Apresentada pela S Baldessar, a pá carregadeira 100% elétrica promete operar sem diesel, com baixo custo de manutenção, menos ruído e uso indicado para construção civil, siderurgia, agronegócio e operações confinadas
A S Baldessar reuniu empresários do setor de construção civil e mineração no Ceará para mostrar, em primeira mão, a chegada da primeira pá carregadeira 100% elétrica de 19 toneladas que entrará em operação no estado. O destaque da noite foi a proposta de produtividade sem uso de combustível, com foco em segurança e baixíssimo custo de manutenção, segundo a apresentação.
O modelo apresentado é o SW956E, com carregamento em 380 V e promessa de recarga de 20% a 80% em 50 minutos, chegando a 100% em até 1 hora e 10 minutos. A máquina também chamou atenção pelo silêncio operacional e pela resposta rápida de torque, conforme relatos durante a demonstração.
O que foi apresentado no Ceará

A apresentação foi descrita como um “fato novo” para o estado: a primeira pá carregadeira 100% elétrica voltada para 19 toneladas entrando no mercado local.
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O evento destacou o uso em movimentação de materiais, com foco em produtividade e segurança, evitando o consumo de diesel.
Durante a demonstração, a máquina simulou movimentação operacional diante do público. A ideia foi mostrar na prática como a pá carregadeira 100% elétrica se comporta em ritmo de trabalho, e não apenas em ficha técnica.
SW956E: capacidade, concha e velocidade
O modelo citado é o SW956E. A configuração apresentada inclui concha de 3,5 m³ e velocidade máxima informada de 40 km/h.
A pá carregadeira 100% elétrica também foi apontada como indicada para mineração, siderurgia, construção civil, agronegócio e ambientes confinados.
Além do porte, o discurso do evento reforçou o ganho operacional por eliminar combustível e reduzir custos associados à manutenção.
Para quem roda máquina pesada todo dia, o argumento central é simples: manter a operação girando com menos paradas e menos itens de desgaste ligados a motor a diesel.
Carregamento: 380 V e janela de recarga rápida
A recarga foi um dos pontos mais repetidos. Foi informado o uso de carregador de 380 V, com tempo de carregamento de 20% a 80% em 50 minutos e carga completa em até 1 hora e 10 minutos.
Na prática, isso foi apresentado como vantagem para operações contínuas, porque a janela de recarga pode encaixar em trocas de turno e pausas programadas.
A promessa é que a pá carregadeira 100% elétrica não dependa de logística de abastecimento e reduza o “tempo morto” ligado a combustível.
Onde a máquina vai operar e por que isso importa
Foi citado que a primeira unidade já tem destino definido e deve operar em uma planta chamada de “mixing plant”, descrita como planta de mistura.
No relato, a rotina envolve movimentação intensa de material, com referência a cerca de 900 toneladas por dia e ressuprimento para usina, incluindo material de granulometria pequena, mas que exige acondicionamento constante.
Esse tipo de cenário foi usado como vitrine do benefício: se a pá carregadeira 100% elétrica aguenta um ciclo diário pesado, ela vira prova de conceito para outras operações no estado.
O que chamou atenção no teste: silêncio e torque
Durante o evento, um ponto citado com entusiasmo foi o ruído. A ausência de barulho foi destacada como diferencial, junto do torque considerado rápido e forte.
Isso conecta com a proposta de uso em operações confinadas e em ambientes onde conforto, comunicação e segurança no entorno fazem diferença.
Também apareceu o tom de “máquina do presente”, sugerindo que, para parte do público, a eletrificação já deixou de ser promessa distante. A pá carregadeira 100% elétrica foi apresentada como uma solução pronta para entrar no canteiro, não como protótipo.
Pergunta rápida: você acha que a pá carregadeira 100% elétrica vira padrão primeiro na mineração ou na construção civil?

