O que se espera é que, até 2030, o campo de Búzios produza 2 milhões de barris de óleo por dia
A Petrobras aprovou na última semana, a contratação de três novas unidades de produção do tipo FPSO (Floating Production Storage and Offloading – Unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência) para serem utilizadas no campo de Búzios, no pré-sal, na Bacia de Santos.
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As três novas plataformas de petróleo serão as primeiras contratadas após a aquisição dos volumes excedentes da cessão onerosa do campo de Búzios, em novembro de 2019, em parceria com as companhias chinesas CNOOC Petroleum Brasil Ltda. e a CNODC Brasil Petróleo e Gás Ltda.
Tais contratações custaram a Petrobras o valor de R$ 61,4 bilhões. A empresa aposta na vendas de ativos que trazem retornos financeiros menores e que não fazem parte do negócio principal da companhia, disponibilizando assim, maiores recursos para projetos promissores, como é o caso do campo de Búzios.
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Atualmente, a Petrobras possui quatro unidades operando em Búzios, que são responsáveis por mais de 20% da produção total da empresa e mais de 30% da produção do pré-sal. Recordes de produção foram obtidos através dessas plataformas.
Búzios, o maior campo de petróleo em águas profundas do mundo, produz e possui petróleo de ótima qualidade, reservas substanciais, baixo risco e baixo custo de extração. Situa-se a 180 quilômetros (km) da costa brasileira e a mais de 5 mil metros de profundidade. Tem área de 850 km², com espessuras de reservatórios de até 480 metros e excelente qualidade da rocha reservatório. Os mais de 45 poços perfurados até o momento confirmam a excelente qualidade do reservatório.
