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Tainha gigante de 7 kg surpreende pescadores em SC durante megalanço com 13,7 mil peixes, drones, canoas e rede de arrasto na Praia de Cima, em Palhoça, no maior registro da safra até agora em Santa Catarina

Escrito por Carla Teles
Publicado em 12/05/2026 às 17:27
Atualizado em 12/05/2026 às 17:29
Tainha gigante de 7 kg surpreende pescadores em SC durante megalanço com 13,7 mil peixes, drones, canoas e rede de arrasto na Praia de Cima, em Palhoça, no maior registro da safra até
Tainha gigante marca safra da tainha em Palhoça, com pesca artesanal, drones e megalanço de 13,7 mil peixes.Imagem: Redes Sociais/Instagram @sos_naufragados
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Tainha de cerca de 7 kg foi registrada no maior lanço da safra até agora em Santa Catarina, na manhã de 12 de maio de 2026, quando pescadores capturaram aproximadamente 13,7 mil peixes na Praia de Cima, em Palhoça, com apoio de drones, canoas e rede de arrasto artesanal local.

A tainha virou destaque em Santa Catarina nesta terça-feira, 12 de maio de 2026, depois que pescadores registraram um peixe de aproximadamente 7 kg durante um megalanço na Praia de Cima, em Palhoça, na Grande Florianópolis. A captura ocorreu no mesmo dia em que cerca de 13,7 mil peixes foram retirados do mar no maior lanço da safra até agora.

O episódio chamou atenção não apenas pelo tamanho da tainha, considerada uma das maiores da temporada, mas pela dimensão da operação artesanal. Drones ajudaram a localizar dois grandes cardumes próximos à areia, enquanto pescadores usaram canoas e uma rede de arrasto de grandes proporções para fechar o cerco.

Tainha gigante surpreendeu pescadores durante o maior lanço da safra

Vídeo: Redes Sociais/Instagram @sos_naufragados

A tainha de aproximadamente 7 kg apareceu em meio ao grande volume de peixes capturados na Praia de Cima. O tamanho chamou tanta atenção que o registro rapidamente passou a circular nas redes sociais, impulsionado por imagens publicadas por Ramatis Ferreira Florêncio, ligado à página SOS Naufragados.

Segundo os relatos publicados, o peixe foi tratado como possível maior exemplar da safra até agora. Em uma temporada marcada por expectativa, vento, monitoramento e tradição, uma tainha desse porte vira símbolo imediato da força dos cardumes no litoral catarinense.

O peso impressiona porque a tainha costuma ser acompanhada de perto por pescadores durante a temporada. Quando um exemplar grande aparece em um lanço numeroso, ele reforça a percepção de que os cardumes chegaram com força à região.

O caso também ganhou apelo visual. A imagem de uma tainha que “não cabe na bacia” conversa diretamente com o tipo de cena que viraliza: simples, comunitária, inesperada e ligada a uma tradição muito forte em Santa Catarina.

Megalanço reuniu cerca de 13,7 mil peixes em Palhoça

O lanço registrado na manhã de 12 de maio ocorreu na Praia de Cima, na região da Pinheira, em Palhoça. De acordo com os registros divulgados, a captura chegou a aproximadamente 13,7 mil tainhas, número que colocou o episódio como o maior da safra até o momento.

A movimentação já era esperada por pescadores da região, depois de sinais de cardumes em praias mais ao sul, como Garopaba e Gamboa. Essa observação prévia ajudou os trabalhadores a se prepararem para um possível grande lanço em Palhoça.

A pesca da tainha depende de leitura do mar, experiência coletiva e ação rápida. Quando os cardumes se aproximam da areia, a comunidade precisa agir em conjunto para posicionar canoas, puxar redes e organizar a retirada dos peixes.

Por isso, o megalanço não é apenas um número alto. Ele representa uma operação coordenada, em que pescadores artesanais combinam tradição, força física e tecnologia para aproveitar o momento certo da passagem dos cardumes.

Drones ajudaram a localizar os cardumes perto da areia

Um dos pontos mais marcantes da operação foi o uso de drones. As imagens aéreas mostraram a concentração das tainhas em dois grandes cardumes próximos à faixa de areia, o que orientou o cerco feito com canoas e rede de arrasto.

A tecnologia não substitui o conhecimento dos pescadores, mas amplia a capacidade de observação. Do alto, fica mais fácil identificar manchas no mar, movimentação dos peixes e a melhor hora para iniciar o lanço.

Esse uso mostra como a pesca artesanal vem incorporando ferramentas modernas sem abandonar o trabalho comunitário. O drone aponta o caminho, mas quem faz o lanço acontecer ainda são os pescadores na areia, nas canoas e na rede.

A combinação entre tradição e tecnologia ajuda a explicar por que o vídeo ganhou tanta repercussão. A cena mistura mar cristalino, cardumes visíveis, dezenas de trabalhadores e uma quantidade de tainha difícil de ignorar.

Praia de Cima entrou no centro da safra catarinense

Vídeo: Redes Sociais/Instagram @sos_naufragados

A Praia de Cima, em Palhoça, passou a concentrar as atenções depois do grande lanço. A região já estava no radar dos pescadores por causa da movimentação observada nas praias próximas, o que indicava a possibilidade de chegada dos cardumes à costa.

O episódio ocorreu quase duas semanas após a abertura oficial da safra da tainha em Florianópolis, realizada em 1º de maio, em um evento ligado à tradição da pesca artesanal no litoral catarinense.

Para a comunidade pesqueira, esses primeiros grandes lanços são importantes porque sinalizam o ritmo da temporada. Quando o cardume aparece em volume expressivo, aumenta a expectativa para os próximos dias de pesca.

A safra da tainha não movimenta apenas embarcações e redes; ela também mobiliza cultura, economia local e identidade comunitária. Em Santa Catarina, o peixe faz parte da mesa, da tradição e da rotina de muitas famílias.

Rede de arrasto e canoas mantêm tradição viva

Apesar do uso de drones, a base do lanço continuou artesanal. A operação envolveu canoas e uma rede de arrasto de grandes proporções, usada para cercar os cardumes próximos à praia e conduzir os peixes até a areia.

Esse tipo de pesca exige coordenação entre várias pessoas. Cada etapa importa: observar o mar, posicionar a canoa, lançar a rede, fechar o cerco e puxar o conjunto com força suficiente para trazer a tainha até a faixa de areia.

A cena de muitos pescadores reunidos reforça o caráter coletivo da atividade. Não é uma captura individual, mas um esforço compartilhado, em que o resultado depende da organização da comunidade.

É justamente essa união que transforma um lanço de tainha em espetáculo popular. Quem assiste vê peixe, mas também vê tradição, trabalho e uma prática passada entre gerações no litoral.

Tainha grande aumenta repercussão de uma safra já aguardada

A tainha gigante de 7 kg deu ainda mais força a uma notícia que já seria expressiva pelo volume do megalanço. Em uma única manhã, o episódio reuniu número alto de peixes, tecnologia de monitoramento, imagens aéreas e um exemplar fora do comum.

Esse conjunto explica a repercussão nas redes. O público se impressiona com a quantidade, mas também com o contraste entre a escala do lanço e a simplicidade da pesca feita na praia.

Para os pescadores, a captura tem peso simbólico e econômico. Um grande lanço pode representar alívio, celebração e reconhecimento do esforço de quem acompanha a temporada desde os primeiros sinais no mar.

Ao mesmo tempo, a cena reacende conversas sobre tradição, sustentabilidade e futuro da pesca artesanal. Quanto maior o espetáculo, maior também a atenção sobre como a atividade é feita e como os recursos marinhos são preservados.

Megalanço mostra força da pesca artesanal em Santa Catarina

A safra da tainha em Santa Catarina segue como uma das expressões mais marcantes da pesca artesanal no Sul do Brasil. O lanço de Palhoça mostra que a atividade continua mobilizando pescadores, moradores, visitantes e redes sociais.

A presença dos drones indica uma adaptação aos novos tempos, mas o coração da operação permanece no trabalho coletivo. A tecnologia ajuda a enxergar o cardume; a comunidade faz o restante.

No fim, a tainha gigante de 7 kg e os 13,7 mil peixes capturados na Praia de Cima transformaram uma manhã de pesca em cena marcante da temporada. Você acha que o uso de drones fortalece a pesca artesanal ou muda demais uma tradição antiga do litoral catarinense? Comente sua opinião.

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Carla Teles

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