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Quanto Bad Bunny ganhou para cantar no Super Bowl LX: cachê oficial, regras da NFL e por que a exposição vale mais que milhões

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Escrito por Felipe Alves da Silva Publicado em 14/02/2026 às 11:29 Atualizado em 14/02/2026 às 11:31
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Apresentação no show do intervalo do Super Bowl LX. Créditos: Imagem ilustrativa criada por IA – uso editorial
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Mesmo sendo um dos maiores nomes da música latina, o artista recebeu apenas o valor previsto em contrato sindical, enquanto a NFL bancou o espetáculo e garantiu exposição global para mais de 250 milhões de pessoas

O Super Bowl LX, realizado no último domingo (8), voltou a dominar as manchetes e as redes sociais — e, desta vez, um dos principais motivos foi a apresentação de Bad Bunny. O cantor porto-riquenho, de 31 anos, comandou o tradicional show do intervalo e rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados do dia. Mas, afinal, quanto Bad Bunny ganhou para cantar no Super Bowl?

A informação foi divulgada por veículos especializados em entretenimento e esportes, como o site The Athletic, que detalhou as regras financeiras por trás do maior espetáculo esportivo dos Estados Unidos. Ao contrário do que muitos imaginam, o artista não recebeu um cachê milionário da NFL para subir ao palco.

Por que o cachê de Bad Bunny no Super Bowl foi de apenas US$ 1.000?

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Embora o show do intervalo do Super Bowl seja considerado o palco mais valioso do entretenimento ao vivo, a liga esportiva NFL não paga grandes valores aos artistas. Na prática, a organização cobre apenas as despesas relacionadas à produção e logística do espetáculo.

Além disso, conforme previsto pelo sindicato SAG-AFTRA — que representa profissionais da televisão e artistas musicais — o pagamento estabelecido é de cerca de US$ 1 mil por dia de trabalho, o equivalente a aproximadamente R$ 5 mil. Esse valor contempla ensaios, performance e demais compromissos ligados à apresentação.

Portanto, apesar de toda a grandiosidade do evento, Bad Bunny recebeu apenas o chamado “valor de sindicato”, algo simbólico quando comparado à sua posição como um dos artistas mais ouvidos do mundo.

O verdadeiro pagamento está na exposição global

Se o cachê parece modesto, por outro lado a exposição é incomparável. Segundo Jon Barker, vice-presidente sênior da NFL e chefe global de grandes eventos, subir ao palco do Super Bowl significa alcançar 250 milhões de pessoas de uma única vez, sem contar redes sociais, streaming e reprises.

Os números ajudam a entender essa lógica. Em 2023, por exemplo, o show de Rihanna atraiu um recorde de 121 milhões de espectadores. Durante a performance, ela promoveu sua marca Fenty Beauty ao retocar a maquiagem no palco, estratégia que, segundo a Launchmetrics, gerou US$ 5,6 milhões em mídia espontânea nas primeiras 12 horas após o jogo.

Ou seja, ainda que o pagamento direto seja de US$ 1.000 por dia, o retorno indireto pode alcançar cifras muito superiores. Outros artistas que já se apresentaram no intervalo — como Shakira, Justin Timberlake e Bruno Mars — registraram aumentos significativos em streams e vendas após participarem do evento.

A apresentação que celebrou identidade e cultura latina

No palco montado para o Super Bowl LX, Bad Bunny não apenas cantou — ele construiu uma narrativa. A abertura ficou por conta de “Tití Me Preguntó”, momento em que declarou: “Que rico es ser latino”. A frase serviu como fio condutor de uma performance marcada por identidade, política, memória e espetáculo.

Durante o show, o artista também apresentou sucessos do reggaeton como “Safaera”, “Party”, “Voy a LIevarte a PR” e “EoO”. Além disso, nomes como Jessica Alba, Karol G e Pedro Pascal participaram da festa, ampliando ainda mais a repercussão nas redes sociais.

Consequentemente, mesmo recebendo um valor considerado simbólico, Bad Bunny aposta na mesma estratégia que outros grandes nomes do entretenimento: transformar minutos de palco em crescimento de streaming, turnês, parcerias comerciais e fortalecimento de marca global.

Assim, quando se pergunta quanto Bad Bunny ganhou para cantar no Super Bowl, a resposta vai muito além dos US$ 1.000 por dia previstos pelo sindicato. O verdadeiro negócio está na projeção mundial, na valorização da marca pessoal e na capacidade de converter visibilidade em contratos milionários após o apito final.

Fonte: InfoMoney

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Felipe Alves da Silva

Sou Felipe Alves, com experiência na produção de conteúdo sobre segurança nacional, geopolítica, tecnologia e temas estratégicos que impactam diretamente o cenário contemporâneo. Ao longo da minha trajetória, busco oferecer análises claras, confiáveis e atualizadas, voltadas a especialistas, entusiastas e profissionais da área de segurança e geopolítica. Meu compromisso é contribuir para uma compreensão acessível e qualificada dos desafios e transformações no campo estratégico global. Sugestões de pauta, dúvidas ou contato institucional: fa06279@gmail.com

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