As empresas tiveram que aumentar suas capacidades nas cidades de Taubaté(SP) e Macaé(RJ) para dar conta da demanda de equipamentos submarinos a partir de 2018
A Subsea 7 e a Schlumberger soltaram nos canais de negócios mundiais que já estão em francas negociações para moldar um joint venture 50/50, nos mesmos parâmetros da Subsea Integration Alliance, concebida em 2015. Esta iniciativa visa combinar o portfólio de serviços da superfície, produção e processamento da subsea da OneSubsea, com a modalidade de umbilicais, risers e flowlines da Subsea 7.
Com esta fusão, o próximo passo será fortificar o ramo de engenharia, desenhos e todas as execuções destes projetos combinados com sistemas tecnológicos autônomos, monitoramento remoto da produção e operações que precisam de inspeção, além de manutenção e reparos. A Shell junto com o Senai desenvolverem um sistema parecido que pode substituir um ROV e já irão implementa-lo em breve, saiba mais aqui.
A OneSubsea é uma joint venture entre a Schlumberger e a Cameron, criada em 2012, voltada à fabricação e desenvolvimento de produtos, sistemas e serviços para o mercado de gás e petróleo submarinos. Em 2017, estabeleceu uma posição de liderança no mercado subsea com o foco em pore-to-pipeline .
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Em terras brasileiras, ela supri o nosso mercado atualmente com mais de 350 árvores de natal e outros tipos de equipamentos submarinos relacionados. Com combinação destas duas empresas, foi anunciado que as cidades de Macaé(RJ) e Taubaté(SP) onde se encontram suas principais instalações, deverão ter suas capacidades amplificadas, já prevendo a grande demanda de serviços que estão por vir a partir de 2018.

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