Em Ibiporã, localizada na região Norte do estado do Paraná (PR), fábrica gigante da The Best Açaí opera 24 horas, transforma antigo matagal em polo industrial com 7 mil m² construídos, produz até 200 mil caixas mensais e abastece mil lojas com rede própria de caminhões elétricos e câmaras frias, espalhadas por todo o território brasileiro em rápido crescimento.
No final de 2019, a The Best Açaí ainda operava em uma pequena fábrica de cerca de 300 m² e capacidade para apenas 30 lojas. Poucos anos depois, o negócio ergueu uma fábrica gigante em Ibiporã, fruto de um investimento que já beira R$ 30 milhões, instalada em um terreno que passou de 8 mil para aproximadamente 45 mil m² após a licitação vencida pela empresa.
Desde então, a estrutura industrial cresceu em ritmo acelerado, com obras sucessivas, turnos ininterruptos e uma estratégia clara: concentrar em Ibiporã a produção de açaí e sorvetes que hoje abastecem cerca de mil unidades franqueadas em todo o país, em uma operação desenhada para alcançar até 200 mil caixas por mês.
De barracão alugado a fábrica gigante de R$ 30 milhões

A primeira etapa da história industrial da marca começou em um pequeno barracão alugado, de aproximadamente 300 m², pensado para suportar até 30 lojas.
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Em poucos meses, porém, a demanda explodiu: em junho do ano seguinte, a rede já tinha batido o limite planejado, forçando a decisão de buscar uma planta maior.
A oportunidade veio com uma licitação de terreno em Ibiporã. A empresa venceu o processo, adquiriu uma área de 8 mil m² e iniciou a transformação de um espaço que era apenas mato em um complexo industrial.
Hoje, esse terreno soma cerca de 45 mil m², com algo em torno de 7 mil m² já construídos, incluindo setores de produção, câmaras frias, pátios de manobra e áreas administrativas.
Produção 24 horas para abastecer mil lojas

Para dar conta do crescimento da rede, a fábrica gigante opera em regime de 24 horas. A rotina inclui linhas tradicionais e uma planta nova, ainda em fase de ramp-up, capaz de fazer com poucas pessoas o que antes exigia equipes inteiras.
Em um dos recordes recentes, foram produzidas cerca de 6.300 caixas em um único dia, o equivalente a mais de 60 toneladas de produto.
Com a expansão da área nova, a meta é trabalhar com algo próximo de 45 mil a 50 mil caixas por semana, o que coloca a fábrica no patamar de 200 mil caixas por mês entre açaí e sorvetes.
Parte desse salto veio com a substituição de máquinas antigas por versões mais potentes, como a produtora contínua que permite fabricar até três sabores simultâneos na mesma caixa, no estilo napolitano.
Engenharia própria, máquinas sob medida e manutenção interna
Um dos pilares do modelo industrial da The Best Açaí é a autonomia técnica. A empresa montou um time próprio de engenharia que desenha projetos de lojas, obras da indústria e, principalmente, a automação da planta.
Em vários casos, as soluções não existem prontas no mercado, obrigando a equipe a criar equipamentos e adaptações específicas para o processo.
Na mesma linha, a fábrica mantém uma área robusta de manutenção, preparada para atuar a qualquer hora. Como a planta funciona 24 horas, parar a produção para esperar uma peça ou assistência do fabricante deixou de ser opção.
Hoje, boa parte dos ajustes e consertos é resolvida internamente, o que reduz paradas, aumenta a confiabilidade das linhas e reforça a independência da operação.
Câmaras frias, pulmão de insumos e logística com caminhões elétricos
A estrutura de frio é outro destaque da fábrica gigante. A principal câmara fria tem cerca de 3.500 m² e pode armazenar em torno de 70 mil caixas, entre açaí e sorvete, antes de a carga seguir para hubs regionais e para o centro de distribuição dedicado a matérias-primas.
Esses estoques são dimensionados para algo em torno de dez dias, em um giro rápido que acompanha o calendário de entregas semanais.
Na outra ponta, a cadeia de suprimentos é organizada em camadas. Um centro de distribuição separado reúne itens como paçoca, chocolate e leite em pó, enquanto áreas internas funcionam como pulmão de insumos imediatos, preparados para cada sabor que entra em linha.
Na logística de saída, a empresa opera caminhões próprios, incluindo veículos com baú eutético e carga elétrica, em que placas congeladas mantêm a temperatura estável ao longo das rotas.
Sabores, qualidade e expansão contínua da planta industrial
Dentro da fábrica, a produção combina automatização e etapas artesanais. Em algumas linhas, o recheio de brownie ainda é feito manualmente, enquanto novas receitas surgem de um trabalho conjunto entre o time de P&D, o setor de qualidade e a direção da empresa. Os donos continuam aprovando pessoalmente os sabores antes de chegarem às lojas.
A fruta também recebe atenção especial. Caixas recém-saídas da linha são consideradas a “nata da nata” do açaí, quando o dulçor e o equilíbrio de sabor estão no auge, antes do túnel de congelamento e do transporte para as lojas.
Ao mesmo tempo, a área externa da planta segue em expansão, com novas fundações, estruturas metálicas e a preparação de uma futura câmara fria adicional e novos módulos de produção.
Em paralelo à indústria de Ibiporã, há ainda uma fábrica dedicada a recheios e outro centro de distribuição, que ampliam a área construída e completam o ecossistema logístico. Juntas, essas estruturas permitem que a The Best Açaí mantenha uma rede de aproximadamente mil lojas abastecida a partir de uma única base produtiva.
Em apenas oito anos, a empresa transformou um terreno vazio em uma fábrica gigante que concentra engenharia, produção, logística, qualidade e desenvolvimento de produtos em um mesmo endereço.
E você, imaginaria que uma rede de mil lojas poderia ser abastecida por uma única fábrica gigante como a de Ibiporã?


E o Pará fornece a matéria prima, e o Paraná lucra e agrega valor.
Ó João Roberto Campos Gonçalves, o puro que você fala não é o congelado que a The Best Açaí vende. Qualquer fruta, extremamente congelada, não tem gosto nenhum. Encomende de um paraense um açaí puro, com ou sem açúcar, e você vai sentir a real diferença. Aí, sim, comente o que você sabe. Esse açaí é apenas uma variação do açaí original. Porém, se o mundo aprovou, melhor para a economia paraense e brasileira.
Açai,uma fruta ruim,com gosto de ****.
É tão ruim e sem sabor próprio que quase todo mundo adiciona leite condensado, leite em pó,coberturas dos mais variados sabores para consumir.
Quando fui experimentar essa **** sem artifícios para sentir o seu sabor,a balconista ficou espantada.
Quase ninguém consome isso puro.
Vende por causa do marketing e da moda.
Mas é muito ruim
Aprendi tomar açaí em 1968 quando fui trabalhar no Pará. Tomo o mesmo adoçado e mesmo nunca mais ter voltado ao Pará dede 1980 o açaí é o meu alimento diário.