Um engenhoso polonês construiu uma versão do Bugatti Chiron que funciona como bicicleta. A réplica inusitada circula em Varsóvia e desafia a versão original do superesportivo.
Na capital polonesa, o inventor Andrzej Burek apresentou ao público a sua versão caseira do lendário Bugatti Chiron — porém sem motor W16 e movida por pernas humanas.
A réplica do Bugatti Chiron já roda pelas ruas de Varsóvia e desafia o conceito tradicional do superesportivo.
Ele conta que o projeto levou meses e envolve colaboração entre duas pessoas: uma dirige e a outra dá o impulso com as pernas.
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Bugatti Chiron: A ideia que virou réplica
O projeto surgiu após experiências anteriores de Burek — anos atrás ele havia construído uma réplica do Mercedes SLS movida por pedaladas.
Nesta ocasião, a atenção voltou-se para o Bugatti Chiron. O modelo não possui propulsão elétrica nem a combustão: a locomoção ocorre porque o passageiro senta ao lado do motorista e utiliza as próprias pernas para impulsionar o veículo.
Essa opção inusitada resulta numa máquina que você pedala mais do que pilota — e mesmo assim exige empurrão para sair.
O motivo? Simbolizar o supercarro de 14,8 milhões de reais em versão acessível (ou pedalável) e chamar atenção para mobilidade alternativa.
Onde e como funciona o Bugatti Chiron em versão bicicleta
O Bugatti Chiron-bicicleta foi concluído no outono europeu de 2025, mais precisamente em setembro, segundo divulgação do criador.
Ele já circula em calçadões de Varsóvia, Polônia, sob a bandeira da marca fictícia Foton Automotive.
A construção começou com esqueleto de madeira e tábuas antes de ganhar carroceria completa, segundo o autor do projeto.

O mecanismo de tração se baseia nas pernas humanas: o condutor é acompanhado por um parceiro que empurra ou pedala para ajudar.
Dessa forma, o veículo roda pelas vias, sem motor tradicional, aproximando-se da estética e presença do verdadeiro Bugatti Chiron, mas com direito a esforço humano.
O Bugatti Chiron original é um hipercarro de altíssimo desempenho e preço (no patamar de milhões de dólares).
Ao reinventá-lo como bicicleta motorizada pelos músculos humanos, Burek gera impacto: ele questiona o valor simbólico dos superesportivos, a mobilidade urbana e o design.
O uso da expressão “funciona como bicicleta” chama atenção para a mobilidade manual e alternativa.
Limitações e curiosidades técnicas
Ainda que o veículo tenha o visual do Bugatti Chiron, ele não tem motor a combustão como o original.
Ele não vai bater recordes de velocidade — de fato, o desempenho depende quase totalmente do esforço físico humano e do empurrão externo.
Em outubro, o criador mostrou exatamente isso, precisando de um empurrão para sair do lugar.
A montagem do chassi começou com estrutura visível de madeira e tábuas antes de se transformar em carroceria completa. Esse detalhe explica a natureza artesanal do projeto.
Além disso, o fato de o veículo estar em circulação em vias urbanas de Varsóvia demonstra que, ao menos formalmente, não se trata apenas de protótipo de garagem — há visibilidade pública.
Fonte: Xataka

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