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Com ganchos lançados a 8.000 metros, marinheiros resgatam o primeiro cabo de fibra submarino do mundo, uma estrutura de milhares de km que atravessava o oceano e ficou mais de 20 anos esquecida no fundo do mar

Publicado em 22/03/2026 às 09:29
Atualizado em 22/03/2026 às 16:01
Assista o vídeoCabos submarinos, Cabos, Fibra
Imagem: Ilustração
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Após mais de 20 anos abandonado no fundo do mar, o primeiro cabo de fibra óptica submarino do mundo é resgatado em operação complexa

O primeiro cabo de fibra óptica submarino do mundo foi retirado do fundo do mar após mais de 20 anos abandonado, em uma operação que encerra um capítulo das telecomunicações e libera espaço para redes mais potentes.

Fibra óptica mudou a comunicação entre continentes

Antes da instalação desse sistema, as conexões intercontinentais dependiam de fios de cobre, com capacidade limitada para transportar comunicações globais.

Com a fibra óptica, vozes e dados digitais passaram a cruzar o oceano em pulsos de luz. A mudança alterou a transferência internacional de informações e marcou uma nova etapa das telecomunicações.

A velocidade da rede surpreendeu os engenheiros da época. O TAT-8 atingiu sua capacidade máxima de transmissão em apenas 18 meses.

Esse desempenho levou à instalação imediata de novas rotas oceânicas para atender à demanda crescente. O projeto se tornou um marco das conexões submarinas.

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Abandono veio após falha e perda de viabilidade

A estrutura envelheceu rapidamente com a expansão das redes de computadores e com a popularização do comércio eletrônico.

Depois de uma avaria severa no início dos anos 2000, o reparo deixou de fazer sentido financeiro para os operadores do sistema.

O cabo foi oficialmente desativado e permaneceu por mais de 20 anos no leito oceânico. Agora, sua retirada ajuda a desafogar áreas submarinas ocupadas por infraestruturas modernas.

Resgate retira materiais valiosos das profundezas

Os materiais resgatados não são enviados a lixões comuns. A antiga estrutura concentra componentes metálicos e sintéticos com alto valor econômico para reaproveitamento industrial.

Na operação, um navio arrasta um gancho pelo fundo do mar para puxar o tubo sujo, metro a metro, até o convés. O resgate alcança profundidades de até 8.000 metros.

O cobre de alta pureza retorna às fábricas de peças. Os fios grossos de aço são transformados em cercas para propriedades rurais.

Já o plástico do revestimento é derretido e convertido em grânulos sintéticos. Esse material volta à produção de mercadorias rígidas.

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Reciclagem gera ganhos ambientais e industriais

A remoção do antigo sistema abre espaço marinho para novas infraestruturas digitais de altíssima velocidade e reduz obstáculos para a instalação de redes mais modernas.

A reciclagem reintegra metais purificados à cadeia industrial e reduz impactos poluentes em ecossistemas aquáticos com o reaproveitamento de plásticos duráveis.

O polietileno do revestimento externo é processado para criar embalagens plásticas não alimentícias.

Mito sobre predadores persistiu sem comprovação

Uma lenda difundida afirmava que grandes predadores marinhos destruíam equipamentos elétricos submersos.

A história surgiu durante testes antigos, marcados por falhas e problemas de isolamento térmico.

Em uma coletiva, um engenheiro exibiu dentes que supostamente estariam presos à fiação danificada. A empresa incluiu manuais sobre proteção contra mordidas, o que fortaleceu o mito.

Testes biológicos em aquários analisaram a reação de animais famintos diante de campos elétricos submersos.

Os rsultados não mostraram padrão consistente de ataques intencionais aos revestimentos sintéticos.

Mesmo sem comprovação física, o debate levou a adpatações úteis. Os projetistas acrescentaram blindagens extras para proteger os sistemas contra correntes marítimas e rochas pontiagudas.

Com informações de BMC News.

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Pretta
Pretta
25/03/2026 09:40

O homem envergonha o criador, imaginem todo turno **** ali, selvagens tendo sua propriedade invadida, isso é coisa somente de desumanos. Aqui de fora ficamos aproveitando tudo quanto é modernidade sem saber como são produzidas e indiretamente estamos contribuindo em massa para a destruição de tudo que é vivo em nosso planeta.

Stela
Stela
Em resposta a  Pretta
27/03/2026 04:58

Ajude a natureza, não use internet.

Renato Martins
Renato Martins
Em resposta a  Pretta
27/03/2026 05:56

Pq todo lacrador(a) é ****(a)?

Tu tá metendo essa usando internet oh condenada das costa oca, se fecha.

Eam
Eam
24/03/2026 08:51

Load-O-Pish..
I installed fiber optic cables all over the world,,
In the 80s & 90s.
NEVER EVER SEEN A fiber optic cable of that diameter…
What you have there, . I would suspect,, is one of the old, ANALOGUE cables..
Oh yes,, full of COPPER wires.
Worth a few bob, At today’s prices….

Ernani Jose Fritzen
Ernani Jose Fritzen
23/03/2026 22:30

Antes das comunicações internacionais da fibra foi usado o satélite e antes os cabos metálicos.

MARCELO C ESTECHE
MARCELO C ESTECHE
Em resposta a  Ernani Jose Fritzen
24/03/2026 11:18

Fiquei pensando aqui se não seria melhor utilizar os satélites modernos ao invés da fibra óptica.

Matheus Góes
Matheus Góes
Em resposta a  MARCELO C ESTECHE
27/03/2026 16:21

O problema dos satélites é a própria terra, as nuvens e eventos climáticos bloqueiam a informação, seria bem mais instável que algo interconectado e olha que msm assim temos interferências

Antonio
Antonio
Em resposta a  MARCELO C ESTECHE
28/03/2026 11:18

Usa os dois. Não tem problema.

Romário Pereira de Carvalho

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