Empreendimento consegue liberação do Ibama, o foco é o segmento de Óleo e Gás e cresce o otimismo de geração de empregos na cidade de Arraial do Cabo, no norte do Rio de Janeiro
Depois de um embargo, que já durava um ano, o Ibama liberou as operações no Porto do Forno, em Arraial do Cabo (RJ) que tem na área de Petróleo e Gás o seu foco principal.
O embargo foi retirado após vistoria, o o Ibama verificou que todas as condicionantes do licenciamento ambiental do porto estavam em execução e optou pela liberação, mesmo tendo o Porto em Arraial do Cabo, algumas pendências.
Força tarefa para a liberação
Os responsáveis ela execução dos Programas Básicos Ambientais (PBAs) foram a Firjan, através do Instituto Senai de Tecnologia Ambiental e a Companhia Municipal de Administração Portuária (Comap) que estavam previstos na licença mas ainda não tinham sido executados.
-
Celular caiu de avião a 300 metros de altura no Rio de Janeiro, continuou filmando a própria queda por 15 segundos e foi achado no dia seguinte por um ambientalista, numa história em que vento, natureza e sorte transformaram um descuido em cena difícil de acreditar
-
Garoto de 8 anos procurava fósseis em uma praia de Gotland quando encontrou uma peça escura e triangular, levou o objeto nas mãos sem imaginar o valor histórico e descobriu uma fivela viking de bronze com mais de 900 anos, possivelmente exposta por trabalhos agrícolas em uma sepultura danificada
-
Menino de 8 anos que corria descalço e segurava sandálias nas mãos ganhou tênis de jogadora famosa, venceu corrida no Maranhão e virou símbolo de esperança, mas a família ainda busca apoio para manter o sonho vivo no atletismo
-
Homem adapta motor elétrico de Nissan Leaf batido em uma Mercury Comet 1962, encaixa bateria de 24 kWh no lugar do motor antigo e faz a perua rodar por até 125 km por recarga, gastando menos de US$ 6 mil
Com o apoio, também da UFF (Universidade Federal Fluminense), que resolveu as questões pendentes em relação ao licenciamento do Ibama, incluindo um trabalho de monitoramento, o programa ambiental foi consolidado.
O presidente da Firjan no Leste Fluminense, Luiz Césio Caetano, falou sobre a importância econômica do Porto do Forno e do impacto que teve sua paralisação, visto que era um forte gerador de empregos, não só para a cidade de Arraial do Cabo, mas também para toda a região dos lagos.
“Um porto público paralisado gera um dano enorme, porque ele não atende somente a cidade ou o município, mas toda a região. Há perda de emprego, renda e de recolhimento de tributos e impostos e, claro, existe o impacto direto para todos os seus usuários que tiveram que operar em outros locais”
Resta porém ao Porto conseguir resolver pendências junto a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e com a Receita Federal, visto que sem essas liberações o porto não pode receber cargas, sejam do exterior ou nacionais.
