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Operários chamam de lenda, mas o Pad 39A que lançou Apollo 11 virou base de lançamentos tripulados: hoje, alugado à SpaceX, dispara Falcon 9 e Crew Dragon, recebe obras para Starship e só aparece no tour oficial, à distância ainda

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Escrito por Bruno Teles Publicado em 06/01/2026 às 22:49
Assista o vídeoApollo 11 e Pad 39A hoje alugado à SpaceX: Falcon 9 e Crew Dragon mantêm a operação, enquanto o relato detalha o que a missão deixou na Lua e o que mudou ao longo dos anos.
Apollo 11 e Pad 39A hoje alugado à SpaceX: Falcon 9 e Crew Dragon mantêm a operação, enquanto o relato detalha o que a missão deixou na Lua e o que mudou ao longo dos anos.
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De plataforma histórica a infraestrutura em operação, o Pad 39A que lançou Apollo 11 virou base de voos tripulados. Hoje, alugado à SpaceX, o local dispara Falcon 9 e Crew Dragon, recebe obras voltadas à Starship e só pode ser visto no tour oficial, sempre à distância por visitantes curiosos.

Operários descrevem o Pad 39A como lenda, mas a rotina atual é de base ativa de lançamentos tripulados. A mudança é direta: o ponto que colocou a Apollo 11 no caminho da Lua hoje está alugado à SpaceX e aparece apenas no tour oficial, com visualização à distância.

O relato sobre a Apollo 11 também preserva a memória do que ficou fora da Terra. Após 21 horas e 36 minutos na superfície da Lua, Neil Armstrong e Buzz Aldrin iniciaram o retorno; na comunicação, a NASA registra “Eagle, aqui é Houston, tudo bem” e a contagem “nove, oito, sete, seis, cinco”, antes da decolagem do módulo lunar.

Pad 39A vira infraestrutura de voos tripulados

Apollo 11 e Pad 39A hoje alugado à SpaceX: Falcon 9 e Crew Dragon mantêm a operação, enquanto o relato detalha o que a missão deixou na Lua e o que mudou ao longo dos anos.

O Pad 39A que lançou a Apollo 11 é descrito hoje como base de lançamentos tripulados em operação.

O mesmo Pad 39A segue associado a uma estrutura que, no presente, atende missões e recebe intervenções para um novo ciclo de uso.

Na prática, o Pad 39A é apresentado como um local histórico que continua fechado ao acesso direto do público.

Segundo o relato, ele só aparece no tour oficial, e o visitante observa o Pad 39A à distância, sem aproximação, mesmo quando o tema é Apollo 11.

SpaceX opera a rotina com Falcon 9 e Crew Dragon

O relato afirma que o complexo está alugado à SpaceX e que, a partir dali, ocorrem disparos de Falcon 9 e Crew Dragon.

Na sequência, a SpaceX também aparece ligada a obras voltadas à Starship, citadas como intervenções em andamento.

Essa combinação muda o caráter do lugar: o Pad 39A deixa de ser apenas memória de Apollo 11 e passa a ser descrito como ponto de operação.

No mesmo conjunto de informações, Falcon 9 e Crew Dragon surgem como os veículos disparados na fase atual, com a SpaceX como locatária.

Para reforçar o quadro, a narrativa repete que Falcon 9 e Crew Dragon fazem parte da atividade do Pad 39A, enquanto a SpaceX conduz obras relacionadas à Starship.

A presença de Falcon 9, Crew Dragon e SpaceX é tratada como evidência de um uso contínuo, ligado ao legado da Apollo 11.

Bandeira e símbolos deixados pela Apollo 11 na Lua

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Durante a decolagem, Buzz Aldrin observou pela janela que os gases de escape levantaram poeira lunar e fizeram a bandeira americana tombar.

Um mecanismo de montagem especial mantinha a bandeira na vertical por uma travessa horizontal, já que não havia vento; ainda assim, a bandeira era de náilon e veio de um pedido do catálogo padrão de fornecimento do governo.

Além da bandeira, a Apollo 11 deixou itens comemorativos sem propósito científico.

Presa à escada do estágio de descida, há uma placa de metal com as assinaturas da tripulação da Apollo 11 e do então presidente dos EUA, Richard Nixon.

Objetos simbólicos estavam em um bolso no ombro do traje de Buzz Aldrin e quase foram esquecidos, até Armstrong lembrar quando Aldrin já estava na escada para reentrar no módulo.

Entre os itens, havia um emblema da Missão Apollo 1 para homenagear os astronautas mortos quando a cabine pegou fogo em um ensaio de lançamento, cerca de dois anos e meio antes.

A Apollo 11 também deixou duas medalhas comemorativas em homenagem ao cosmonauta soviético Yuri Gagarin e a Vladimir Komarov, descritos como pioneiros mortos em acidentes trágicos.

O relato aponta que, mesmo em meio à Guerra Fria, o objetivo era expressar respeito mútuo por quem arriscou a vida na exploração do espaço.

Outro objeto citado para representar cooperação internacional é um pequeno disco de silício com mensagens de boa vontade de líderes de 73 países.

A lista inclui nomes de membros do Congresso responsáveis pela legislação da NASA e de funcionários seniores da NASA. O conjunto também menciona um ramo de oliveira dourado como símbolo de paz mundial.

Experimentos da Apollo 11 e o único que ainda funciona

Entre os instrumentos, o relato cita um sismômetro alimentado por painéis solares, usado para medir vibrações do solo e registrar intensidade, duração e direção aproximada de eventos sísmicos, transmitindo dados para a Terra.

O dispositivo parou de enviar dados após três semanas, presumivelmente por superaquecimento sob o sol do meio dia.

A narrativa associa esse risco às flutuações extremas de temperatura, com 14 dias de calor a 100 graus Celsius e depois 14 dias no escuro a -150 graus Celsius, destacando que a ausência de atmosfera impede absorção e redistribuição do calor.

Outro experimento citado é o retrorefletor a laser lunar, descrito como um espelho especial que devolve o feixe exatamente na direção de origem.

Com ele, cientistas podem medir a distância exata entre a Terra e a Lua, já que a velocidade da luz é conhecida.

O relato afirma que este é o único experimento que ainda funciona até hoje, preservando uma assinatura mensurável da Apollo 11.

Rastros, descarte e mudanças ao longo de 53 anos

Além de amostras de rochas coletadas, a Apollo 11 perfurou o solo medindo resistência e pendurou um lençol especial para medir o vento solar fora da magnetosfera da Terra.

Como esse material precisou voltar, apenas o polo permaneceu na Lua.

Perto do módulo de pouso, a área é descrita como repleta de objetos, incluindo “lixo” deixado para trás e equipamentos descartados após cumprir função.

O relato cita a câmera em preto e branco que transmitiu os primeiros passos e o hasteamento da bandeira para uma audiência mundial, também deixada na Lua.

As pegadas são tratadas como marca de um caminho percorrido além do local de pouso, com uma viagem não planejada até a pequena cratera oeste.

Após a partida, espera se que a condição do local mude lentamente em décadas, séculos e intervalos maiores.

Segundo a narrativa, mais de 53 anos após a partida da Apollo 11, a radiação solar e a intensa radiação ultravioleta podem ter alterado visualmente o local.

As cores da bandeira dos EUA teriam desbotado, e a bandeira de náilon pode estar rasgada e desintegrada, junto de outros materiais, embora o próprio relato classifique isso como suposição.

A mesma narrativa descreve o sítio como magnificamente preservado, mas ainda assim dificilmente estudável.

O Pad 39A é descrito como ponto onde a Apollo 11 começou e como infraestrutura que, hoje, a SpaceX usa para Falcon 9 e Crew Dragon, com obras citadas para Starship.

Para acompanhar essa transição, o passo mais concreto é observar o Pad 39A no tour oficial, mesmo à distância, e comparar o que virou operação com o que permaneceu história.

Você acha que o Pad 39A deveria ser mostrado de perto no tour oficial, já que a Apollo 11 marcou o lugar e a SpaceX ainda lança Falcon 9 e Crew Dragon dali?

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