A Yamaha Ténéré 250, com motor de 250 cc e 21 cv, consumo de até 26 km/l e preço médio de R$ 18 mil, combina robustez, economia e espírito aventureiro.
Num mercado em que o conceito de “aventura” se resume a pendurar capacete e andar por ciclovias, ainda existem motos que lembram o que é realmente explorar — encarar o fora de estrada, a estrada secundária, fazer estradão de terra, sair do asfalto com confiança. A Yamaha Ténéré 250 2016 é essa moto. E hoje, com preço médio no Brasil por volta de R$ 18 mil, segundo a Tabela FIPE 2025, ela se revela como uma escolha impressionante para quem gosta de rodar, viajar e, ao mesmo tempo, gastar pouco.
O espírito de trail robusta made in Japão
Lançada no Brasil como versão da XTZ 250 adaptada para um perfil mais aventureiro, a Ténéré 250 ganhou painel elevado, carenagem “off-road”, tanque maior, rodas raiadas (geralmente aro 21 na frente, aro 17 atrás) e suspensão de curso mais longo. O que não mudou: a origem confiável, o motor testado, a manutenção fácil.
Com motor monocilíndrico de 249 cc, a Ténéré entrega algo em torno de 21 cv de potência — mais que suficiente para curtir viagens leves, estradas de terra e transporte urbano com folga. E se você quer viajar, notar a suspensão absorvendo os solavancos da estrada de chão ou o asfalto cheio de buracos, sua postura, os braços elevados e a ergonomia de trail fazem diferença.
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Economia que surpreende
Em tempos de combustíveis caros, uma moto que roda com eficiência vira parte da viagem. A Ténéré 250 entrega consumo típico entre 24 e 28 km/l, em uso misto — o que, para uma trail de aspiração mais aventureira, é excelente. Na estrada, com pilotagem moderada, não é raro ver médias próximas a 26 km/l.
Se calcularmos autonomia: tanque cheio + consumo médio na faixa ficam em mais de 350 km de alcance — perfeito para passeios, escapadas de fim de semana ou uso cotidiano com folga.
Suspensão preparada e conforto real de trail
O que diferencia uma “trail urbana” de uma verdadeira trail? Curso de suspensão, altura do solo, ergonomia para pé no chão, rodas raiadas. A Ténéré entrega tudo isso.
Pode não ter tração 4×4 ou tecnologia de pilha de frase, mas tem o essencial: roda 21″ na frente, aro 17 atrás, suspensão dianteira de curso longo e robustez para viajem. Isso se traduz em sensação de domínio, não de fragilidade. Você entra de terra, cascalho ou estrada secundária e a moto parece pronta.
Manutenção acessível e confiabilidade Yamaha
Yamaha no Brasil tem rede ampla, peças razoavelmente disponíveis e histórico de durabilidade. A mecânica da Ténéré segue esse padrão: motor simples, ítens de manutenção básica, robustez reconhecida.
Peças de desgaste como correia dentada não se aplicam (usa corrente), manutenção periódica não vira drama, e o valor gasto costuma estar na média das trail 250 usadas. Esse custo de manutenção previsível dá segurança para quem quer usar de verdade — e não só “pra exibição”.
Para quem esta moto é ideal?
- Para quem quer sair das 150-250 cc comuns e ter algo com presença de “aventura”, sem gastar com 500 cc ou big trails;
- Para quem alterna cidade + estrada + terra leve;
- Para quem valoriza simplicidade mecânica, manutenção barata e confiabilidade;
- Para quem quer viajar com mochila, beira-estrada ou litoral e ainda voltar para casa sem dor de cabeça.
Situação no mercado
Com preço médio de ~R$ 18 mil para a versão 2016 ou similar, a Ténéré 250 está entre as escolhas mais inteligentes de duas rodas para aventureiros urbanos ou “fim de semana”. E conforme modelos maiores e mais itens sofisticados encarecem, ela permanece acessível — sem perder utilidade ou caráter.
A Yamaha Ténéré 250 não tenta ser a mais rápida. Ela não monta em disputas de números. Mas faz o que importa: entrega rodagem, conforto, versatilidade e confiabilidade que dura. Por cerca de R$ 18 mil, você leva para casa uma moto que não é mero status: é ferramenta de liberdade.
Se você quer uma moto que funcione, rode, viaje, e que dê confiança ao ligar a chave — a Ténéré 250 2016 é uma das melhores apostas possíveis.


Fui diagnosticada com doença de Parkinson há quatro anos. Por mais de dois anos, dependi da levodopa e de vários outros medicamentos, mas, infelizmente, os sintomas continuaram piorando. Os tremores se tornaram mais perceptíveis e meu equilíbrio e mobilidade começaram a declinar rapidamente. No ano passado, por desespero e esperança, decidi experimentar um programa de tratamento à base de ervas da NaturePath Herbal Clinic.
Sinceramente, eu estava cética no início, mas, poucos meses após o início do tratamento, comecei a notar mudanças reais. Meus movimentos ficaram mais suaves, os tremores diminuíram e me senti mais firme ao caminhar. Incrivelmente, também recuperei grande parte da minha energia e confiança. Tem sido uma experiência transformadora. Me sinto mais eu mesma novamente, melhor do que me sentia há anos. Se você ou um ente querido está lutando contra a doença de Parkinson, recomendo muito que você considere a abordagem natural deles. Você pode visitar o site deles em www. naturepathherbalclinic .com
Eu tenho a minha 2017, marrom café,apenas 20 mil km ainda só ponho na estrada ,melhor motoca da categoria e bonita ainda. Bjs pra os invejosos aí embaixo kkkkk
Jornalista ordinária…vai trabalhar