Com foco na sustentabilidade no Pará, parceria entre União e governo estadual amplia integração territorial, incentiva energia limpa e promove gestão ambiental com dados geoespaciais precisos
A sustentabilidade no Pará ganha novo fôlego com o compartilhamento de bases geoespaciais detalhadas entre a Secretaria de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas) e órgãos da União.
O objetivo é aprimorar o planejamento federal e estadual, garantindo o uso sustentável do território paraense, segundo uma matéria publicada.
As informações incluem áreas protegidas, zonas sensíveis do Zoneamento Econômico-Ecológico, planos de manejo florestal e concessões minerárias.
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Essa cooperação reduz conflitos de uso da terra, fortalece a transparência e apoia o desenvolvimento sustentável.
De acordo com o secretário adjunto da Semas, Rodolpho Zahluth Bastos, a integração entre setores é essencial para alinhar infraestrutura, recursos minerais, hídricos e florestais de forma coordenada.
Mineração responsável e sustentabilidade no Pará avançam com transparência pública
O compartilhamento de dados pela Semas beneficia diretamente a mineração responsável no Pará.
A Agência Nacional de Mineração (ANM), por exemplo, utiliza as informações para planejar concessões e fiscalizar barragens, promovendo mais segurança e governança.
O superintendente da ANM, Luiz Paniago Neves, destacou que a iniciativa fortalece políticas públicas baseadas em dados e amplia a transparência das instituições.
Segundo ele, o uso dessas informações é essencial para aprimorar a fiscalização e garantir que o desenvolvimento econômico ocorra sem comprometer o meio ambiente.
Com o Pará figurando entre os maiores polos mineradores do mundo, a integração territorial se torna um passo decisivo para unir crescimento econômico e preservação ambiental.
Energia limpa e sustentabilidade no Pará: cooperação que impulsiona o futuro energético
O compartilhamento das bases geoespaciais também apoia estudos de planejamento conduzidos pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME).
O presidente da EPE, Thiago Prado, ressaltou que o território paraense é estratégico para o futuro da matriz energética brasileira.
Os dados atualizados e georreferenciados permitem identificar áreas adequadas para geração e transmissão de energia limpa, reforçando a sustentabilidade no Pará.
Essa integração técnica entre União e Estado aprimora o ordenamento do território, prevenindo impactos ambientais e otimizando investimentos públicos e privados no setor energético.
Reflorestamento digital e sustentabilidade no Pará ampliam a governança ambiental
Com o avanço da transformação digital, a sustentabilidade no Pará também é fortalecida pelo Portal Regulariza Pará, que é a plataforma pública que centraliza informações ambientais, fundiárias e territoriais.
A ferramenta permite acompanhar políticas públicas de reflorestamento, unidades de conservação, assentamentos rurais e territórios quilombolas.
As bases, atualizadas periodicamente, integram dados de órgãos estaduais e federais, promovendo previsibilidade e eficiência na gestão ambiental.
Essa digitalização do território reforça o papel do Estado como promotor de governança transparente, facilitando o acesso público às informações e contribuindo para o equilíbrio entre desenvolvimento regional e proteção ambiental.
