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Porto do forno, em Arraial do Cabo no Rio de janeiro, liberado para operações

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Escrito por Renato Oliveira Publicado em 04/05/2019 às 09:59 Atualizado em 04/05/2019 às 14:38

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Porto do forno liberado para operaçãoes
Ibama
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Empreendimento consegue liberação do Ibama, o foco é o segmento de Óleo e Gás e cresce o otimismo de geração de empregos na cidade de Arraial do Cabo, no norte do Rio de Janeiro

Depois de um embargo, que já durava um ano, o Ibama liberou as operações no Porto do Forno, em Arraial do Cabo (RJ) que tem na área de Petróleo e Gás o seu foco principal.
O embargo foi retirado após vistoria, o o Ibama verificou que todas as condicionantes do licenciamento ambiental do porto estavam em execução e optou pela liberação, mesmo tendo o Porto em Arraial do Cabo, algumas pendências.

Força tarefa para a liberação

Os responsáveis ela execução dos Programas Básicos Ambientais (PBAs) foram a Firjan, através do Instituto Senai de Tecnologia Ambiental e a Companhia Municipal de Administração Portuária (Comap) que estavam previstos na licença mas ainda não tinham sido executados.

Com o apoio, também da UFF (Universidade Federal Fluminense), que resolveu as questões pendentes em relação ao licenciamento do Ibama, incluindo um trabalho de monitoramento, o programa ambiental foi consolidado.

O presidente da Firjan no Leste Fluminense, Luiz Césio Caetano, falou sobre a importância econômica do Porto do Forno e do impacto que teve sua paralisação, visto que era um forte gerador de empregos, não só para a cidade de Arraial do Cabo, mas também para toda a região dos lagos.

“Um porto público paralisado gera um dano enorme, porque ele não atende somente a cidade ou o município, mas toda a região. Há perda de emprego, renda e de recolhimento de tributos e impostos e, claro, existe o impacto direto para todos os seus usuários que tiveram que operar em outros locais”

Resta porém ao Porto conseguir resolver pendências junto a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e com a Receita Federal, visto que sem essas liberações o porto não pode receber cargas, sejam do exterior ou nacionais.

A Petrobras convocou os fabricantes de FPSOs para conversar ! Veja o que a estatal tinha a propor, acessando aqui !

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Renato Oliveira

Engenheiro de Produção com pós-graduação em Fabricação e montagem de tubulações com 30 anos de experiência em inspeção/fabricacão/montagem de tubulações/testes/Planejamento e PCP e comissionamento na construção naval/offshore (conversão de cascos FPSO's e módulos de topsides) nos maiores estaleiros nacionais e 2 anos em estaleiro japonês (Kawasaki) inspecionando e acompanhando técnicas de fabricação e montagem de estruturas/tubulações/outfittings(acabamento avançado) para casco de Drillships.

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