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Usina fotovoltaica de solo do TRE-PB entra em operação e mostra como energia solar pode reduzir custos públicos e fortalecer políticas de sustentabilidade 

Escrito por Hilton Libório
Publicado em 09/03/2026 às 10:03
Atualizado em 09/03/2026 às 10:04
Assista o vídeoUsina fotovoltaica de solo do TRE-PB com fileiras de painéis solares instalada no anexo do tribunal no Distrito Industrial de João Pessoa.
Usina fotovoltaica de solo do TRE-PB entra em operação e mostra como energia solar pode reduzir custos públicos e fortalecer políticas de sustentabilidade/ Imagem Ilustrativa
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Usina solar inaugurada pelo TRE-PB começa a gerar eletricidade e deve reduzir gastos com energia na Justiça Eleitoral. Projeto de usina fotovoltaica de solo reforça sustentabilidade e mostra como a energia solar pode diminuir custos públicos. 

A nova usina fotovoltaica de solo do TRE-PB começou a operar oficialmente após a inauguração realizada no anexo do tribunal, localizado no Distrito Industrial de João Pessoa. O sistema passou a funcionar após o acionamento dos inversores responsáveis por converter a energia solar captada pelos painéis em eletricidade utilizável. O projeto representa um marco para a instituição, tanto pela economia financeira quanto pelo avanço em políticas de sustentabilidade.

Segundo publicação do próprio TRE-PB no dia 5 de março, com investimento superior a R$ 1 milhão, a estrutura foi projetada para gerar energia suficiente para abastecer praticamente todos os prédios da Justiça Eleitoral na Paraíba, com exceção da sede do tribunal. A expectativa é que a geração própria de energia solar contribua diretamente para reduzir custos públicos, ao mesmo tempo em que fortalece a adoção de práticas ambientais responsáveis na administração pública.

Cerimônia marca início da operação da usina fotovoltaica de solo do TRE-PB

A inauguração da usina fotovoltaica de solo do TRE-PB foi realizada em uma solenidade simples, mas simbólica para a instituição. Durante o evento, três inversores foram acionados, dando início ao processo de transformação da energia solar captada pelos módulos fotovoltaicos em energia elétrica.

O primeiro inversor foi acionado pelo servidor Diógenes Paiva, gestor do projeto. Em sua fala, ele destacou os desafios enfrentados desde as etapas iniciais da iniciativa, incluindo o processo de licitação e o acompanhamento da execução da obra.

Segundo o gestor, o projeto foi viabilizado graças ao trabalho conjunto de servidores do tribunal e parceiros institucionais. Ele também destacou o compromisso da instituição com a sustentabilidade, ressaltando que projetos como esse demonstram como a adoção de energia solar pode trazer benefícios concretos para a gestão pública e para a redução de custos públicos.

A iniciativa também acompanha uma tendência crescente no setor público brasileiro, que tem ampliado o uso de fontes renováveis para reduzir gastos operacionais e melhorar indicadores de sustentabilidade. No caso do TRE-PB, a nova usina fotovoltaica de solo representa uma estratégia concreta para tornar a gestão energética mais eficiente e alinhada às demandas ambientais contemporâneas.

Estrutura técnica da usina fotovoltaica de solo instalada no anexo do tribunal

A usina fotovoltaica de solo instalada pelo TRE-PB foi projetada para aproveitar o alto potencial de geração de energia solar na região Nordeste do Brasil. O sistema é composto por sete conjuntos de mesas, cada um contendo 84 módulos fotovoltaicos.

Cada módulo possui potência de 565 watts, o que resulta em uma potência instalada total de 444,26 quilowatt-pico (kWp). A usina opera com três inversores, que juntos garantem uma potência nominal de 300 quilowatts.

Essa estrutura permite que a energia gerada seja utilizada para abastecer diversas unidades da Justiça Eleitoral no estado. A adoção dessa tecnologia reforça a estratégia de modernização energética da instituição e demonstra como investimentos em energia solar podem contribuir para a eficiência administrativa e para a sustentabilidade.

Além disso, a implantação da usina fotovoltaica de solo evidencia o potencial da geração distribuída como ferramenta para reduzir custos públicos no setor governamental.

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Energia solar como ferramenta estratégica para reduzir custos públicos

A implantação da usina fotovoltaica de solo representa uma estratégia importante para diminuir despesas operacionais do TRE-PB. A produção própria de energia solar permitirá que a instituição reduza significativamente os gastos com eletricidade em diversas unidades administrativas.

De acordo com estimativas do tribunal, a energia gerada pela usina será suficiente para zerar a conta de energia elétrica de todos os prédios da Justiça Eleitoral no estado, com exceção da sede do tribunal.

Esse resultado demonstra como a adoção de fontes renováveis pode contribuir para diminuir custos públicos recorrentes. Em um cenário de orçamento limitado, iniciativas que reduzem despesas estruturais se tornam cada vez mais relevantes para a administração pública.

A economia gerada pela produção de energia solar poderá ser direcionada para outros investimentos institucionais, ampliando a capacidade de atuação do órgão e beneficiando tanto servidores quanto cidadãos atendidos pela Justiça Eleitoral.

Sustentabilidade como eixo estratégico na gestão energética do TRE-PB

Além da economia financeira, a implantação da usina fotovoltaica de solo também fortalece a política de sustentabilidade do TRE-PB. A geração de energia solar é considerada uma das formas mais limpas de produção energética, pois não gera emissões de gases de efeito estufa durante a operação.

Ao investir em geração renovável, o tribunal demonstra compromisso com práticas ambientais responsáveis e alinhadas às discussões globais sobre transição energética.

A diretora-geral do tribunal, Alexandra Cordeiro, destacou durante a inauguração que a ideia de implantar um sistema de energia solar parecia inicialmente um projeto distante da realidade institucional. Segundo ela, o resultado alcançado mostra que iniciativas voltadas à sustentabilidade podem se tornar realidade quando há planejamento e cooperação entre equipes técnicas.

Esse tipo de projeto também contribui para melhorar o desempenho de instituições públicas em indicadores de gestão ambiental, cada vez mais considerados em avaliações institucionais e políticas de governança.

Segunda usina ampliará geração de energia solar e economia de custos públicos

A estratégia energética do TRE-PB não se limita à usina fotovoltaica de solo instalada no anexo da instituição. O tribunal também prepara a inauguração de uma segunda estrutura de geração de energia solar, que será instalada na cobertura do edifício-sede.

Quando estiver em funcionamento, esse novo sistema produzirá parte da energia consumida pela sede administrativa do tribunal. A combinação entre as duas estruturas permitirá ampliar a produção de energia solar e reforçar o compromisso institucional com a sustentabilidade.

A expectativa é que, juntas, as duas usinas gerem uma economia anual de aproximadamente R$ 1 milhão para a instituição. Esse valor representa uma redução significativa de custos públicos, demonstrando como investimentos em energia renovável podem gerar retorno financeiro no médio e longo prazo.

Além da economia direta, a geração própria de energia contribui para maior previsibilidade orçamentária, já que reduz a dependência de tarifas energéticas sujeitas a variações.

Avanço da energia solar no Brasil reforça relevância de projetos institucionais

O investimento do TRE-PB em uma usina fotovoltaica de solo acompanha uma tendência nacional de expansão da energia solar. Nos últimos anos, o Brasil tem ampliado rapidamente sua capacidade de geração fotovoltaica, impulsionado pela redução do custo dos equipamentos e pelo grande potencial solar do país.

Projetos implementados por instituições públicas têm papel importante nesse processo, pois demonstram na prática como a geração renovável pode reduzir custos públicos e melhorar a eficiência energética de órgãos governamentais. Além disso, iniciativas desse tipo ajudam a fortalecer políticas de sustentabilidade, incentivando outras instituições a adotarem soluções semelhantes.

No caso do TRE-PB, a implantação da usina fotovoltaica de solo mostra que o setor público pode assumir papel relevante na transição energética, utilizando a energia solar como ferramenta para reduzir despesas e promover práticas ambientais responsáveis.

Um passo importante para eficiência energética e sustentabilidade na administração pública

A entrada em operação da usina fotovoltaica de solo representa um marco importante na estratégia energética do TRE-PB. Com investimento superior a R$ 1 milhão, o projeto demonstra como a adoção de energia solar pode gerar benefícios financeiros e ambientais para instituições públicas.

A expectativa de economia anual de cerca de R$ 1 milhão, quando somadas as duas usinas previstas, evidencia o impacto positivo da iniciativa na redução de custos públicos. Esse resultado mostra que projetos de geração renovável podem contribuir para tornar a administração pública mais eficiente e sustentável.

Além da economia financeira, o investimento reforça o compromisso do tribunal com práticas de sustentabilidade, alinhando a instituição a tendências globais de transição energética e gestão ambiental responsável.

A experiência do TRE-PB mostra que a implantação de uma usina fotovoltaica de solo pode servir de referência para outros órgãos públicos interessados em aproveitar o potencial da energia solar para modernizar sua infraestrutura energética, reduzir despesas e fortalecer políticas ambientais no setor público.

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Hilton Libório

Hilton Fonseca Liborio é redator, com experiência em produção de conteúdo digital e habilidade em SEO. Atua na criação de textos otimizados para diferentes públicos e plataformas, buscando unir qualidade, relevância e resultados. Especialista em Indústria Automotiva, Tecnologia, Carreiras, Energias Renováveis, Mineração e outros temas.

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