Segundo o NSC Total, a obra da Prefeitura de Joinville sobre o rio Itaum tem 182 metros, ou 200 com as cabeceiras, e terá 72 peças. A ponte e a requalificação das ruas de acesso somam R$ 44 milhões, e o tráfego deve ser liberado em abril de 2027.
A construção da ponte da Anêmonas, em Joinville, em Santa Catarina, entrou em uma nova fase em 19 de junho de 2026, com o lançamento das primeiras vigas a partir de mais um lado da obra, com o uso de um guindaste de braço de 50 metros. As informações são do NSC Total, que acompanha a obra tocada pela Prefeitura de Joinville, agora na cabeceira da rua Anêmonas, no bairro Guanabara.
A instalação das peças já havia começado pelo outro lado, e agora avança na ponta oposta. De acordo com o NSC Total, a estrutura erguida sobre o rio Itaum tem 182 metros de extensão, que chegam a 200 metros com as cabeceiras, e contará com 72 peças. A previsão contratual de conclusão é janeiro de 2027, mas a liberação ao trânsito deve ocorrer em abril daquele ano, e, somadas, a ponte e a requalificação das ruas de acesso chegam a R$ 44 milhões.
O lançamento das vigas com guindaste de 50 metros

A nova etapa da ponte começou pela cabeceira da rua Anêmonas, no bairro Guanabara. O lançamento das primeiras vigas desse lado usa um guindaste com braço de 50 metros, depois de a instalação já ter sido iniciada a partir da rua Esteves Júnior, no bairro Fátima, onde as peças começaram a ser colocadas há mais tempo.
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As vigas desse trecho são as maiores de toda a estrutura. As peças lançadas a partir da rua Anêmonas têm 17,90 metros, a maior extensão entre os três modelos usados na obra, e a ponte terá 72 peças no total. Do lado da Esteves, onde o serviço está mais adiantado, a concretagem da laje começa neste final de semana.

As dimensões da ponte sobre o rio Itaum

Erguida sobre o rio Itaum, a ponte da Anêmonas tem porte considerável. São 182 metros de extensão, número que sobe para 200 metros quando as cabeceiras são incluídas, em um traçado curvo que liga as duas margens.
O método de construção aposta em peças prontas para acelerar a montagem. A obra usa peças de concreto moldadas previamente, que depois são transportadas e içadas até a posição final, e as vigas de 17,90 metros do lado da rua Anêmonas são as mais longas entre os três modelos que compõem a ponte.
O prazo e o custo de R$ 44 milhões
A entrega da ponte tem duas datas distintas no horizonte. A previsão contratual é de que a obra fique concluída em janeiro de 2027, mas a liberação ao trânsito deve acontecer apenas em abril de 2027, quando devem ficar prontas as obras de requalificação das ruas de acesso, um serviço que corre em um contrato separado.
O valor anunciado cobre mais do que a estrutura sobre o rio. Somadas, as duas obras, a ponte e a requalificação das ruas de acesso, chegam a R$ 44 milhões. A cifra, portanto, não se refere apenas à ponte em si, mas inclui as melhorias nas vias que vão conectar a nova travessia às ruas do entorno.
A mudança no sentido do trânsito entre os bairros
Quando estiver pronta, a ponte vai funcionar em mão única. A travessia integra um sistema binário formado com a rua Guanabara, e a ponte da Anêmonas deverá receber o sentido do bairro para o Centro, enquanto a Guanabara fica com o fluxo contrário.
A lógica por trás do desenho é desafogar a ligação entre os bairros. O objetivo do arranjo é reduzir os gargalos nas conexões entre as duas regiões, facilitando o deslocamento diário de quem cruza a área. A mudança no sentido do trânsito é um dos principais efeitos práticos esperados com a nova ponte.
A ponte da Anêmonas, erguida sobre o rio Itaum, em Joinville, avança para se tornar um novo eixo de trânsito entre bairros, e o lançamento das vigas pelo guindaste de 50 metros marca uma de suas etapas mais visíveis.
A conclusão contratual está prevista para janeiro de 2027 e a liberação ao trânsito para abril de 2027, enquanto a obra e a requalificação das ruas de acesso somam, juntas, R$ 44 milhões, valor que cobre as duas frentes e não apenas a estrutura.
Para Joinville, o projeto promete facilitar a ligação entre as ruas Anêmonas e Guanabara e cortar os gargalos que marcam o trajeto hoje.
E você, o que espera da nova ponte da Anêmonas e da mudança no sentido do trânsito? Acha que a obra vai melhorar o deslocamento entre os bairros de Joinville? Comente a sua opinião e troque ideias com outros leitores, com respeito às diferentes opiniões.

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