A história envolve Véronique, uma aposentada de 67 anos que mora desde outubro de 2025 em um apartamento municipal na região de Gers, mas deixou o imóvel em abril por acreditar que o local é assombrado; a prefeitura ofereceu hotel, ajuda para mudança e chegou a acionar um padre
Uma aposentada de 67 anos deixou o apartamento municipal onde vivia em Bas-Armagnac, na região de Gers, e passou a dormir em sua van. Convencida de que o imóvel é assombrado, Véronique evita voltar ao local desde abril.
Aposentada relata medo dentro do apartamento
Véronique mora no apartamento desde outubro de 2025. Ao La Dépêche du Midi, contou que, já em novembro, começou a se sentir muito cansada e exausta. Com o passar dos meses, disse ter perdido energia, motivação e contato social.
A situação se agravou quando familiares também relataram incômodos provocados por ruídos vindos do sótão e de um apartamento vizinho que estava vazio. Para ela, esses sinais reforçaram a sensação de que havia algo incomum na moradia.
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Consulta a médium aumentou a preocupação
Em busca de explicações, a aposentada afirma ter procurado uma médium. Depois da consulta, passou a acreditar que havia “almas bloqueadas” no imóvel. Véronique também se convenceu de que mortes poderiam ter ocorrido na residência no passado.
Desde então, ela diz não conseguir mais entrar no apartamento. A rotina mudou de forma radical: passou a viver no veículo, estacionando em diferentes cidades, mesmo enfrentando calor e tendo de se lavar com água fria em pontos públicos.
Prefeitura tentou oferecer alternativas
A prefeitura foi alertada sobre o caso e tentou apresentar soluções. O prefeito afirma que ofereceu um quarto de hotel e ajuda para a mudança. Também relatou ter acionado o padre da paróquia de Nogaro.
O religioso teria visitado a moradia e sugerido a possibilidade de chamar um padre exorcista. Véronique, no entanto, quer deixar o apartamento definitivamente e busca outro imóvel, de preferência no térreo.
Ela se descreve como a primeira vítima da situação. Enquanto não encontra uma saída, continua vivendo na van e afirma que ainda sente medo em seu relato público
