Virada dramática no mercado automotivo: empresa brasileira desiste de carro elétrico prometido e aposta em outra tecnologia com consumo recorde de 33,3 km/l.
Em uma virada surpreendente, a empresa Lecar, liderada pelo empresário Flávio Figueiredo Assis, autointitulado “Elon Musk brasileiro”, anunciou que abandonou os planos de lançar um carro elétrico 100% brasileiro.
A expectativa era alta para o sedã elétrico que prometia revolucionar o mercado ainda em 2024. No entanto, a Lecar decidiu redirecionar seus esforços para o desenvolvimento de carros híbridos flex, uma decisão que chocou muitos entusiastas e especialistas do setor.
Segundo comunicado oficial, Assis confirmou que o protótipo Lecar 459, inicialmente previsto para chegar ao mercado em dezembro como elétrico, será readaptado para a nova tecnologia híbrida. A empresa não divulgou detalhes sobre a motorização do modelo híbrido, mas já fez promessas audaciosas em relação ao consumo e à autonomia.
-
Toyota Corolla Cross 2027 ganha novo visual, com foco em economia, revisões com preço reduzido, mais tecnologia, serviços conectados e garantia de até 10 anos
-
Custando menos de R$ 65 mil, esse sedã automático da Fiat oferece 525 litros de porta-malas, motor 1.8 de até 139cv, sendo uma boa opção para família ou para quem busca um carro com espaço interno e manutenção conhecida no mercado: conheça o Fiat Cronos Precision 2018
-
Volkswagen vai deixar de fabricar esses modelos e cortar 1 milhão de carros da produção até 2030, enquanto elimina 50 mil empregos, reduz plataformas e aposta em veículos que realmente dão lucro no mercado
-
Toyota estreia no Brasil seu primeiro carro 100% elétrico com 343 cv, tração integral, autonomia de 361 km e preço de R$ 419.990, mas apenas 99 compradores poderão levar o bZ4X para casa
O Motivo da Mudança de Rumo
A decisão de mudar de direção foi justificada pela Lecar com a alegação de que os veículos elétricos ainda não são “uma realidade benéfica para o mercado”. Segundo a marca, a prevalência de carros elétricos pode trazer mais transtornos do que soluções reais para a mobilidade.
A empresa chegou a criticar a tecnologia que defendia, apontando que, mesmo com motores e baterias mais modernos, o conceito do carro elétrico se mantém inalterado desde 1890, e que os limites tecnológicos das baterias estão próximos de seu auge.
De acordo com a Lecar, agora, o foco ficará por conta do sedã híbrido que poderá rodar 1.000 km com 30 litros de etanol, o que significa um consumo médio de 33,3 km/l. Esta promessa coloca o Lecar 459 em uma posição de destaque no mercado de veículos híbridos, oferecendo uma opção de mobilidade que combina eficiência de combustível com uma pegada ambiental mais leve.
Com a mudança de direção, a Lecar aposta em uma tecnologia híbrida flex que pode se adaptar melhor às necessidades do mercado brasileiro. A promessa de um veículo com alta eficiência de combustível e menos dependência de infraestruturas de recarga elétrica pode ser um diferencial significativo.
A História da Lecar e Suas Ambições
Fundada em 2022, a empresa gaúcha Lecar nasceu com a ambiciosa promessa de se tornar uma montadora brasileira de veículos elétricos, inspirada na Tesla. Assis demonstrou interesse em assumir as instalações da antiga fábrica da Ford em Camaçari (BA), durante o período de negociação com a chinesa BYD. No entanto, a reviravolta nos planos da Lecar mostra uma flexibilidade e uma adaptação rápida às realidades do mercado.

Parabéns a esse brasileiro, precisamos de mais gente como esse.
E melhor o Brasil continuar plantando café, cana de açúcar, cacau deixa tecnologia para quem sabe
Discordo, veja o que é a Embraer hoje! Poucos países projetam e constroem aviões de médio e grande porte, e ela está entre as quatro mais importantes e tecnológicas do mundo.
Agora tem uma chance de ter sucesso. A depender do preço final do veículo. O carro 100% elétrico, para a realidade brasileira é uma bobagem.
Carro elétrico para quem anda muito longe não funciona, melhor é o híbrido, o Brasil foi pioneiro na fabricação de carro elétrico pela Gurgel em 1980, na época o governo não deu incentivo para a Gurgel e nem financiamento.