Problema com roedores no Centro Histórico gera incômodo, prejuízos ao comércio e mobiliza ações da Secretaria Municipal de Saúde e moradores que cobram soluções urgentes da prefeitura local
A cena já se tornou quase cotidiana para quem circula por grandes centros urbanos. Em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, essa realidade tem ganhado contornos ainda mais preocupantes. No Centro Histórico da capital, a circulação de ratos em espaços públicos e comerciais vem causando desconforto, insegurança e indignação entre moradores, trabalhadores e frequentadores da região.
Ratos ocupam área simbólica da capital
De acordo com o GZH Hora, no mês passado, roedores começaram a ser vistos na Praça da Matriz, um dos pontos mais tradicionais da cidade.
A prefeitura informou que realizou uma ação para eliminar os animais, mas vizinhos e usuários do espaço garantem que a situação segue praticamente a mesma.
-
Dona Floripes tem 103 anos, toma Coca-Cola todo dia, dança sozinha em casa, manda o médico esperar e diz que não se considera velha porque velha é o que se joga fora
-
Emirados Árabes constroem canal de captação de 600 metros e emissário submarino de 3,6 km para criar usina de dessalinização que vai puxar água salgada e produzir 681 milhões de litros de água potável por dia
-
Equipes de limpeza duvidaram deste robô de praia até vê-lo peneirar a areia sozinho; o equipamento parece simples, usa energia solar, remove sujeira enterrada, reduz esforço manual e está mudando silenciosamente a limpeza de áreas turísticas
-
Elon Musk tem dinheiro suficiente para comprar a bolsa brasileira inteira, dar R$ 100 para cada pessoa do planeta e ainda sobrar mais de US$ 184 bilhões no bolso
Na última quarta-feira (14) de janeiro, a equipe do Núcleo de Vigilância de Roedores e Vetores (NVRV), da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), afirma ter feito uma “vistoria técnica” na praça.
A ação incluiu a aplicação de raticida em pó em sete bueiros no entorno do local, na tentativa de conter a infestação.
Moradores relatam incômodo constante
Mesmo após a intervenção da prefeitura, frequentadores da praça continuam relatando a presença dos animais.
Em entrevista ao GZH Hora, moradores afirmaram que os ratos seguem circulando livremente pelo espaço.
A professora Juliana Carvalho, 35 anos, que costuma passear na praça com a filha, descreveu um problema adicional: o forte cheiro de urina.
Segundo ela, além do medo, o odor constante torna a permanência no local ainda mais desagradável, especialmente para famílias com crianças.
Comércio também sofre consequências
O impacto da situação já chegou ao comércio da região. Um lojista, que preferiu não ser identificado, contou ao GZH Hora que precisou fechar a loja na última quinta-feira (15) de janeiro após um rato entrar no estabelecimento.
Ele desabafou sobre o transtorno e questionou o fato de pagar impostos enquanto enfrenta um problema que considera responsabilidade do poder público.
O secretário municipal da Saúde, Fernando Ritter, afirmou que a prefeitura pede desculpas pelo ocorrido e que seguirá monitorando toda a cidade para reduzir o problema.
A Praça da Matriz é um espaço de convivência, circulação turística e atividades culturais, o que reforça a importância de ações contínuas e fiscalização frequente para evitar novos episódios ocorrido na região.
Com informações de Diário do Comércio.

Muito preocupante a expansão desses roedores pois proliferam doenças.