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Poucos sabem disso, mas um novo tipo de tijolo criado por estudantes não precisa de altas temperaturas, utiliza urina humana no processo, endurece em poucos dias e ainda ajuda a diminuir a poluição gerada pela construção civil

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Escrito por Flavia Marinho Publicado em 15/04/2026 às 22:27
um novo tipo de tijolo criado por estudantes não precisa de altas temperaturas, utiliza urina humana
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Tecnologia de tijolo com urina humana mostra alternativa sustentável, reduz poluição na construção civil, dispensa altas temperaturas e pode transformar o futuro das obras

Poucos se lembram desse fato, mas um novo tipo de tijolo criado por estudantes continua mudando a forma de pensar a construção civil. Esse material inovador não precisa de altas temperaturas, utiliza urina humana no processo e consegue endurecer em poucos dias.

Além de reaproveitar resíduos, a técnica ajuda a reduzir a poluição causada pela produção tradicional. O resultado é um tijolo sustentável, com potencial para diminuir o impacto ambiental das obras.

Como funciona o tijolo feito com urina humana e bactérias

O processo de produção mistura urina humana, areia e bactérias, formando uma reação natural que cria um material sólido. As bactérias produzem uma enzima que quebra a ureia presente na urina.

Essa reação gera carbonato de cálcio, um composto que funciona como um tipo de cimento natural. Ele une os grãos de areia e forma os chamados biotijolos, que ganham resistência com o tempo.

O funcionamento lembra processos da natureza, como a formação de corais, onde minerais se acumulam e endurecem naturalmente.

Produção sem altas temperaturas reduz emissão de poluentes

A fabricação tradicional de tijolos exige cerca de 1.400 graus, o que gera grande quantidade de gases poluentes. Já o novo tipo de tijolo criado por estudantes é produzido em temperatura ambiente, sem uso de fornos.

Isso reduz o consumo de energia e diminui a emissão de dióxido de carbono. A construção civil passa a contar com uma alternativa mais limpa e eficiente.

As informações foram divulgadas por BBC News, agência internacional de notícias, que apresentou os detalhes do desenvolvimento dessa tecnologia sustentável.

Tijolos endurecem em poucos dias e podem ficar tão resistentes quanto rochas

Os biotijolos levam entre quatro e seis dias para ficarem prontos. Esse tempo pode aumentar quando se busca maior resistência no material.

Os primeiros testes mostraram rigidez semelhante a materiais com 40 por cento de calcário. Com ajustes no processo, essa resistência foi ainda maior.

Outro ponto importante é que o formato e a firmeza dos tijolos podem ter adaptação, dependendo da necessidade da construção.

Processo também gera fertilizante e elimina odores rapidamente

Antes da produção dos tijolos, parte do material tem uso para gerar um fertilizante sólido rico em nutrientes. Isso amplia o aproveitamento da urina humana no processo.

Durante a fabricação, há liberação de amônia, o que causa um cheiro forte no início. No entanto, esse odor desaparece em até 48 horas, deixando o material pronto para uso.

BBC News, agência internacional de notícias, destacou que o ambiente do processo elimina praticamente todos os microrganismos nocivos, garantindo segurança.

Uso de urina humana abre caminho para construção mais sustentável

O uso de urina humana como matéria prima representa uma nova forma de reciclar resíduos. Diferente de métodos antigos que utilizavam substâncias artificiais, essa técnica reduz o consumo de energia.

Isso cria novas possibilidades para a construção civil, com foco em sustentabilidade e reaproveitamento de recursos.

A tecnologia mostra que soluções simples podem gerar grande impacto ambiental positivo.

Tijolo sustentável pode mudar o futuro das construções

O novo tipo de tijolo criado por estudantes mostra que é possível construir de forma mais limpa, eficiente e econômica. A produção sem altas temperaturas, o uso de resíduos e a rápida formação tornam o material uma alternativa promissora.

Com o avanço dessa tecnologia, a tendência é que soluções sustentáveis ganhem cada vez mais espaço na construção civil.

Você teria coragem de morar em uma casa feita com esse tipo de material? Acha que essa inovação pode realmente substituir os tijolos tradicionais? Deixe sua opinião nos comentários e participe da conversa.

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Flavia Marinho

Flavia Marinho é Engenheira pós-graduada, com vasta experiência na indústria de construção naval onshore e offshore. Nos últimos anos, tem se dedicado a escrever artigos para sites de notícias nas áreas militar, segurança, indústria, petróleo e gás, energia, construção naval, geopolítica, empregos e cursos. Entre em contato com flaviacamil@gmail.com ou WhatsApp +55 21 973996379 para correções, sugestão de pauta, divulgação de vagas de emprego ou proposta de publicidade em nosso portal.

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