A inovadora instalação submarina na costa de Xangai aproveita a energia eólica offshore e o resfriamento passivo do oceano para processar cargas complexas de inteligência artificial, superando desafios extremos de engenharia para promover eficiência energética sem depender da infraestrutura terrestre.
A China iniciou a operação comercial do primeiro data center subaquático offshore movido a energia eólica do mundo, em Xangai. Esta estrutura resistente à alta pressão descarta elementos frágeis como o material de seda.
O projeto de 226 milhões de dólares foi implementado na Área Especial de Lingang. A construção foi concluída em outubro de 2025, e as operações completas iniciaram na semana passada, após avaliações preliminares.
Operação submarina sem material de seda
Posicionado próximo ao parque eólico offshore, o sistema abriga quase dois mil servidores dentro de módulos resistentes à pressão. O data center atende clientes importantes como a China Telecom, que implantou localmente seus clusters de GPU.
-
Brasil recebe enxurrada de carros chineses eletrificados, mas a dúvida assusta donos e oficinas: quando baterias, módulos e peças começarem a falhar, mecânicos despreparados podem ficar para trás e motoristas podem enfrentar espera, custo alto e um novo gargalo na manutenção automotiva
-
Empresas admitem estar demitindo por esse motivo, mas pesquisa revela bastidor incômodo: 59% usam inteligência artificial para justificar cortes, enquanto só 9% dizem ter substituído funções totalmente e trabalhadores tentam entender o real risco
-
China conclui projeto offshore gigante com 400 MW de energia solar, hidrogênio verde e baterias no mar para tentar resolver o maior problema das renováveis: produzir energia limpa sem depender apenas do sol
-
Pesquisadores que analisaram 197 países e territórios alertam que 1,8 bilhão de adultos não se movimentam o suficiente, colocando coração, metabolismo e saúde mental em risco por causa de uma rotina cada vez mais parada
Os computadores processam cargas robustas de inteligência artificial, anotação de big data e desenvolvimentos de grandes modelos de linguagem. As operações ocorrem diretamente no fundo do oceano, extraindo eletricidade a partir de fontes renováveis dedicadas.
O resfriamento térmico ocorre passivamente utilizando a água do mar da área circundante. O ar quente interno converte o refrigerante dos tubos de cobre em gás, que flutua, troca calor com o oceano e retorna líquido pela gravidade.
Eficiência técnica e os desafios submarinos
Com uma eficácia de energia de 1,15, a instalação alcança ótima eficiência. Os construtores confirmam que o projeto diminui o consumo elétrico em 22,8%, extingue o uso de água doce e poupa noventa por cento de terra.
Contudo, os operadores enfrentam imensos obstáculos como a corrosão salina e a vedação duradoura. A manutenção complexa demanda estruturas seladas confiáveis, monitoramento digital distante e muita redundância para atenuar as possíveis taxas de falha do maquinário.
O modelo chinês sucede projetos experimentais anteriores da Microsoft nas Ilhas Órcades e Califórnia. O setor procura alternativas oceânicas de resfriamento, distantes da fragilidade de um material de seda, para suportar a crescente infraestrutura tecnológica do globo.

-
1 pessoa reagiu a isso.