diante não tem isso o chassi é diferente eu tenho uma dou grau com ela pulo quebra mola fazendo entrega, dês de 2022 que tenho ela kkk 2021 pra trás já não pode confiar muito

Ana Alice

Redatora e analista de conteúdo. Escreve para o site Click Petróleo e Gás (CPG) desde 2024 e é especialista em criar textos sobre temas diversos como economia, empregos e forças armadas.

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