1. Início
  2. / Agronegócio
  3. / Com autorizações para exportar caqui à Costa Rica, ração para aves ornamentais e tartarugas ao México e amendoim sem casca à Nicarágua, o agronegócio brasileiro amplia presença internacional
Tempo de leitura 3 min de leitura Comentários 0 comentários

Com autorizações para exportar caqui à Costa Rica, ração para aves ornamentais e tartarugas ao México e amendoim sem casca à Nicarágua, o agronegócio brasileiro amplia presença internacional

Escrito por Fabio Lucas Carvalho
Publicado em 21/05/2026 às 13:24
Agronegócio brasileiro chega a 616 aberturas desde 2023 após novos mercados na América Latina e missão à China.
Agronegócio brasileiro chega a 616 aberturas desde 2023 após novos mercados na América Latina e missão à China.
Seja o primeiro a reagir!
Reagir ao artigo

Novas autorizações para Costa Rica, México e Nicarágua ampliam o alcance do agronegócio brasileiro, que chegou a 616 aberturas de mercado desde 2023, enquanto a missão do Mapa na China reforçou diálogos sobre comércio, fertilizantes, tecnologia agrícola, sustentabilidade e cooperação bilateral

Aberturas para caqui, ração para aves ornamentais e tartarugas, além de amendoim sem casca, elevam a 616 mercados desde 2023, enquanto missão do Mapa trata de comércio, fertilizantes, sustentabilidade e cooperação técnica com a China, principal parceiro comercial global do setor.

O agronegócio brasileiro chegou a 616 aberturas de mercado desde o início de 2023 após novas autorizações para vender produtos à Costa Rica, ao México e à Nicarágua, em avanço anunciado pelo governo brasileiro e articulado pelo Mapa e pelo MRE.

A medida amplia portas para produtos específicos, diversifica destinos comerciais e fortalece a presença brasileira em países que já compram volumes relevantes. Para exportadores, cada autorização reduz barreiras e cria possibilidades de venda externa.

Agronegócio brasileiro ganha três frentes na América Latina

Na Costa Rica, o Brasil obteve abertura de mercado para exportar caqui. O país comprou, em 2025, mais de US$ 137 milhões em produtos agropecuários brasileiros, o que mostra relação comercial ativa antes da nova autorização.

No México, as autoridades locais aprovaram a exportação brasileira de ração para aves ornamentais e tartarugas. O mercado mexicano é o maior entre os três citados: em 2025, recebeu mais de US$ 3,1 bilhões em produtos agropecuários do Brasil.

A Nicarágua autorizou a entrada de amendoim sem casca. No ano passado, as exportações agropecuárias brasileiras ao país somaram mais de US$ 73 milhões, com destaque para milho, arroz, sementes, produtos florestais e rações.

Os dados mostram a diferença entre os mercados. O México aparece como destino de grande escala, enquanto Costa Rica e Nicarágua representam oportunidades concentradas para produtos com demanda específica.

agronegócio brasileiro
Agro negócio brasileiro dispara

China concentra agenda de comércio e cooperação

Paralelamente às novas aberturas, André de Paula encerrou missão à China com reuniões em Pequim nesta quarta-feira (20). A agenda incluiu encontros com o Ministério do Comércio, MOFCOM, e com o Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais, MARA.

No MOFCOM, André de Paula reuniu-se com o vice-ministro Jiang Chenghua e afirmou que escolheu a China como destino de sua primeira viagem internacional por reconhecer sua importância como principal parceiro comercial do agronegócio brasileiro.

Jiang Chenghua destacou que o Brasil é o principal fornecedor chinês de carne, soja, algodão, açúcar e frango. Citou investimentos chineses no Brasil em infraestrutura, melhoramento de sementes e tecnologia agrícola.

Sustentabilidade e tecnologia entram na pauta

No MARA, André de Paula reuniu-se com o ministro Zhang Zhu. A conversa abordou a trajetória diplomática entre Brasil e China, iniciada em 1974, e o avanço recente da cooperação bilateral sob os governos Luiz Inácio Lula da Silva e Xi Jinping.

A delegação apresentou programas do Mapa ligados à produção sustentável, inovadora e de baixa emissão de carbono. Foram citados o Plano ABC+, o Programa Nacional de Bioinsumos e ações da Embrapa em pesquisa, inovação e transferência de tecnologia.

A agenda também tratou de biotecnologia, segurança alimentar, modernização agrícola e sustentabilidade. Ao combinar novas autorizações na América Latina com diálogo estratégico na China, o agronegócio brasileiro reforça cooperação técnica.

Este artigo foi elaborado com base em informações divulgadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. O conteúdo contou com apoio de ferramentas de IA na organização editorial e passou por revisão humana antes da publicação.

Inscreva-se
Notificar de
guest
0 Comentários
Mais recente
Mais antigos Mais votado
Fabio Lucas Carvalho

Jornalista especializado em uma ampla variedade de temas, como carros, tecnologia, política, indústria naval, geopolítica, energia renovável e economia. Atuo desde 2015 com publicações de destaque em grandes portais de notícias. Minha formação em Gestão em Tecnologia da Informação pela Faculdade de Petrolina (Facape) agrega uma perspectiva técnica única às minhas análises e reportagens. Com mais de 10 mil artigos publicados em veículos de renome, busco sempre trazer informações detalhadas e percepções relevantes para o leitor.

Compartilhar em aplicativos
0
Adoraríamos sua opnião sobre esse assunto, comente!x