Pouso emergência em Campos Amarais após colisão ave com avião pequeno mobiliza bombeiros; CENIPA investiga e piloto sai ileso.
Um pouso de emergência ocorreu na tarde desta quarta-feira (18) no Aeroporto Estadual de Campos Amarais, em Campinas (SP), após um avião de pequeno porte colidir com um pássaro durante o voo.
A aeronave, com apenas o piloto a bordo, apresentou falha no trem de pouso dianteiro e aterrissou utilizando somente os trens laterais.
Apesar da tensão, o piloto saiu ileso e a operação terminou com sucesso.
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O incidente mobilizou equipes do aeroporto e do Corpo de Bombeiros, que acompanharam toda a manobra por precaução.
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos iniciou os procedimentos técnicos e autorizou a liberação da pista.
Falha no trem de pouso exigiu procedimento especial
A concessionária Rede VOA informou que o avião envolvido era um modelo Baron 58, prefixo PR-FET.
Após a colisão com a ave, o trem de pouso frontal apresentou mau funcionamento, o que levou o piloto a declarar emergência.
O piloto executou um pouso controlado utilizando apenas os trens laterais.
Esse tipo de manobra exige precisão e treinamento, pois a aeronave precisa tocar a pista de forma equilibrada para evitar danos estruturais.
Mesmo com a falha, o piloto manteve o controle total do avião até a parada completa.
Operação de segurança reforçou atendimento em Campos Amarais
Equipes de solo se posicionaram ao longo da pista durante o pouso de emergência para agir rapidamente em caso de necessidade.
O Corpo de Bombeiros de Campinas também acompanhou a operação seguindo os protocolos de segurança.
A movimentação no aeroporto sofreu impacto temporário até a retirada da aeronave.
Logo após os procedimentos iniciais, a administração liberou a pista para voos regulares.
Assim, a concessionária confirmou que o aeroporto não sofreu danos estruturais nem apresentou risco para outras aeronaves.
CENIPA apura causas da colisão com ave
O CENIPA conduz a análise técnica do caso, como prevê o protocolo para emergências aeronáuticas.
Assim, a investigação busca identificar as causas da colisão e possíveis fatores contribuintes.
Esse trabalho não tem caráter punitivo.
O órgão utiliza os dados para aprimorar medidas de prevenção e segurança operacional.
Então especialistas destacam que colisões com aves, conhecidas como “bird strike”, ocorrem com maior frequência durante decolagens e pousos, quando as aeronaves voam em baixa altitude.
Risco de aves exige manejo constante nos aeroportos
Uma colisão com ave pode danificar motores, para-brisa e sistemas de pouso.
No caso do avião em Campos Amarais, o impacto comprometeu o trem dianteiro.
Por isso, aeroportos mantêm programas permanentes de manejo de fauna para reduzir a presença de aves nas proximidades das pistas.
Mesmo assim, o risco nunca desaparece completamente.
Pilotos treinam regularmente para lidar com esse tipo de emergência e seguem procedimentos padronizados para garantir a segurança do voo.
Piloto concluiu pouso com segurança
O piloto conduziu a aeronave com controle total até a parada final e não sofreu ferimentos.
Assim, a atuação coordenada entre controle de tráfego aéreo, equipes de solo e bombeiros garantiu um desfecho sem intercorrências.
Operações normalizadas após retirada do avião
Após a remoção da aeronave e a conclusão dos procedimentos iniciais do CENIPA, o aeroporto retomou as operações normalmente.
Assim, a Rede VOA informou que continuará colaborando com as autoridades durante a investigação.
Então o episódio reforça a importância dos protocolos de segurança e da preparação das equipes para lidar com situações inesperadas na aviação.
Veja mais em: Avião de pequeno porte faz pouso de emergência após colisão com ave no interior de SP
