A jovem morreu neste sábado, em Limeira, depois de ser lançada de cerca de 40 metros num salto de bungee jump. Uma testemunha relatou à Polícia Militar que os funcionários teriam esquecido de prender as cordas ao corpo dela. Seis pessoas foram presas, e o caso é investigado.
Uma jovem de 21 anos morreu neste sábado, 13 de junho de 2026, após ser lançada num salto de bungee jump em Limeira, no interior de São Paulo. De acordo com o g1, a queda foi de cerca de 40 metros, a partir da Ponte do Esqueleto. O socorro foi acionado, mas a vítima já foi encontrada sem vida.
Uma testemunha relatou à Polícia Militar que os funcionários da empresa responsável teriam se esquecido de atar as cordas do equipamento à cliente antes do salto. A informação é preliminar e faz parte de uma investigação em andamento. Pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, agentes atenderam a ocorrência desde as 9h55, o Samu confirmou o óbito no local e o caso passou a ser registrado pela Polícia Civil.
O que mostram os vídeos do acidente
Imagens que circulam nas redes sociais ajudam a reconstruir o salto de bungee jump que terminou em tragédia. Nos vídeos, três homens aparecem carregando a jovem nos braços até a plataforma, na Ponte do Esqueleto, e, em seguida, a lançam.
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Atrás do grupo, uma corda surge enrolada no chão, sem estar presa a ela.
O detalhe não passou despercebido por quem estava no local.
Logo após o salto, pessoas ao redor começam a gritar, alertando para o equipamento solto. “A corda”, se ouve na gravação. O socorro ainda foi chamado, mas não havia mais o que fazer.
Funcionários presos e a fuga pela mata
A resposta policial foi rápida.
De acordo com a Polícia Militar, dois homens fugiram após o acidente no bungee jump, mas acabaram localizados com a ajuda do helicóptero Águia durante buscas em uma região de mata.
Ao todo, seis pessoas foram presas na ocorrência.
É importante lembrar que prisão não é condenação.
As seis pessoas foram detidas no âmbito da apuração, e cabe à investigação esclarecer as responsabilidades de cada uma.
O caso foi encaminhado ao 2º Distrito Policial de Limeira.
As empresas citadas e a apuração
Dois nomes apareceram nos uniformes dos funcionários.
De acordo com O Globo, as empresas “Entre cordas” e “Ih voei” foram procuradas.
A conta de uma delas no Instagram aparecia indisponível na manhã de sábado, e a outra não se manifestou sobre o caso até a publicação da reportagem.
Por enquanto, tudo o que se sabe sobre a causa é preliminar.
A principal informação, a de que as cordas não teriam sido presas, parte do relato de uma testemunha à polícia e ainda precisa ser confirmada.
O caso está sendo registrado pela Polícia Civil, que deve detalhar como a falha aconteceu.
A dor de quem ficou
Por trás dos números da ocorrência, há uma tragédia pessoal.
De acordo com a Polícia Militar, o noivo da jovem passou mal diante da cena e precisou ser levado ao pronto-socorro.
A vítima, de apenas 21 anos, foi encontrada já sem vida no local.
O episódio reacende o debate sobre a segurança nesse tipo de atividade.
Saltos de bungee jump e modalidades parecidas dependem totalmente da checagem correta dos equipamentos e do preparo de quem opera a estrutura.
Enquanto a investigação avança, fica a cobrança por mais fiscalização e por protocolos rígidos nessas operações de aventura.
O caso de Limeira escancara como uma falha pode ter consequências irreversíveis em atividades radicais.
Uma jovem de 21 anos perdeu a vida num salto de bungee jump que deveria ter sido apenas mais um dia de adrenalina.
As respostas definitivas sobre o que falhou ainda dependem da investigação em curso.
Episódios como esse levantam uma discussão necessária sobre a segurança nos esportes de aventura. Você acha que falta fiscalização nesse tipo de atividade no Brasil? Comente com respeito, lembrando que se trata de uma tragédia real e recente, e compartilhe esta matéria para reforçar a importância dos protocolos de segurança.

A falta que faz um cérebro. 🧠
Com certeza! Não existe fiscalizaçao lguma!
Que seja multadas essas empresas , pra que não aconteça mais mortes como essa!
Lamentável isso acontecer!
A empresa é 100% responsável nesse caso.