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Naked nervosa de quatro cilindros: Suzuki GSX-S750 2019 entrega 114 cv, 8,26 kgfm, câmbio seis marchas, suspensão KYB, freios potentes com ABS, estabilidade pede amortecedor

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Escrito por Bruno Teles Publicado em 16/10/2025 às 19:42
A Suzuki GSX-S750 2019 combina motor de quatro cilindros, suspensão KYB, freios com ABS e pede amortecedor de direção para domar toda a esportividade com equilíbrio e segurança.
A Suzuki GSX-S750 2019 combina motor de quatro cilindros, suspensão KYB, freios com ABS e pede amortecedor de direção para domar toda a esportividade com equilíbrio e segurança.. Imagem: Rodolfinho da Z
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Com motor de 114 cv, 8,26 kgfm e câmbio de seis marchas, a Suzuki GSX-S750 2019 combina suspensão KYB, freios com ABS e entrega que empolga, mas a estabilidade cobra amortecedor de direção

A Suzuki GSX-S750 2019 é daquelas nakeds que lembram por que quatro cilindros apaixonam. O conjunto declara 114 cv e 8,26 kgfm, ligados a um câmbio de seis marchas e a um chassi que prioriza agilidade. Na prática, a aceleração é vigorosa e a resposta enche rápido, o suficiente para exigir mão fina no asfalto brasileiro.

Mesmo com boa base de ciclística, a GSX-S750 2019 revela um ponto sensível. A estabilidade em alta pede amortecedor de direção, sobretudo em pisos irregulares ou quando o guidão estreito encontra asfalto ondulado. É uma naked nervosa, competente nos componentes, que recompensa quem pilota com técnica.

Motor e desempenho de quatro cilindros

Naked nervosa de quatro cilindros: Suzuki GSX-S750 2019 entrega 114 cv, 8,26 kgfm, câmbio seis marchas, suspensão KYB, freios potentes com ABS, estabilidade pede amortecedor

O coração da Suzuki GSX-S750 2019 é um quatro em linha de 749 cm³, DOHC, 16 válvulas, derivado de esportiva.

A calibração mais dócil não esconde o fôlego: os 114 cv aparecem com entrega progressiva e o torque de 8,26 kgfm mantém a moto cheia desde médias rotações.

A sensação é de motor que puxa limpo, sem buracos, pronto para retomadas.

O câmbio de seis marchas tem escalonamento que favorece o uso misto. Em vias rápidas, a sexta segura o giro e ajuda no consumo; nas cidades, a assistência Low RPM evita apagar em manobras lentas.

Para quem gosta de números, o velocímetro pode visitar a casa dos 245 km/h em configuração original. É desempenho de respeito para uma naked intermediária.

Chassi, suspensão KYB e freios com ABS

O quadro em dupla trave com balança de alumínio entrega rigidez adequada.

Na dianteira, a suspensão invertida KYB de 41 mm com ajuste de pré-carga e 118 mm de curso filtra bem as imperfeições sem perder leitura de frente.

Atrás, monoamortecedor com link e regulagem de pré-carga completa o pacote com 120 mm de curso.

Nos freios, a GSX-S750 2019 traz duplo disco dianteiro de 310 mm com pinças radiais Nissin de quatro pistões, disco traseiro de 240 mm e ABS nas duas rodas.

A mordida é progressiva e a modulação inspira confiança em frenagens fortes. Em quedas de aderência, o ABS entra suave, contribuindo para trajetórias previsíveis.

Estabilidade em alta e por que o amortecedor de direção faz diferença

É aqui que o projeto mostra sua exigência.

O entre-eixos curto e o guidão estreito privilegiam mudanças de direção rápidas, mas em acelerações fortes a dianteira tende a aliviar, o que aumenta a suscetibilidade a shimmy em piso ruim.

Em uso esportivo ou com escapamento mais livre, o efeito se acentua.

Por isso, proprietários frequentemente instalam amortecedor de direção.

O acessório reduz oscilações do guidão em alta e acalma a frente sem matar a agilidade.

Para quem roda em estradas com asfalto ondulado, o ganho de controle é nítido, elevando a sensação de segurança.

Eletrônica e equipamentos: o essencial sem excessos

A Suzuki GSX-S750 2019 aposta no básico bem feito: controle de tração STCS ajustável em três níveis e desligável, ABS, partida Easy Start, painel 100% digital com computador de bordo e marcador completo. Há refrigeração líquida, injeção SDTV de dupla borboleta e velas de irídio de série.

Do outro lado, ficam ausências sentidas em um uso moderno.

Não há modos de pilotagem, farol em LED e tomada USB. A iluminação traz lanterna em LED, mas o farol principal usa lâmpada halógena.

Para viagens, a tomada 12 V ou USB faz falta, e os modos de potência ajudariam em chuva ou piso liso.

Ergonomia, consumo e uso diário

A posição de pilotagem é levemente avançada, com tanque alto que encaixa bem as pernas.

O banco bipartido é firme e confortável o suficiente para trechos médios; o assento do garupa é mais estreito e sem alça dedicada, pedindo atenção. O guidão estreito favorece o corredor e a leitura de frente.

No consumo, tudo depende da mão. Em tocada forte, espere algo como 12 a 15 km/l. Andando no ritmo da via, a média pode subir para a faixa de 17 a 18 km/l.

O tanque de 16 litros, com cerca de 3 litros de reserva, dá autonomia coerente para uma naked de quatro cilindros. É moto que bebe quando anda, mas recompensa com elasticidade.

Pneus, rodas e detalhes construtivos

As rodas 17 em liga calçam 120 mm na dianteira e 180 mm na traseira, um conjunto equilibrado para a proposta. Discos ondulados melhoram dissipação térmica e estética.

O painel permite ajustar brilho, alternar km e milhas e gerenciar o TC com facilidade, algo útil na transição cidade-estrada.

Entre os detalhes, vale notar o reservatório do fluido do radiador em posição baixa e exposta.

Um protetor dedicado é um upgrade barato e inteligente, assim como a grade de radiador e sliders de proteção.

Para quem roda forte, pneus de composto mais esportivo mudam o jogo nas frenagens e nas saídas de curva.

Manutenção, peças e custo de propriedade

A robustez mecânica é um trunfo, mas algumas peças específicas não são baratas, sobretudo componentes de acabamento e itens importados.

Em contrapartida, revisões de rotina seguem o padrão da categoria e o motor quatro em linha tem histórico de confiabilidade quando mantido conforme o manual.

No mercado de seminovas, há exemplares anunciados com valores na faixa de tabela semelhante a 44.500 reais para o ano 2019, variando por estado de conservação, quilometragem e acessórios.

Escapamentos full, amortecedor de direção e proteção de radiador costumam agregar na experiência, mas avalie documentação e originalidade.

A Suzuki GSX-S750 2019 entrega aquilo que promete: quatro cilindros que emocionam, pacote de chassi bem amarrado, freios potentes com ABS e eletrônica funcional.

É uma naked que convida a acelerar, mas exige respeito e, idealmente, um amortecedor de direção para extrair o melhor com segurança.

E você, que já pilotou ou conviveu com a GSX-S750 2019, sentiu necessidade do amortecedor de direção O controle de tração em três níveis resolve seu dia a dia ou você sente falta de modos de potência Conte nos comentários que conjunto de pneus, ajustes de suspensão e acessórios transformaram sua moto no acerto ideal. Queremos ouvir quem vive isso na prática.

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Bruno Teles

Falo sobre tecnologia, inovação, petróleo e gás. Atualizo diariamente sobre oportunidades no mercado brasileiro. Com mais de 7.000 artigos publicados nos sites CPG, Naval Porto Estaleiro, Mineração Brasil e Obras Construção Civil. Sugestão de pauta? Manda no brunotelesredator@gmail.com

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