Com a China liderando 73,3% das vendas de importados em 2024, associação afirma que importar carros impulsiona a indústria local, enquanto fabricantes nacionais pedem aumento de impostos para frear avanço dos elétricos chineses.
Você já ouviu falar que a China estaria “desovando” carros no Brasil? Pois bem, a Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa) veio para desmistificar essa ideia. De acordo com a entidade, o mercado de veículos importados não é uma ameaça, mas sim uma ponte para o fortalecimento da indústria automotiva no Brasil.
O panorama das importações de carros no Brasil
Segundo a Abeifa, importar veículos é o primeiro passo para que grandes marcas estrangeiras considerem montar fábricas aqui. É como abrir a porta de casa para um visitante especial: eles conhecem o terreno, fazem conexões e, eventualmente, decidem ficar.
A China tem brilhado como protagonista no setor automotivo brasileiro, especialmente com a ascensão da BYD. A marca chinesa já abocanhou 73,3% das vendas de importados em 2024, deixando claro que os consumidores brasileiros estão de olho nas inovações que vêm do outro lado do mundo.
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O crescimento expressivo nas vendas de importados da China

Com a BYD da China liderando as vendas, 2024 foi um ano de explosão para os veículos importados. O crescimento de 141% no segmento prova que há espaço para marcas estrangeiras, principalmente quando se fala de carros elétricos e híbridos.
Mesmo com a possibilidade de aumento no imposto de importação, a expectativa é que as vendas de veículos importados cresçam 24% em 2025. Parece que o mercado está longe de desacelerar.
O outro lado da moeda: preocupações da indústria nacional
De acordo com Bloomberg Línea, do lado da indústria local, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) está preocupada. Eles enxergam os carros da China, especialmente os elétricos, como uma ameaça ao equilíbrio do mercado.
A Anfavea sugere que o Brasil antecipe o aumento do imposto de importação para 35% nos veículos eletrificados. Isso seria uma forma de equilibrar o jogo e evitar que o país se torne o destino preferido de carros de mercados com barreiras mais altas.
O que isso significa para o consumidor brasileiro?
Para quem está pensando em trocar de carro, o aumento na oferta de veículos importados significa mais opções. Mas, com impostos mais altos, será que os preços continuarão competitivos?
Por outro lado, marcas como BYD estão trazendo inovações que deixam os consumidores animados. Carros elétricos, design moderno e tecnologias avançadas são atrativos difíceis de ignorar.

A tabela FIPE é um absurdo, carros usados com 30 anos sai vendidos mais caros do que custaram de início em novos! Só um dos exemplos a fiorino com 30 anos 30.000.00. A fórmula está errada pois se nos não podemos importar mesmo com 10 anos! E porquê tem manipulação de mercado, para nos obrigarem a comprar novo.
A maior parte da populacao ainda nao acordou para as tecnologias novas, mas o
Brasil ainda não tem estrutura suficiente
Por hora os híbridos chineses fazem os carros que conhecemos parecerem carroças. Por favor não comparar com carros de milhões de reais.
As fábricas chinesas são uma praga no mundo.
São como gafanhotos que predam tudo,até não sobrar nada.
O brasil vive gritando para os quatro cantos que os ching lings são os maiores parceiros comerciais,mas eles só compram minério e soja.
Eu não compro produtos de marcas chinesas,não confundam com produtos fabricados na china.