De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Economia ontem (12), 7,2 milhões de pessoas foram afetadas com tais medidas
Dados divulgados pelo ministério da economia ontem (12), informaram que cerca de 7,2 milhões de brasileiros tiveram suas jornadas de trabalho reduzidas ou contratos interrompidos durante a pandemia. Os dados foram contabilizados até as 11 horas da manhã de ontem.
Veja ainda outras notícias:
- Cetep Macaé abre inscrições para 4.440 vagas em 24 cursos online e gratuitos a partir de amanhã, 14 de maio
- Com 7 milhões de botijões de gás, Reduc bate novo recorde de entrega de GLP
- Petrobras confirma petroleiros infectados pelo coronavírus em plataformas do Ceará
De total de trabalhadores formalizados no país, os 7,2 milhões de pessoas representam 21% ao todo. Um em cada cinco trabalhadores em regime de carteira assinada já sentem na pele os efeitos provenientes da crise do coronavírus.
-
Um homem foi ao supermercado na China com o salário de um único dia de trabalho e o que ele colocou no carrinho vai fazer qualquer brasileiro questionar por que paga tão caro para comer tão pouco
-
A máquina de pelúcia parece brincadeira de shopping mas um homem que começou do zero tem 1.000 delas espalhadas pelo Brasil e lucra R$ 800 mil por mês enquanto a garra segura o negócio inteiro
-
Amazon quer usar a Copa do Mundo para vender mais que na Black Friday no Brasil, com Prime Day de 7 dias, 9 mil vagas temporárias, 300 polos logísticos, frete grátis e centro de distribuição capaz de processar 10 mil pacotes por hora
-
BYD vai investir R$ 510 milhões em baterias para a rede elétrica brasileira, quer atingir 50% de conteúdo nacional até 2027 e mira ser a montadora mais vendida do Brasil até 2030
A região sudeste lidera as reduções e suspensões com 54,5%. A região Nordeste aparece em segundo lugar com 19%. Logo após vem a região Sul com 15,7%, o Centro-Oeste com 6% e o Norte com 4,7%.
Vale lembrar
Em abril, o governo federal editou a medida provisória (MP) 936, com validade de 90 dias, em que permite a redução de jornada, com redução proporcional de salário. Ambos podem ser reduzidos em 25%, 50% e 70%. Já a interrupção total do contrato será válida por dois meses.
As regras estabelecidas pelo governo federal determinam que os trabalhadores terão a renda complementada pelo governo como se estivessem recebendo seguro-desemprego. O empregador também precisa garantir a estabilidade dos empregados que aderiram à medida pelo mesmo tempo que a regra ficou em vigor na empresa. Ou seja, se o empregado teve a jornada reduzida por dois meses, ele terá a garantia de que não será demitido por até dois meses depois que a medida deixar de valer.

Seja o primeiro a reagir!