O relatório destaca o Brasil como uma das principais potências do Sul Global, ao lado de outros sete países estratégicos, indicando seu papel central na definição da ordem internacional nas próximas décadas, com influência política, econômica e diplomática crescente
O deslocamento do centro de gravidade da política global levou países do Sul Global a ampliar protagonismo, segundo relatório do CSIS, que identifica oito Estados com papel desproporcional na definição da ordem internacional futura.
Estados emergentes e a reorganização do poder global
À medida que a política internacional se transforma, países do Sul Global consolidam capacidade de ação própria, atuando como atores diversos que buscam maximizar influência externa por meio de alinhamentos flexíveis e diplomacia pragmátca.
Esse movimento reflete a tentativa de equilibrar interesses nacionais, autonomia estratégica e inserção econômica, sem aderir rigidamente a blocos fixos, redefinindo padrões tradicionais de atuação no sistema internacional contemporâneo.
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Oito países com papel decisivo na ordem global
O relatório identifica Brasil, México, África do Sul, Arábia Saudita, Turquia, Indonésia, Índia e Emirados Árabes Unidos como Estados capazes de influenciar, de forma consistente, os rumos da ordem global.
Esses países combinam peso regional, relevância econômica e capacidade diplomática, tornando-se pontos de apoio estratégicos em disputas entre grandes potências e em negociações multilaterais de alcance global.
Relação com os Estados Unidos e disputas narrativas
A crescente influência do Sul Global não é inerentemente contrária aos interesses dos Estados Unidos, mas exige evitar interpretações de soma zero nas demandas apresentadas por essas potências emergentes.
China e Rússia se beneficiam ao enquadrar o Sul Global como frente coesa contra a ordem liderada pelos EUA, enquanto muitos desses países adotam estratégias personalizadas para preservar soberania e desenvolvimento econônico.
A iniciativa Fulcrums of Order do CSIS
A iniciativa Fulcrums of Order: Rising States and the Struggle for the Future, do Center for Strategic and International Studies, analisa condições, aspirações e culturas estratégicas dessas potências regionais.
O projeto examina visões de mundo, abordagens à competição entre grandes potências e perspectivas sobre a ordem global, visando apoiar uma recalibração das parcerias globais dos Estados Unidos nas próximas décadas.

KKKKk!!!
Um país em que METADE da população está pendurada em algum programa assistencialista e em que 30% da população é ANALFABETA FUNCIONAL, vai ser LÍDER no que?!!!
Só se for líder global no número ABSOLUTO de homicídios. Sim, porque o Brasil é o país onde morre mais gente assassinada no Mundo.
É só nisso que somos realmente destaque.
E o brasileiro ainda se acha a última bolacha do pacote! Por isso não melhoramos, e ainda nos abraçamos com outras nações fracassadas, enquanto o resto do mundo avança.
Chega de ufanismo…
É bem isso, esses alienígenas estão tomado conta do país e destruindo a nossa nação, e querem que acreditemos que não seremos os bobos da corte.