Descubra como modelos de IA como DeepSeek e Qwen estão sendo usados no cibercrime, facilitando fraudes online e ameaçando a cibersegurança global.
O cibercrime impulsionado por Inteligência Artificial (IA) cresce rapidamente e, por isso, preocupa cada vez mais o setor de cibersegurança. Em janeiro de 2025, a Check Point Software Technologies, empresa líder em segurança digital, detectou que cibercriminosos estão migrando do ChatGPT para novos modelos de IA generativa, como o DeepSeek e o Qwen, desenvolvido pela Alibaba.
Por conseguinte, criminosos digitais têm explorado esses modelos de IA usando técnicas de jailbreaking em IA. Eles removem restrições éticas e de segurança para, assim, gerar conteúdo malicioso.
Esses criminosos também criam infostealers e desenvolvem métodos que burlam sistemas de fraudes online e proteções antifraude.
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Enquanto o DeepSeek, lançado em outubro de 2024, e o Qwen, apresentado pela Alibaba em novembro de 2024, oferecem menos resistência ao uso indevido, o ChatGPT, criado pela OpenAI em novembro de 2022, por outro lado, possui barreiras mais robustas para evitar abusos.
Cibercriminosos, principalmente aqueles com pouca experiência técnica, aproveitam a facilidade de acesso a essas ferramentas e, desse modo, ampliam o espectro de ameaças cibernéticas.
Ademais, a Check Point alerta que versões não censuradas desses modelos de IA devem se tornar cada vez mais comuns em fóruns clandestinos e na dark web, o que aumenta o risco para indivíduos e empresas.
Em consequência, o avanço do cibercrime impõe desafios constantes para profissionais de cibersegurança, que, portanto, precisam adaptar suas estratégias para combater essas novas ameaças.
O Impacto da IA Generativa na Segurança Digital
A cibersegurança moderna exige soluções avançadas e monitoramento constante dessas novas tecnologias.
Por esse motivo, o uso malicioso de IA generativa reforça a necessidade de regulamentação mais rígida e da colaboração entre empresas de tecnologia, governos e especialistas em segurança.
Além disso, conscientizar o público sobre riscos associados a fraudes online e ao uso indevido de inteligência artificial torna-se fundamental para reduzir impactos negativos.
Com o avanço do cibercrime e a popularização de modelos como o DeepSeek e o Qwen, organizações precisam, portanto, investir em soluções de cibersegurança robustas e manter-se atualizadas sobre tendências emergentes no uso de IA para atividades criminosas.
Nesse sentido, a vigilância constante e a inovação tecnológica oferecem as melhores armas contra essas ameaças digitais.
Essas informações foram divulgadas pela Check Point Research e repercutidas em diversos portais de tecnologia e segurança digital, como a TI Inside Online.
