Através da conversão de veículos pesados, a companhia busca otimizar sua logística rodoviária com tecnologia 100% elétrica e reduzir emissões de carbono.
A PepsiCo iniciou a operação de oito caminhões convertidos para propulsão 100% elétrica como parte de sua estratégia de descarbonização em território brasileiro.
O projeto de renovação consiste na transformação de veículos pesados movidos a diesel em modelos totalmente sustentáveis, visando a redução imediata de emissões de carbono. Estas unidades serão responsáveis por cobrir rotas logísticas que somam aproximadamente 480.000 quilômetros percorridos por ano.
Tecnologia de conversão e autonomia das baterias
O processo de eletrificação foi executado de forma a substituir o trem de força convencional por um sistema de baterias de alta densidade energética. Com essa modificação, os veículos mantêm a robustez necessária para o transporte de cargas, mas operam com tecnologia 100% elétrica de última geração.
-
China não encontrou caminhão elétrico adequado para mineração, encomendou um do zero, lançou veículo de 140 toneladas com bateria de 770 kWh trocável em 4 minutos e já opera 290 unidades na maior mina de zinco de Xinjiang
-
Meta prepara o Arena, novo aplicativo de previsões que pode usar pontos, aproveitar 3,56 bilhões de usuários e entrar na disputa direta com Polymarket e Kalshi
-
Cientista desafia uma das teorias mais famosas sobre a evolução humana e afirma que o Homo sapiens não passou por uma revolução repentina, mas por milhares de anos de mudanças graduais
-
Aos 15 anos, uma americana construiu um gerador oceânico com cano de PVC e hélice de impressora 3D por R$ 61, ganhou um prêmio nacional, apresentou o projeto na Casa Branca e entrou na lista Forbes 30 Under 30
O conjunto de baterias permite uma autonomia adequada para os trajetos diários, garantindo que a produtividade logística não seja afetada pela transição energética.
A infraestrutura de carregamento também foi planejada para suportar a demanda energética desses novos ativos rodoviários. Cada veículo conta com sistemas de regeneração de energia durante a frenagem, o que otimiza o uso da carga e aumenta a eficiência nas estradas brasileiras. Esta solução técnica evita o descarte prematuro de chassis e cabines, promovendo uma economia circular dentro da frota da companhia.
Impacto ambiental e metas de sustentabilidade
A implementação desses oito caminhões representa uma diminuição drástica na emissão de gases de efeito estufa em comparação com os modelos movidos a combustíveis fósseis.
A operação 100% elétrica permite que a empresa avance em suas metas globais de sustentabilidade, eliminando o escape de poluentes diretamente nas rotas urbanas e rodoviárias. Estima-se que a economia de diesel evite a queima de milhares de litros de combustível ao longo do ciclo operacional anual.
Além do benefício climático, a conversão reduz consideravelmente a poluição sonora nas áreas de entrega e centros de distribuição. O silêncio dos motores elétricos proporciona um ambiente de trabalho mais confortável para os motoristas e reduz o impacto auditivo nas cidades. Este movimento reforça o compromisso da organização com a preservação ambiental em um dos seus maiores mercados consumidores no mundo.
Expansão logística e eficiência rodoviária
As unidades adaptadas serão integradas a uma malha de distribuição complexa, demonstrando que a tração 100% elétrica é viável para o setor de transportes pesados.
A quilometragem prevista de 480.000 km anuais será monitorada para validar a durabilidade dos componentes elétricos em diferentes condições de asfalto e clima. A iniciativa serve como um teste de larga escala para futuras expansões da frota eletrificada na América Latina.
A escolha do Brasil para este projeto-piloto de conversão destaca a relevância do país na logística global da empresa. Com a validação técnica da performance desses caminhões, a tendência é que o modelo de reaproveitamento de veículos antigos ganhe escala. A operação encerra sua fase de implementação com resultados positivos em eficiência energética e confiabilidade mecânica.
Clique aqui para acessar o estudo.
