USS Gerald R. Ford passou por reparos após o fogo começar em 12 de março, deixou Split na Croácia e segue pronto para apoiar operações em qualquer área
O USS Gerald R. Ford voltou ao mar e está pronto para cumprir novas missões após passar por reparos por causa de um incêndio em suas lavanderias. O navio, considerado o maior porta-aviões do mundo, atuava no Mar Vermelho quando o fogo começou, em 12 de março, durante a Operação Epic Fury contra o Irã.
Segundo autoridades da Marinha dos EUA, o USS Gerald R. Ford chegou a voltar a realizar missões apenas dois dias após o incidente, mas depois precisou interromper as operações por mais de uma semana para reparos em compartimentos de atracação danificados. Após concluir os trabalhos em Creta, o porta-aviões fez uma parada de cinco dias em Split, na Croácia, antes de retomar a navegação.
O que aconteceu a bordo do USS Gerald R. Ford no Mar Vermelho
O incêndio no USS Gerald R. Ford começou em 12 de março, quando o navio estava no Mar Vermelho cumprindo missões da Operação Epic Fury. O foco do problema foi na área de lavanderias, e a tripulação precisou atuar rapidamente para conter o fogo e evitar danos maiores.
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Em um fórum de defesa em Washington, o chefe de Operações Navais, almirante Daryl Caudle, elogiou a resposta dos tripulantes. A avaliação foi de que a equipe combateu o fogo, extinguiu o incêndio e conseguiu retomar missões dois dias depois, destacando a prontidão do grupo em um cenário de operação real.
Por que o porta-aviões precisou parar mesmo após retomar missões
Apesar do retorno inicial às missões, o USS Gerald R. Ford teve que parar as operações mais de uma semana após o incêndio. O motivo foi a necessidade de consertos em compartimentos de atracação que ficaram danificados e exigiam reparo especializado.
A decisão de encaminhar o navio para manutenção indica que, mesmo com o controle rápido do incêndio, a operação de um porta-aviões envolve áreas sensíveis que precisam estar plenamente funcionais para garantir segurança e continuidade das missões.
Reparos em Creta e a retomada do cronograma operacional
Os reparos do USS Gerald R. Ford foram concluídos em uma base americana na Baía de Souda, na ilha de Creta, na Grécia. Depois disso, o porta-aviões seguiu para Split, na Croácia, onde a tripulação teve cinco dias de descanso.
Após deixar Split, a Marinha divulgou que o USS Gerald R. Ford permanece pronto para cumprir todas as suas missões em apoio aos objetivos nacionais em qualquer área de operação, sinalizando retorno pleno à rotina no mar.
Operação Epic Fury e o papel do USS Gerald R. Ford na missão
O USS Gerald R. Ford estava empregado no Mar Vermelho na Operação Epic Fury contra o Irã quando ocorreu o incêndio. O retorno ao mar após os reparos reforça que a missão segue como prioridade e que o navio continua integrado ao esforço operacional previsto.
A mensagem institucional é clara: o incidente gerou ajustes e manutenção, mas não alterou o status de prontidão do porta-aviões para continuar executando tarefas atribuídas.
Um destacamento considerado “recorde” e o impacto do tempo fora de base
Segundo o almirante Daryl Caudle, o destacamento do USS Gerald R. Ford começou quando o navio deixou seu porto de origem em Norfolk, Virgínia, no fim de junho do ano passado, e deve se estender por um período recorde de 11 meses.
Esse dado ajuda a contextualizar a pressão logística e humana de uma missão prolongada: quanto maior o tempo de destacamento, maior a exigência sobre manutenção, rotina de bordo e capacidade de resposta a incidentes sem perder continuidade operacional.
E você, acha que a rapidez da tripulação do USS Gerald R. Ford em voltar às missões depois do incêndio mostra preparo real para guerra ou expõe o quanto essas operações trabalham no limite?


O Gerald Ford foi atingido por mísseis iranianos. Esse conversê de incêndio na lavanderia é papo **** prá fazer o **** dormir.