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Navio com 500 mil moedas de prata e 45 toneladas de ouro afundou e nunca foi recuperado; conheça Royal Merchant, o navio que se tornou um dos maiores desastres marítimos da história

Publicado em 06/04/2026 às 17:19
Atualizado em 06/04/2026 às 17:22
Assista o vídeoO Royal Merchant afundou em 1641 após um desastre no mar, levando uma enorme carga de moedas de prata, ouro e joias nunca recuperadas.
O Royal Merchant afundou em 1641 após um desastre no mar, levando uma enorme carga de moedas de prata, ouro e joias nunca recuperadas. Imagem gerada por IA.
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O Royal Merchant afundou em 1641 após um desastre no mar, levando uma enorme carga de moedas de prata, ouro e joias nunca recuperadas.

O Royal Merchant protagonizou um dos mais impactantes desastres marítimos do século XVII ao afundar em 23 de setembro de 1641, próximo ao Canal da Mancha. O navio, que fazia uma rota entre a Espanha e a Inglaterra, transportava uma imensa quantidade de moedas, prata, ouro e joias.

Sob o comando do capitão John Limbrey, a embarcação não resistiu após falhas técnicas combinadas com o mau tempo. A carga perdida é estimada hoje em mais de 1 bilhão de libras.

Royal Merchant enfrentou falhas críticas antes de afundar

O colapso do Royal Merchant começou quando sistemas essenciais deixaram de funcionar. As bombas que retiravam a água do casco falharam completamente.

Com isso, o interior do navio passou a ser inundado rapidamente. Ao mesmo tempo, o mar agitado dificultava qualquer tentativa de contenção.

Assim, o desastre evoluiu de forma irreversível.

Carga de moedas de prata tornou o navio um dos mais valiosos

O Royal Merchant transportava uma carga excepcional para a época. Eram cerca de 500 mil moedas, centenas de barras de prata e aproximadamente 45 toneladas de ouro.

Além disso, diversas joias completavam o carregamento. Esse conjunto elevava o valor total da carga a níveis extraordinários.

Portanto, a perda do navio representou um impacto econômico significativo.

Decisão em Cádiz ampliou o volume de prata transportado

Antes de seguir viagem, o Royal Merchant passou por Cádiz, na Espanha. Nesse local, um incêndio destruiu outra embarcação carregada de metais preciosos.

Diante da situação, o capitão decidiu incorporar essa carga ao navio. Com isso, a quantidade de prata e moedas aumentou consideravelmente.

Essa escolha acabou tornando a viagem ainda mais arriscada.

O Royal Merchant afundou em 1641 após um desastre no mar, levando uma enorme carga de moedas de prata, ouro e joias nunca recuperadas.
O Royal Merchant afundou em 1641 após um desastre no mar, levando uma enorme carga de moedas de prata, ouro e joias nunca recuperadas. Imagem gerada por IA.

Durante os momentos finais, o capitão John Limbrey demonstrou resistência em deixar o navio. Ele temia perder os ganhos acumulados ao longo de anos de trabalho.

No entanto, ao perceber a gravidade do desastre, decidiu pedir ajuda. Um sinal foi enviado ao navio Dover Merchant. Limbrey foi resgatado e se tornou o último sobrevivente a deixar a embarcação.

Desastre do Royal Merchant deixou vítimas e perdas irreversíveis

O naufrágio resultou na morte de cerca de 18 tripulantes. Enquanto isso, toda a carga de moedas, prata e ouro foi levada ao fundo do mar.

Sem condições de resgate na época, o navio desapareceu completamente. Assim, uma das maiores riquezas marítimas já transportadas foi perdida.

O Royal Merchant é um dos exemplos mais emblemáticos de um desastre envolvendo um navio carregado de moedas de prata.

Sua história combina fatores técnicos, decisões estratégicas e condições naturais adversas.

Mais de três séculos depois, o caso continua sendo lembrado como uma das maiores perdas de riqueza já registradas no mar.

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Com informações do Mega Curioso

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Andriely Medeiros de Araújo

Ensino superior em andamento. Escreve sobre Petróleo, Gás, Energia e temas relacionados para o CPG — Click Petróleo e Gás.

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