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Estudantes brasileiros surpreendem ao desenvolver joelho em impressora 3D mais acessível, que se assemelha aos movimentos reais e promete mudar a vida de amputados no SUS

Publicado em 16/06/2026 às 21:04
Atualizado em 16/06/2026 às 21:06
Assista o vídeoEstudantes brasileiros revolucionam as próteses
Imagem: Reprodução / Video do youtube
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Protótipo desenvolvido por universitários no Brasil usa sensores para analisar movimentos, permite troca de peças e pode chegar ao SUS em até três anos

Um joelho em impressora 3D desenvolvido por estudantes brasileiros pode ampliar a qualidade de vida de pessoas amputadas ao oferecer uma prótese mais acessível, personalizável e próxima dos movimentos naturais do corpo. O protótipo ainda passa por testes e pode chegar ao SUS em até três anos.

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Joelho em impressora 3D busca imitar movimentos naturais

A prótese faz parte de uma pesquisa colaborativa entre a FEI e outras instituições, com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), e recentemente venceu a categoria Transformação na Sociedade do prêmio InovaFEI, promovido pela instituição.

Utiliza impressão 3D para produzir um joelho protético com maior possibilidade de adaptação ao paciente.

Segundo Felipe Batista, em São Bernardo do Campo (SP), os testes realizados até agora mostram que o equipamento consegue imitar o movimento natural do corpo com mais precisão.

Sensores ajudam a personalizar a prótese

A proposta prevê o uso de sensores para analisar o movimento de cada paciente. Com esses dados, a equipe busca produzir uma prótese personalizada, ajustada às necessidades de quem precisa voltar a andar.

Outro diferencial citado no projeto é a possibilidade de adaptar e trocar peças ao longo do tempo, algo importante para crianças e adolescentes em fase de crescimento.

Custo e acesso são pontos centrais do projeto

O professor de engenharia mecânica Mohammad Shaterzadeh afirma que próteses tradicionais têm alto custo e pouca flexibilidade. Para ele, trocar todo o joelho é inviável pelo valor elevado.

A expectativa é que a tecnologia possa chegar ao SUS em até três anos, ampliando o acesso para pacientes como Heitor, de nove anos, que sonha em ser jogador de futebol de amputados.

Esta matéria foi elaborada com base em informações do material-base fornecido, com dados, números e declarações preservados conforme o material consultado.

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Romário Pereira de Carvalho

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